Expiração ♥ Ted Chiang

Retipatia
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

Expiração: expulsão, pelas vias respiratórias, do ar dos pulmões; fim ou termo de prazo estipulado ou convencionado; reunião de contos que te farão expirar, inspirar, expirar, inspirar. Não se esqueça, os limites do possível e do impossível estão prestes a ser ultrapassados e você vai acreditar em cada um deles.

Expiração (Exhalation)
Ted Chiang
Tradução Braulio Tavares
Intrínseca | 2021 | 416p.
Disponível em Amazon
“A história que tenho para contar é em verdade estranha, e, se um dia fosse ela tatuada por inteiro no canto do olho de alguém, a maravilha dessa apresentação não poderia ser maior que a dos eventos que nela se contam, porque é um aviso para os que precisam ser avisados e um aprendizado para os que querem aprender.”
O Mercador e o Portal do Alquimista

Sobre Ted Chiang

Ted Chiang nasceu em Port Jefferson, Nova York. Formou-se em Ciência da Computação e frequentou o Clarion Workshop, curso de escrita de ficção científica e fantasia na Michigan State University. Chiang trabalha como redator técnico de informática e mora em Seattle, nos Estados Unidos. Ele já foi agraciado com diversos prêmios de destaque, dentre eles Nebula, Hugo e Locus. História da sua vida e outros contos foi publicado em mais de dez línguas e inspirou o roteiro hollywoodiano do filme A Chegada, com Amy Adams.

Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

Sinopse de Expiração

Depois um dos contos de História da sua vida e outros contos ter inspirado o filme A Chegada –, Ted Chiang volta a nos apresentar nove histórias em Expiração, sete delas publicadas entre 2005 e 2015 e duas inéditas.

O conto que dá título ao livro, ganhador do prêmio Hugo em 2009, é a mensagem alarmante de uma civilização muito mais avançada e já extinta de seres com órgãos mecânicos. Com cilindros de ar no lugar de pulmões, eles acreditam que viverão para sempre, até que um cientista resolve investigar a si mesmo e faz uma incrível descoberta: o ar respirável só existe porque seu fluxo no universo está em desequilíbrio, numa espécie de osmose.

Já “O Grande Silêncio” mostra os esforços dos seres humanos em busca de vida inteligente alienígena, apesar de não conseguirem conviver sequer com outras espécies no próprio planeta. Em “A ânsia é a vertigem da liberdade”, Chiang cria um mundo onde se questiona o tempo inteiro a existência do livre-arbítrio, uma vez que existe um dispositivo que permite que as pessoas se comuniquem com versões de si mesmas em universos paralelos. Se hoje dispomos de gadgets com inteligência artificial em uma fase quase inicial de desenvolvimento, em “O ciclo de vida dos objetos de software” vemos como a ideia de animais e pessoas robotizadas com níveis de inteligência artificial elevados ao extremo nos faria repensar os conceitos de “ser vivo” e “direitos”.

Misturando doses certas de ficção científica às nossas questões mais antigas enquanto espécie e indivíduos, a narrativa de Chiang impressiona e estimula profundas reflexões sobre o homem, a humanidade, a sociedade e o livre-arbítrio.

Expiração

O que um portal de viagem no tempo, um digiente, a razão da vida e a extinção dos papagaios têm em comum? Os nove contos de Ted Chiang reunidos em Expiração, nome de um dos contos, inclusive, poderia dispensar apresentações para aqueles que sabem que uma das história de Chiang foi a fonte de inspiração para o filme A Chegada, lançado em 2016 com direção de Denis Villeneuve e estrelado por Amy Adams e Jeremy Renner.

Agora, se você faz parte do time que ainda não havia se aventurado pelas histórias de Ted Chiang, tenho dois avisos importantes: o primeiro é que você precisa conhecer, seja ou não o maior fã de ficção científica; segundo é que, a cada conto, você se verá no meio de uma trama curiosa, instigante, perfeitamente enquadradas no gênero ficção científica e, por isso mesmo, capazes de conversar com o mundo real de uma maneira absurdamente realista. Se é que isso faz sentido.

Não é sempre que costumo resenhar conto-a-conto uma antologia, mas eis que as histórias criadas por Tec Chiang, mereciam, na verdade, cada uma sua própria resenha. Ainda que breve, diga-se de passagem. A ordem que você encontrará aqui é a ordem dos contos em Expiração.

Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

O Mercador e o Portal do Alquimista

Unindo um estilo à lá as Mil e Uma Noites à viagem no tempo, O Mercador e o Portal do Alquimista traz uma história perspicaz, sagaz, inteligente e que pode dar um leve nó nos seus pensamentos. Começa com um indivíduo narrando sua história e como ele encontrou uma loja em que existia um portal capaz de transportá-lo através do tempo. A partir daí conhecemos histórias dentro de histórias, unidas pelo laço em comum da viagem temporal.

Uma das coisas mais incríveis aqui é imutabilidade do tempo, do destino, do passado-futuro-presente. Os personagens buscam alterar dados, fatos, quando, em verdade, estão numa busca pelo desconhecido. E muitas vezes, saber algo que se tinha apenas uma visão parcial, é bem mais importante do que alterar um acontecimento em si. A genialidade desse conto, unida à prosa agradável e fluida de Ted Chiang faz dele a perfeita abertura para Expiração.

“Usar o portal não é como tirar à sorte, em que a cada rodada se espera um resultado diferente. Na verdade, é como usar uma passagem secreta no interior de um palácio, uma passagem que lhe permite chegar mais depressa a um quarto sem ter que cruzar todo o corredor. O quarto permanece o mesmo, independentemente da porta usada para se chegar até ele.”
Expiração

Seres que são capazes de trocar de pulmões e que são praticamente imortais, que estão em busca de saber a origem de sua existência, de se lembrar de eventos mais antigos que os registros indicam. Seres que numa busca por sentido, por significado e compreensão, descobrem como eles próprios funcionam ao mesmo tempo que descobrem a fragilidade do existir. Você já trocou seus pulmões hoje?

Expiração, que dá nome ao livro, faz jus ao título. É um ato de soltar o ar, de expirar, de soltá-lo, de deixar sair. Ao mesmo tempo, é o tempo acabando, esgotado, o prazo apertado. Uma das coisas que mais me chama a atenção na criação desse conto é como a construção te leva para muitos milhares de anos à frente do que vivemos, com seres tão semelhantes e, ao mesmo tempo, tão distintos de nós. Com questionamentos tão próximos dos nossos. Afinal, existir é, em termos racionais, também questionar e procurar entender. É o que eles fazem aqui. Questionam, buscam, descobrem, entender, sentem, cada indivíduo à sua maneira, a sociedade à sua maneira. E, num sopro de ar expirado em último lugar, deixa aquele sentimento final bom e necessário: esperança.

“Há muito tempo, diz-se que o ar (que outros chama de argônio) é a fonte da vida. Na verdade, não é bem assim, e gravo aqui estas palavras para contar como vim a compreender a verdadeira fonte da vida e, como corolário, o modo como ela deverá um dia chegar ao fim.”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

O Que Se Espera de Nós?

Você já deve conhecer a febre do momento. O Prediletor. Ele acende uma luz um segundo antes de você apertar o botão dele. E só. É isso. Ele sabe que você vai apertar. Se você não for apertar, ele não vai acender. Como ele faz isso? Vendo o futuro, quem sabe, mas acho que o como é bem menos importante que o porquê, nesse caso.

Já imaginou um aparelho capaz de saber tudo que você está prestes a fazer? Isso tira a ideia tão enraizada na humanidade de que somos seres dotados de livre-arbítrio. Afinal, se ele sabe o que você está prestes a fazer, um segundo antes, significa que você não tem uma escolha real, você vai fazer. Sem aquela história toda do livre-arbítrio. Em apenas quatro páginas esse é um conto um tanto quanto preocupante, estarrecedor, até. Partir do princípio que temos livre-arbítrio coincide muito com a ideia de que temos uma razão para existir e, se não o temos, logo, a nossa vontade não importa, logo, o que importa?

“Isto é um aviso. Por favor, leia com atenção. A essa altura, você já deve ter visto um Preditor – milhões deles já foram vendidos no momento em que você estiver lendo isso. Para os que ainda não viram um, é um aparelho pequeno, igual ao controle remoto que destranca seu carro. Suas únicas características são um botão. Mais especificamente, a luz pisca um segundo antes de você apertar o botão.”

O Ciclo de Vida dos Objetos de Software

A Blue Gama acaba de lançar os digientes, organismos digitais que vivem em ambientes virtuais, como a Data Earth. Assumindo formas de animais fofos como pandas ou mesmo de um robô, você pode criá-lo a partir do zero. Educar, ensinar boas maneiras, cuidar e até deixá-lo suspenso quando bem entender. É um animal de estimação virtual. Ou era a princípio, já que as inteligências artificiais se mostraram bem mais evoluídas e capazes de crescer e aprender do que animais. E o que isso exatamente acarretaria no mundo humano?

Acho que talvez esse é o conto mais longo de Expiração e posso dizer que ele, por si só, é um livro inteiro. A complexidade da história, que vai desde a relação e desenvolvimento dos digientes, explora também a vida e relações de seus proprietários. Seguimos pelo ponto de vista de alguns profissionais que trabalharam na criação e treinamento dos digientes e, tudo que vemos, decorrendo duas décadas do início ao fim, indica uma história capaz de te fazer pensar acerca da vida durante o banho. Não que as outras não o façam, mas aqui ficamos mais tempo com os personagens. E, entre um café e outro, a história ressurge na nossa cabeça.

Desde questionamentos sobre como criar essas criaturas, até mesmo as reverberações disso no mundo real, das famílias e pessoas que criam digientes, até as corporações envolvidas no trabalho de criação, venda e exploração do ramo. Uma das coisas mais interessantes desse conto é que a realidade, apesar de trazer tecnologias as quais ainda não são plenamente as de hoje, é que ela parece estar prestes a começar. Amanhã ou mês que vem, que sabe. Debatendo muito sobre nossa relação com a tecnologia, imagino a preciosidade que ele seria se ganhasse uma adaptação.

“Mulheres que trabalham com animais ouvem isso o tempo todo: que esse amor provém de um desejo inerente de ter filhos. Ana está cansada desse estereótipo. Ela gosta de crianças, mas elas não são o padrão de acordo com o qual devam ser medidos os outros tipos de apego. Cuidar de animais é uma coisa que vale a pena por si só, uma vocação que não precisa de pretextos. Ela não teria dito o mesmo a respeito dos digientes quando começou a trabalhar na Blue Gama, mas agora vê que isso pode valer também para eles.”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

A Babá Automática Patenteada de Dacey

Reginald Dacey queria, inicialmente, criar uma máquina de ensino. Mas os planos foram alterados quando, com a perda de sua esposa, precisou deixar seu filho aos cuidados de uma babá. E quando descobriu que a criação a qual seu filho era submetida incluía espancamentos e castigos torturantes, ele resolveu criar a babá automática. O sucesso veio com a babá automática, mas também, algo bem mais preocupante estava por surgir.

A história narra acontecimentos do fim do século XIX e, como talvez você saiba, as babás não eram necessárias para auxiliar na criação dos filhos, mas para efetivamente criá-los. Por isso Dacey acha tão importante essa questão, precisa de alguém (ou algo) extremamente confiável. O que não melhor que uma máquina? Os problemas surgem rápido devido à um acidente, colocando um fim à venda das máquinas. Mas mesmo as tentativas posteriores de fazer a babá dar certo esquecem do elemento fundamental à vida humana. A necessidade de apego, de carinho, atenção, amor e troca humanas. Ninguém deveria ser privado disso, especialmente em tão tenra idade.

“‘Crianças não nascem pecadoras, mas tornam-se devido à influência daqueles a quem encarregamos sua instrução’, escreveu ele. ‘Uma criação racional produzirá crianças racionais.'”

A Verdade dos Fatos, a Verdade dos Sentimentos

No meu conto favorito de Expiração, que também é uma espécie de livro inteiro dentro de Expiração, vamos acompanhar um jornalista pesquisando sobre a Remem, uma forma de busca instantânea que permite que as pessoas que tem instalado em sua retina um equipamento que grava absolutamente tudo o que elas veem, constantemente, encontre registros relativos ao que a pessoa está falando em dado momento. Por exemplo, quando você diz “lembra aquele dia que tomamos sorvete de pistache?”, sua memória não vai precisar se lembrar porque o Remem vai buscar imediatamente todos os vídeos que você tenha que incluam o sorvete de pistache. A questão é que escrever sobre o Remem obrigará o jornalista a revisitar sua própria memória e esse pode ser um caminho perigoso.

De outro lado, há muitos anos, o jovem Jijingi começa a ter aulas para aprender a ler e escrever com o europeu que agora vive em sua aldeia. A partir disso não apenas conceitos novos lhe são apresentados, enquanto histórias bíblicas e sermões permeiam a base de ensinamento, ele também passa a entender os costumes, crenças e ditames europeus.

A princípio, é difícil imaginar como essas duas histórias se encontram, mas é particularmente empolgante acompanhá-las. Não apenas a complexidade do tema, a influência da tecnologia nas relações humanas e o que ela traz em consequência disso para o nosso conceito de verdade. Por outro lado, o que o conceito da escrita, uma das primeiras tecnologias humanas, é capaz de trazer consigo, afinal, todas as tecnologias trazem mudanças e nem sempre são positivas. O debate aqui sobre o que é verdade, aquela ligada à realidade e aquela ligada aos nossos sentimentos, algo não apenas extremamente contemporâneo ao mundo que vivemos, mas de certa forma, atemporal.

“Milhões de pessoas, algumas da mesma idade que eu, mas, em geral, mais jovens, vêm mantendo biologs, diários biográficos de si mesmos, há anos e anos, usando câmeras pessoais que capturam sem parar vídeos do cotidiano.”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

O Grande Silêncio

O conto O Grande Silêncio foi escrito para uma exposição de arte e depois, reunido, foi incluído em Expiração. Por isso, é constituído de pequenos trechos, do ponto de vista dos papagaios, sempre a refletir sobre o mundo humano e em como agimos. Além de um apelo fortemente ecológico e à preservação da vida selvagem, temos um debate interessante sobre a insignificância e importância de nossa existência.

Um dos pontos mais interessantes é que o conto reúne fatos dos animais com acontecimentos no mundo, como a proximidade da extinção dos papagaios, e a busca constante dos humanos em encontrar vida em outros planetas. Quando há tanta vida aqui, não explorada ou, em melhores termos, explorada e prestes a deixar de existir. Uma leitura tocante, sincera e necessária. Para abrir os olhos para o mundo ao nosso redor.

“A humanidade usa o Observatório de Arecibo para procurar por inteligência extraterrestre. Seu desejo de fazer contato é tão forte que ela criou um ouvido capaz de escutar até os confins do universo. Mas eu e meus irmãos papagaios continuamos aqui. Por que eles não têm interesse em escutar nossas vozes? Somos uma espécie não humana capaz de estabelecer comunicação com eles. Não seremos exatamente aquilo que os humanos procuram?”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

Ônfalo

O mundo foi criado por Deus e disso, os cientistas não duvidam. Inclusive, a arqueóloga Dotrothea está sempre buscando mais e mais informações que confirmem a criação divina, como os primordiais, as múmias que não possuíam umbigo, ou as árvores pré-históricas que indicam que já nasceram adultas, porque foram criadas pelo Criador, já em idade adulta. O detalhe é que uma recente descoberta pretende colocar em xeque várias dessas descobertas, uma que vai questionar não a existência do Criador, mas mais profundamente, a razão da existência humana.

A genialidade desse conto começa na relação inseparável que ele destrincha entre religião e ciência, que costumeiramente dão passos separados na humanidade. Através das descobertas, pesquisas e coincidências que Dorothea se depara, toda sua vida de dedicação, crença, fé e pesquisa parecem, de uma hora para outra, questionáveis. O mundo não é mais aquilo que se imagina e, de um modo ou de outro, fica a pergunta: fé é uma questão de escolha?

“Senhor, venho à vossa presença, e peço que vossa luz ilumine meu coração no momento em que examino os acontecimentos do dia de hoje, para que eu possa ver com mais clareza a vossa graça em tudo que aconteceu.”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

A Ânsia é a Vertigem da Liberdade

Agora o prisma está ao acesso de qualquer um. Você pode ter um em casa e, de tarde, conectar-se e bater um papo com seu outro eu, de outra linha do tempo. Um que talvez tenha feito escolhas diferentes das suas, que talvez tenha conseguido algo que você não conseguiu ou até que talvez tenha alguma perda a qual você não passou. O que importa é que temos um novo vício: viver sentindo inveja ou viciado na comunicação com seu outro eu, incapaz de tomar decisões plenamente com base no plano em que você vive, precisando sempre usar a régua da outra realidade para medir a sua.

Parece até que estou falando de uma rede social e, de certa forma, não deixa de ser isso. Quase criamos outro nosso ‘eu’ dentro das redes e, às vezes, é difícil acompanhar aquele eu, ser ele o tempo inteiro, tão bom quanto ele precisa ser, conseguir tudo que ele precisa. Este conto também o do tipo que encerra na última página, mas não nos seus pensamentos. Fechando os 9 contos de Expiração com chave de ouro, A Ânsia é a Vertigem da Liberdade, aqui temos um mundo tão próximo do real que dá para ficar esperando ver na próxima notícia do dia que o prisma logo estará disponível para acesso na loja mais próxima da sua casa. Se é uma coisa boa ou não a se fazer, aí a história é outra.

“Em termos coloquiais, o prisma criava duas linhas do tempo divergentes, uma onde era acesa a luz vermelha e outra onde se acendia a luz azul, e permitia a comunicação entre as duas.”
Resenha do livro de contos Expiração de Ted Chiang, publicado em 2021 pela Intrínseca.

Aleatoriedades

Expiração de Ted Chiang foi recebido em parceria com a Editora Intrínseca.

Para quem, como eu, adora ficção científica (ok que eu não leio tanto, mas aos poucos estou mudando isso), tenho algumas dicas preciosas: Recursão e Matéria Escura do Blake Crouch. Sobre esses dois preciso deixar o aviso que talvez você comece a ler e não consiga parar. E com certeza todo mundo deveria chamar um Vonnegut de seu nessa vida: Café da Manhã dos Campeões, Matadouro Cinco e Piano Mecânico.

Que a Força esteja com você!

xoxo

Retipatia

2 thoughts on “Expiração ♥ Ted Chiang

  1. Por não ter intimidade nenhuma com ficção científica, admito que me perdi em alguns pontos mas preciso fazer como você, me abrir mais ao gênero, pois ele permite essas reflexões e precisamos disso diariamente!!
    Recursão eu tenho na estante, só precisa acabar Outubro para eu o ler rs
    Beijo

    Angela Cunha/O Vazio na flor

  2. Se você quer diversificar suas leituras de ficção científica, vou recomendar duas autoras: Connie Willis e Becky Chambers.

Repense, renove, rediscuta...

%d blogueiros gostam disto: