A origem da Sexta-Feira 13 e o apagamento do feminino

Quando você imagina qual foi a origem da Sexta-Feira 13, o que lhe vem a cabeça? Sangue jorrando, muito azar e terror? Essas ideias contemporâneas têm raízes bem profundas e antigas na humanidade, encontrando guarida até mesmo na mitologia nórdica. Através do tempo, é possível observar como o processo que trouxe força à superstição do dia da semana e a data do dia 13, teve outro papel: o de apagar o poder do feminino da história e da crença das pessoas.

Dez dias em um hospício ♥ Nellie Bly

Já imaginou passar dez dias em um hospício? Ou melhor, já imaginou isso no século XIX, após passar por um breve processo que declara você clinicamente insano, com base na sua pulsação, na dilatação da sua pupila e no fato de algumas pessoas te acharem estranhe? Bem, você precisa conhecer a jornada de Nellie Bly.

Redes Sociais: a Matrix do mundo contemporâneo?

“Como permanecer independente em um mundo onde você está sob vigilância contínua e é constantemente estimulado por algoritmos operados por algumas das corporações mais ricas da história, cuja única forma de ganhar dinheiro é manipulando o seu comportamento?”

Pós-F ♥ Fernanda Young

Pós-F de Fernanda Young é um relato sobre ser mulher. Ser mulher nesse mundo. A primeira não ficção da escritora foi publicado pela Leya em 2018 e faz parte do legado que a multifacetada Young deixou ao mundo após seu falecimento prematuro em 25 de agosto de 2019.

BEDA #16 ♥ Para Ser Escritor Parte V – Charles Kiefer

Bom dia tarde e noite everyone! Décimo sexto dia de BEDA, e, como sempre, é dia de postagem literária aqui no Retipatia. Hoje vou dar prosseguimento às postagens do incrível livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer. Como já contei em outras postagens (que você pode conhecer aqui, aqui e aqui), o livro de Kiefer é composto de vários pequenos capítulos, com dicas bem legais para quem deseja de tornar um escritor ou escritora. O capítulo que vou falar hoje se chama ‘Adjetivar ou não é uma questão?‘ e nele, Kiefer fala como a questão de adjetivar costuma empobrecer uma escrita, ao passo que o autor está imprimindo no texto suas preferências e preconceitos, através destes. E que, o objetivo da escrita está sendo burlado com o uso contínuo e demasiado dos adjetivos. Salvo em alguns casos, como explica Kiefer, como quando utilizados por Jorge Luis Borges, é que “os adjetivos se convertem em poderosas armas estilísticas.“. E, concluindo, o autor afirma que o adjetivo deve parar de ser encarado como “apêndice do substantivo”, deixando de ser mero instrumento de apoio daquele.

Para Ser Escritor – Parte I ♥ Charles Kiefer

Hello people! Como cheguei a dizer escrever em Os Ismos Nossos de Cada Dia, esse era para ser o primeiro post com “conteúdo” aqui do Retipatia. Como o assunto anterior acabou passando a frente por necessidades claras, adiado foi, mas adiado não permanecerá. Ganhei o livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer, em janeiro deste ano de duas pessoas muito especiais na minha vida. Sabendo do meu amor pela escrita, elas esmiuçaram atrás desse pequeno livro, até que o conseguiram e fui presenteada. Aproveito para reforçar o muito obrigada pela ótima escolha e pelo excelente presente!