Mundo em Caos ♥ Patrick Ness

Mundo em Caos já adianta o que está por vir no título: um mundo em que germes extirparam as mulheres da face da Terra, um mundo em que os homens ouvem os pensamentos uns dos outros. Um mundo em que o Ruído torna impossível se sentir sozinho por um instante sequer. Mas as coisas vão sair do eixo quando Todd se depara com a criatura mais estranha e que nunca vira antes: uma mulher! Primeiro volume de uma distopia que promete de te deixar imerso da primeira até a última página!
Breves respostas para grandes questões ♥ Stephen Hawking

Em textos inéditos, o físico e autor do best-seller Uma breve história do tempo nos presenteia com seus pensamentos finais sobre as maiores perguntas da humanidade em Breves Respostas para Grandes Questões.
O Assassino do Zodíaco ♥ Sam Wilson

Resenha do suspense policial O Assassino do Zodíaco, que se passa em um mundo distópico em que os signos são os aspectos que determinam o que cada indivíduo fará na sociedade!
Clube Leitura

Um tour pelo kit do Clube Leitura, o clube do livro da Livraria Leitura!
O Construtor de Pontes ♥ Markus Zusak

Resenha do livro O Construtor de Pontes, romance de Markus Zusak, publicado em 2019 pela Editora Intrínseca.
Os Melhores Contos de Fadas Nórdicos

Resenha do livro dOs Melhores Contos de Fadas Nórdicos, publicado em 2019 pela Editora Wish, em edição de colecionador.
Matadouro Cinco ♥ Kurt Vonnegut

Resenha do livro Matadouro Cinco, clássico da ficção científica de Kurt Vonnegut publicado em edição especial pela Intrínseca, em 2019.
O que aconteceu com Annie ♥ C. J. Tudor

Resenha do livro O que aconteceu com Annie, de C. J. Tudor, publicado primeiro na edição do Intrínsecos, em 2019.
Contos de Fadas em suas versões originais

Todos nós tivemos contato com os contos de fadas pelos desenhos animados, livros ou contações de histórias. O curioso é que todas essas narrativas foram adaptadas sem muito compromisso com os contos originais, perdendo parte da tirania e sutileza naturais da época. Neste livro de colecionador, os melhores contos de fadas foram escolhidos de forma criteriosa, cujas histórias centenárias se enveredam por horizontes escuros e sombrios, onde não há censura ou limites. Seus finais nem sempre envolvem casamentos ou futuros felizes, nos quais a moral prevalece sobre os pecados. Nada mais será escondido ou censurado. A chave para conhecer os contos de fadas mais obscuros está em suas mãos. Você tem coragem de abrir esta porta? Sinopse da edição de Contos de Fadas em suas versões originais publicado pela Editora Wish Quem conta um conto… Era uma vez, em um tempo em que os dias não eram contados e o sol e a lua não se importavam em intercalar-se para surgir no céu, havia um reino feito de papel e palavras. O nome era Reino das Histórias Maravilhosas e, de tão incrível que tudo nele era, chamava até mesmo visitantes das terras mais longínquas. As paredes de seu castelo, onde viviam os mais célebres escritores, era feito do papel da mais alta gramatura, amarelado, que deixava um perfume permanente pelos corredores. A tinta, especialmente desenvolvida para ser legível sob os raios de sol ou de lua, exalava aroma de lavanda e deixava as palavras em tom anis sobre o papel. As casas e lojas do Reino também não ficavam atrás, em ruas pavimentadas com papelão decorado das capas mais distintas, eram salpicadas de páginas das mais diversas formas. Ilustradas, escritas à máquina de escrever, escritas à mão e em braile. Uma infinidade tão grande que não existia construção igual a outra. Praças, parques, todos adornados do mais fino papel, das palavras mais belas, que inspiravam dias cálidos e momentos alegres. As árvores, tinham troncos costurados com intrincadas ranhuras e seus galhos e folhas feitos do origami mais detalhado e belo. Tsurus voam aqui e acolá, cisnes deslizam pelo lago de ondas de dobraduras e coelhos saltitam pela grama de papel picado. O único detalhe que escapava desse mundo de papel e palavras, eram as pessoas que por ali viviam. Não eram moldadas ou dobradas de papel, tampouco adornadas com palavras. Eram de massa mais sólida, pesada, uma mistura de ossos, carne e pele. Nada suave ou singelo como escritas desenhadas formando cachos para as cabeças ou acentos agudos formando cílios. Nada de capa dura para proteger o papel de dentro, apenas pele fina e mole pra segurar varetas chamadas ossos. Os rasgos, assim, aconteciam com mais frequência do que era possível restaurar. Ora, vejo só, às vezes, até mesmo era necessário subir paredes em branco, completamente sem palavras ou símbolos ou desenhos quaisquer. Uma afronta que a Escrivã-mor desejava acabar. Mas de nada adiantava, as pessoas não ficavam presas em jaulas de papel, não acreditavam em folhas que estipulavam multas ou penas e sequer se importavam dos amassos que deixavam pelo reino afora. Certo dia, ao ver dezenas de cisnes despedaçados, a escrivã não suportou a dor de ver tanta vida em papel jogada fora e chorou rios e rios de lágrimas molhadas, aquelas proibidas no Reino das Histórias Maravilhosas. As lágrimas foram tantas que se formou uma cachoeira, nascida no próprio palácio e que desaguou na principal avenida do reino. Assim, as lágrimas verteram por todo canto do Reino, destruindo tudo que tocava: borrou-se a tinta e amoleceu o papel até esfarelar e murchar e empapar. A cidade, as ruas, casas, tudo se desfez, morreu e apagou. A Escrivã-mor desfaleceu de desgosto ao ver a cidade desfeita, o papel junto e amassado e retorcido com corpos de osso-carne-pele, com palavras ainda a escorrer e pintar o rio de lágrimas de anis. Para aqueles que leem com atenção as entrelinhas, podem ver que ainda restam aqui e acolá, uma palavra ou outra que seguiu o rio e se espalhou para outros reinos de terra e poeira e pedra. Chegaram até o tempo em que a lua e o sol se separaram e não costumam mais aparecer juntos no manto azulado. Algumas dessas palavras foram lembradas, contadas através do tempo que começou a ser contado. Honradas, foram colocadas em papéis novamente, mas não mais em paredes de chalés e troncos de árvores. Mas em alguns espécimes que começaram a chamar de livros. Alguns deles, trazem versões antigas de tudo que já foi um dia, começam com era uma vez, mas nem sempre terminam com um e viveram felizes para sempre, porque sabem que lágrimas molhadas podem derreter papel e trazer tristeza. Seja através de um sapatinho enfeitiçado, uma fada madrinha, um troll maligno, uma criança esfomeada. Até mesmo uma madrasta má e um pai também malvado. Uma garota sonhadora, um gato falante e um segrego guardado por doze princesas. De tanto em tanto, as palavras ressoaram como se levadas pelo canto dos tsurus que tentaram fugir da correnteza. Certeza não há de quase nada, mas… quem sabe não foram eles que voaram dali e recontaram as palavras que outrora viram escritas no Reino das Histórias Maravilhosas? Aleatoriedades O exemplar lindo de Contos de Fadas em suas versões originais foi recebido em parceria com a Editora Wish. Pensei qual seria a melhor forma de resenha-lo e, por mais que tentasse, seria impossível falar de todos os contos e fazer jus a beleza e profundidade que é possível extrair de cada um. Foi incrível conhecer todos, dos mais populares aos raros, dos que já conhecia aos que já havia assistido alguma versão, a maior parte, em adaptações da Disney. Alguns contos ganham destaque, tanto pela perplexidade que causam ao leitor contemporâneo, tanto pela sutileza ou rudeza dos acontecimentos. É incrível poder avaliar as origens de cada uma dessas histórias, frutos da oralidade e que queriam passar ensinamentos – atualmente bem contestáveis – às crianças. As reflexões vão desde as relações entre familiares
Os prós e os contras de nunca esquecer ♥ Val Emmich

Os prós e os contras de nunca esquecer Val Emmich Editora Intrínseca “As pessoas acham que eu não devia sentir falta das coisas porque tenho a lembrança delas guardada na caixa no meu cérebro, mas essas lembranças só me fazem sentir mais falta das coisas” Sobre o Autor Val Emmich é escritor, compositor, cantor e ator. Atualmente vive em Jersey City, New Jersey, com sua esposa e os dois filhos. Os prós e os contras de nunca esquecer é seu primeiro livro. Sinopse Joan Lennon é uma menina de 10 anos com um dom surpreendente: ela é capaz de lembrar, com exatidão de detalhes, tudo que aconteceu com ela. Sabe quantas vezes a mãe disse “sempre dá certo” nos últimos seis meses, lembra dos dias e dos motivos para ter chorado, mas compreende também que nem todos têm essa capacidade. A maioria das pessoas, ela sabe, esquece as coisas, mas Joan não quer ser esquecida pelos outros. Então quando depara no jornal com um concurso cultural intitulado “Próximo Grande Compositor”, ela encontra a resposta: uma boa música é impossível de ser esquecida. Ela só precisa achar o colaborador perfeito. E é aí que entra Gavin Winters. Amigo de faculdade dos pais de Joan, Gavin é um ator famoso de Los Angeles que no momento enfrenta a dor terrível de ter perdido subitamente o namorado, Sydney. Depois de ter um vídeo seu em surto vazado na internet, Gavin decide dar um tempo na casa dos velhos amigos. Logo que se conhecem, Gavin e Joan fazem um acordo peculiar: ele vai ajudar Joan com a música e em troca a menina vai contar tudo que se lembra de Sydney. Mas o que no início era reconfortante acaba se tornando uma tortura no momento em que Gavin é obrigado a encarar o fato de que o namorado talvez estivesse escondendo alguma coisa. Emocionante e divertido, Os prós e os contras de nunca esquecer é um livro de estreia surpreendentemente encantador, para ser lido com Beatles tocando ao fundo. Os prós e os contras de nunca esquecer Na minha estréia como resenhista deste blogão, vou falar de um livro da minha editora favorita, Intrínseca, meu amor platônico, minha crush! O livro me chamou a atenção por ter relação com música, meu segundo hobby, antes meu coração só pertence à leitura. Um enredo que exala trilha sonora e nos embala na melodia de um drama que me parecia ter ricos ensinamentos. Joan nunca soube o que era ser normal, já que carregava o dom de uma memória impecável. Ela conseguia lembrar com detalhes de todos os momentos da sua vida, incluindo dias da semana, roupa que vestiu, alimentos que comeu, tudo que qualquer um fez ou disse. Seria algo extraordinário, se não a machucasse a facilidade com os que outros se esqueciam dela ou do que viveram. Um dos exemplos mais fortes e recentes, foi ver a avó falecer de Alzheimer, após esquecer completamente da neta. Jovem e cheia de sonhos, Joan queria fazer algo memorável, que a eternizasse, não apenas para os familiares, como para o mundo. Viu a sua chance através de um concurso de música, onde junto com o pai, um dos músicos que ela mais admirava depois de John Lennon, poderia criar uma canção que emocionasse as pessoas. Paralelo à essa história, conhecemos Gavin, um dos melhores amigos do pai da Joan, que foi casado com Sydney, o melhor amigo da mãe dela. Relacionamento que foi resultado de um encontro arranjado pelos amigos e um sucesso até Sydney falecer. Gavin era um ator famoso, com a vida estruturada, mas perder o companheiro abalou seu emocional e na tentativa de se livrar das lembranças, ele arma uma fogueira no seu quintal, com toda as coisas do marido. A ideia não foi bem sucedida e terminou com os bombeiros acalmando um incêndio. Preocupados com a sanidade do amigo, os pais de Joan o convidam para passar um tempo com eles e é aí que a história começa. Uma das profissões mais difíceis de sustentar é a dos músicos! Ou você dá muita sorte e consegue se encaixar e fazer sucesso ou você vive lutando por um lugar ao sol. O pai de Joan se encaixa nesse segundo grupo. Tinha um estúdio em casa, onde compunha jingles e prestava alguns serviços, mas quem pagava as contas era a sua esposa, que decidiu que não manteria mais o estúdio, por motivos óbvios, não dava dinheiro. Diferente do pai, Joan não compreendia os motivos da mãe e extremamente abalada, tornou a tarefa de criar a canção, ainda mais valiosa, sentimentalmente falando. Gavin tinha um histórico musical, há muito esquecido, deixado nos tempos de faculdade com o pai de Joan. Quando conversou com a menina, ficou admirado com a esperteza e carisma, mas ainda mais pela sua incrível memória. Ele, que foi até ali para parar de pensar em Sidney, encontrou em Joan a chance de ouvir histórias com tamanha exatidão nos detalhes, que parecia estar diante do amado novamente. Uma amizade nasceu e um pacto, se Joan contasse todas as lembranças que tinha de Sidney, ele a ajudaria com a canção. Ouvir as lembranças de Joan foi maravilhoso, até que alguns fatos começaram a não bater e Gavin se viu de frente com o maior dilema da sua vida: Sidney era realmente quem ele imaginava? Na ânsia por encontrar respostas, arrasta a jovem amiga em uma aventura para descobrir os mistérios do passado do amado. Para Joan, tudo estava ótimo. Ganhando atenção de um adulto como nunca teve, ajudando em algo que parecia importante e ainda tendo auxílio na sua música, que a faria ser lembrada eternamente. Mas nenhuma distração foi o suficiente para fazê-la esquecer que em breve não haveria mais o estúdio do pai. Achando que poderia ajudar de alguma maneira, ela começa a aceitar explorar a curiosidade da mídia pela sua memória espetacular, para conseguir dinheiro e ajudar nas despesas do estúdio, mas escondida dos pais e se aproveitando dos momentos de
As Regras do Amor e da Magia ♥ Alice Hoffman

As Regras do Amor e da Magia Alice Hoffman Editora Jangada Grupo Editorial Pensamento “Nada de andar ao luar, usar o tabuleiro Ouija, acender velas, calçar sapatos vermelhos ou vestir roupas pretas; nada de andar descalço, usar amuletos, cultivar flores que desabrocham à noite, ler livros de magia, criar gatos e corvos ou se aventurar muito além da esquina de casa.” Sobre a Autora Alice Hoffman tem mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de Stanford e é autora de mais de trinta obras de ficção, muitas delas premiadas e elogiadas pelo The New York Times, Entertainment Weekly, Los Angeles Times, Library Journal e People Magazine. Seus contos de ficção e textos de não ficção foram publicados pelo The New York Times, Boston Globe Magazine, Kenyon Review, Los Angeles Times, Architectural Digest, Harvard Review, Ploughshares e por outras revistas. Alice também trabalhou como roteirista e é autora do roteiro original do filme Independence Day. Seu romance adolescente Aquamarine foi transformado num filme estrelado por Emma Roberts. Seu best-seller Da Magia à Sedução, hoje um clássico cult, foi adaptado para o cinema e deu origem ao filme homônimo, estrelado por Sandra Bullock e Nicole Kidman. Ela mora em Boston. Sinopse Em 1620, depois de ser acusada de bruxaria por amar um inquisidor, Maria Owens lança uma maldição em todas as gerações de mulheres de sua família: qualquer homem que se apaixonasse por elas estaria condenado à morte. Mais de trezentos anos depois, Susanna Owens mora na cidade de Nova York, com os três filhos adolescentes – a temperamental Franny, a doce Jet e o carismático Vincent -, e faz de tudo para protegê-los, escondendo o passado da família e criando algumas regras: é proibido andar ao luar, usar o tabuleiro Ouija, acender velas, criar gatos e corvos ou ler livros de magia. E o mais importante: é proibido se apaixonar! Mas não demora muito para que os irmãos comecem a descobrir seus poderes sobrenaturais e, junto com eles, os segredos e a maldição que assombra sua família. Agora, precisam buscar uma forma de violar as leis da magia sem sucumbir à maldição de Maria Owens. As Regras do Amor e da Magia é uma história que antecede o clássico cult Da Magia à Sedução, resgatando a história da família Owens e personagens já conhecidos. Um livro sobre magia, coragem e o desafio de aceitar a si mesmo para viver o verdadeiro amor. As Regras do Amor e da Magia Por favor, não se esqueça das regras: nada de andar descalço na terra ou brincar com velas, usar amuletos, vestir-se de preto ou calçar sapatos vermelhos. Nada de tentar trapacear o destino e, principalmente, nada de se apaixonar. Afinal, a maldição que corre no sangue de um Owens jamais ficará adormecida e sempre irá encontrar aqueles os quais possuem seu coração. “O que tem de acontecer, acontecerá, quer você aprove que não. Numa manhã de junho, a vida deles mudou para sempre. Era 1960 e havia no ar a sensação de que qualquer coisa poderia acontecer, de repente e sem aviso.” Franny, Jet e Vincet são irmãos Owens, ligados pela magia de seu sangue que a mãe, Susanna, insiste em manter sob águas calmas enquanto crescem numa mansão decadente na Nova York da década de 60. Como espíritos livres que são, o despontar para o que até então não passava de uma esquisitisse de família, vem com a visita à casa da tia Isabelle na recôndita Rua Magnólia, em Massachusetts. O convite é endereçado à Franny, a primogênita, que acaba de completar 17 anos, mas a jornada é feita em trio. “Cuidado com o amor, Maria Owens escrevera na primeira página do diário. Saiba que, para a nossa família, o amor é uma maldição.” A partir daí, a vida dos irmãos é entrelaçada em fios invisíveis de magia, misturada ao aroma cálido de lavanda e despertada através de ritos e passos necessários para executar feitiços e selar destinos. A maldição, parece um pequeno zumbido de um besouro que vem dizer mau agouro com o bater de suas asas e roer da madeira do chão. “A maldição era simples, ruína para qualquer homem que se apaixonasse por uma Owens.” A história, intercalando as três jovens vidas, segue o curso do rio, ora em seus marcantes acontecimentos, ora em doses de Chá de Cautela para acalmar os ímpetos estarrecidos. A semente do amor, necessariamente tolhida aos Owens por sua ancestral, não deixa de florescer em terreno salgado. Brota tão forte que parece ter tomado Chá de Coragem para conseguir desbravar até mesmo o coração indômito da Donzela de Espinhos. “Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém. O que você fizer retornará para você triplicado. Apaixone-se sempre que puder.” As regras da magia Vidas se entrelaçam, com outros Owens, com aqueles que o passado está intrincado desde à época da Inquisição e se mistura nas ruas barulhentas e desordeiras de Nova York, com pinceladas do aroma de magnólia de Massachusetts. Ambos locais são tão personagens quanto Jet, Franny e Vincent. Possuem pele que recobre suas ruas, odor próprio que perambula por cada esquina, do Central Park ao Lago Leech. Passeamos por cada canto de suas paisagens e conhecemos cada marco por um acontecimento da vida daqueles aos quais nos apegamos logo nas primeiras vezes que seus nomes surgem nas páginas. “Tudo pode se quebrar, e qualquer coisa quebrada pode ser consertada novamente. Esse é o significado de Abracadabra. Eu crio o que digo.” E seguimos nos encantando pelos personagens: somos apresentados à Isabelle Owens, que é uma força por si só. Conhecemos a bravura indômita de April Owens. E temos Levy e Haylin e William, com seus respectivos corações sob risco. Todos tão bem inseridos e apresentados, que é impossível ler e dizer desconhecer qualquer um que seja, não se apegar e afeiçoar. Não compreender e querer que a mão do destino seja mais forte que a da maldição. “Não estávamos lá quando essas coisas terríveis aconteceram, quando as mulheres eram acusadas de se
Intrínsecos #006

Intrínseco = que faz parte de ou que constitui a essência, a natureza de algo; que é próprio de algo; inerente. A palavra, que dá nome à Editora e da qual deriva o nome do seu clube do livro já indica, é algo pertencente à literatura, aos livros, ao mundo literário. O Intrínsecos é o Clube de Leitura da Editora Intrínseca. Nele, todos os meses os assinantes recebem um livro inédito no Brasil, em edição especial. Aumentando a experiência da leitura, alguns elementos acompanham a edição em capa dura do livro: marcador, cartão-postal, uma revista recheada de textos e ilustrações para ajudar no mergulho da obra e um brinde que remete à história. Os livros não seguem um gênero específico, passando por autores já consagrados e estreantes, a ideia é compartilhar bons livros e permitir que as novidades do mundo literário cheguem em primeira mão – e grande estilo – ao leitor. O Clube começou em outubro de 2018 e já trouxe títulos agora relançados em versões brochura, como O Construtor de Pontes, do autor Markus Zusak, Nove Desconhecidos da Liane Moriarty e Os prós e os contras de nunca esquecer de Val Emmich. Neste mês de março, tive o prazer de receber a Intrínsecos #06 em parceria com a Intrínseca, que veio com a experiência completa para a imersão na leitura de O que aconteceu com Annie, da autora C. J. Tudor, já conhecida no Brasil pelo sucesso de O Homem de Giz, publicado também pela Intrínseca. Sinopse: Uma noite, Annie desapareceu. Desapareceu de sua própria cama. Houve buscas, apelações. Todos pensaram o pior. E então, milagrosamente, depois de quarenta e oito horas, ela voltou. Mas ela não podia ou não iria dizer o que tinha acontecido com ela. “Algo aconteceu com minha irmã. Eu não posso explicar o quê. Eu só sei que quando ela voltou, ela não era a mesma. Ela não era minha Annie. Eu não queria admitir, nem para mim mesmo, que às vezes morria de medo da minha própria irmãzinha.” A edição, em capa grafite, detalhes em prateado, capa dura, com folhas amareladas de ótima leitura, compõe o estilo exclusivo da coleção. É impossível não se apaixonar e imaginar uma prateleira repleta dos exemplares coloridos! Junto do livro da vez, vieram os elementos que compõem a foto: o livro embalado em papel de impressão, marcador com frase bastante instigante sobre a história, uma revista repleta de informações e curiosidades e, claro, um incrível baralho manchado de sangue… O ambiente para a leitura está devidamente instaurado e, claro, ela já começa prendendo logo nas primeiras páginas e incitando um mistério que irá permear cada carta do baralho. Afinal, o que aconteceu com Annie? Por aqui, a experiência de leitura já começou incrível, do recebimento da caixa, às páginas do baralho, dos informações da revista, às páginas amareladas! Em breve, trarei resenha sobre essa leitura que têm me deixado agarrada às páginas! Sem dúvidas a mente não desliga do livro mesmo quando ele está fechado e à boa distância! Para quem quiser mais informações sobre o clube do livro, é só acessar o site oficial e conferir as condições e termos de assinatura do Intrínsecos! Vocês já conhecem o Intrínsecos? Já participaram de um clube do livro especial como esse? Informações retiradas do site Intrínsecos e newsletter da Editora Intrínseca.