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Para todos os garotos que já amei & P.S.: ainda amo você

A trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei da autora Jenny Han é uma queridinha no mundo literário e, desde o anúncio de que a Netflix iria adaptar a série, os fãs logo começaram a contagem regressiva para o primeiro lançamento.

Em 2018, o primeiro filme, de mesmo título, Para Todos os Garotos que Já Amei estreava na Netflix e deixava fãs talvez um pouco divididos, mas, no geral, muito satisfeitos. Agora, em 2020, a espera pela continuação finalmente chega ao fim (isso, é claro, até assistirmos ao segundo filme e a ansiedade bater pelo terceiro).

Aproveitando o lançamento dessa segunda parte, vou falar um pouquinho sobre os dois filmes e as relações e mudanças para os livros.

Para Todos os Garotos que Já Amei

Dos detalhes que compõem o quarto aos trejeitos e indumentária, sem dúvidas, a atriz Lana Condor é a nossa Lara Jean Song Covey. Quanto aos outros personagens, a roupagem que ganham não poderia ser melhor: Noah Centineo como Peter Kavinsky; John Corbett como Dr. Dan Covey (pai de LJ); Janel Parrish como Margot Covey; Israel Broussard como Josh Sanderson; Emilija Baranac como Genevieve e, claro, Anna Cathcart como Kitty Covey (quem não ama a Kitty!?).

Com direção de Susan Johnson, o filme, adaptado do romance de Jenny Han, conta a com essência que conhecemos no livro: Lara Jean escreveu cinco cartas. Cartas de despedidas de amores impossíveis. Mas, é claro, as cartas não seriam enviadas, ficam guardadas no conforto da caixa de chapéu que sua lhe dera. Tudo sai do controle quando, misteriosamente, as cartas são enviadas e os crushes de Lara Jean começam a receber as cartas.

Com algumas alterações, que trazem boa dinâmica para a história, vemos os personagens seguindo o que conhecemos no papel: Margot a irmã responsável e que foi fazer faculdade na Escócia; o drama romântico envolvendo Josh e, claro, o repentino namoro de mentirinha entre Lara Jean e Peter Kavinsky, que sabemos antes mesmo de começar que vai resultar em corações apaixonados e alguns outros, partidos.

O filme ainda se aproveita de um gancho do enredo que se inicia no segundo livro, P. S. Ainda Amo Você, para compor o plot twist do fim do filme. Foi uma ótima maneira de abordar o tema, trazer mais impacto para a história e não começar o segundo livro com um drama que precisaria ser colocado como pano de fundo para o desenvolvimento de outros pontos na história (como John Ambrose McClaren, é claro!).

Um filme que tem tudo para conquistar dos adolescentes ao público de qualquer idade, que vale assistir com a família, os amigos e até com o crush! Fofo, divertido e, claro, se você receber uma carta de amor, não deixe de procurar o remetente: pode ser o amor batendo à porta!

Confira o trailer:

P.S. Ainda Amo Você

Voltamos ao mundo de Lara Jean em P.S.: Ainda Amo Você, que estreou hoje na Netflix, contando com um adicional especial na história: John Ambrose McClaren, interpretado por Jordan Fisher.

Após reatar ou iniciar o namoro de verdade com Kavinsky, as coisas ficam um tanto nubladas na mente e no coração de Lara Jean. Seja por causa das suas inseguranças, em especial em relação à ex de Peter, Genevieve. Ou por causa da aparição repentina de John Ambrose McClaren, que, além de responder sua carta, também é voluntário no Belleview, garantindo um convívio bem mais próximo do que o esperado.

A trama segue o fluxo do livro, com o enfoque nas incertezas de LJ sobre seu relacionamento e conta com a descontração e trejeitos típicos que já adoramos ver em relação à personagem. Como o primeiro, mantém aquele toque de fofura e vibe teen que é capaz de agradar a qualquer pessoa que esteja disposta a ver um love story adolescente.

Das diferenças para o livro, tem destaque o fato de que a insegurança de LJ ser mais focada e a trama entre Kavinsky e Genevieve deixada um pouco mais apagada. Mas, preciso dizer que três coisas eu estava ansiosa pra ver a versão do filme e que não aconteceram: o tema do baile (é, fiquei muito esperançosa, mesmo vendo pelo trailer que não ia rolar); o jogo! Assassinos, como assim não teve, Netflix!? ahaha Ia ajudar no teenage drama. E, claro, o cachorro da família Covey.

Fora esses detalhes, que eram mais anseios de leitora que tudo, a adaptação tem seu mérito, conseguiu utilizar as partes do livro que vemos (fora o clímax do começo que foi pro fim do primeiro) e deixar o filme leve, gostoso de assistir e também do tipo que prende a atenção. A essência da segunda história, de P.S.: Ainda Amo Você, é claro, está toda lá.

Um detalhe é certo: se conhecer alguma Stormy em uma casa de repouso chamada Belleview (adorei Holland Taylor no papel), siga seus conselhos! Talvez só pule a parte da bebida caso seja menor de idade!

Fique com o trailer do filme:

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

Retipatia

Imagens: divulgação.

3 comentários

  1. […] a estreia de P.S.: Ainda Amo Você. Tem post aqui no blog falando sobre os dois filmes, é só clicar aqui para […]

  2. Vou falar que amei mais o filme que o livro rs. No livro as eternas inseguranças de Lara Jean em relação a Genevieve em quase td parte do livro me desgastaram, mas no filme estava focado de uma forma que gostei e senti menos raivinha de Peter dar tanta bola para os problemas da Genevivie.
    Também senti falta do tema do baile e do jogo do assassino era hilário no livro e gostava da idéia de Jhon ser neto de Storm, mas isso foi relevante.
    E agora sigo na espera que a Netflix não demore demais a trazer o desfecho dessa historia e espero que como esse me surpreenda positivamente.

    1. Oi Tatiane!
      Sim, no livro deixaram as questões um pouco mais sutis, mas acho que faz sentido considerando que o livro é em primeira pessoa e vemos tudo pelo ponto de vista da LJ, que está totalmente insegura e quase surtando ehehe Também senti menos raiva de Peter apesar do lance do colar ser o ponto alto da minha raiva ahaha
      Também espero que o próximo não leve dois anos pra sair ehehe Torcendo para que a Netflix nos ouça!
      xoxo

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