Junte uma livraria ambulante, um desejo por recomeços e um pequeno vilarejo na Escócia e você tem um dos romances de chick-lit mais aconchegantes e fofos de todos os tempos! Por isso – e por ser meu favorito do gênero – trouxe para o blog uma seleção de quotes e trechos de A Pequena Livraria dos Sonhos.
A Pequena Livraria dos Sonhos é um romance leve e apaixonante da autora Jenny Colgan e que faz parte do Selo Romances de Hoje da Editora Arqueiro. O selo reúne obras de autoras contemporâneas com histórias leves e divertidas, mas que também abordam questões da vida da mulher moderna.
Além disso, se você quiser conhecer mais da história da Nina, você pode ler a resenha completa do livro clicando aqui. E, em seguida, você confere os dados do livro, sinopse e link da Amazon:

A Pequena Livraria dos Sonhos
- Título original:
- The Bookshop on the Corner
- Autoria:
- Jenny Colgan
- Autoria:
- Tradução Thaís Paiva
- Editora:
- Arqueiro
- Ano de lançamento:
- 2019
- ISBN:
- 978-8580419542
- Gênero:
- Ficção Contemporânea | Romance | Chick-lit
- Páginas (nº):
- 388
Quotes & Trechos de A Pequena Livraria dos Sonhos
Antes de mais nada, fique com as quotes e os trechos que marquei durante a leitura do livro e que, além de inspirar, são também pequenos motivos para te convencer a ler:
“Passar a vida só olhando para o futuro pode ser bem irritante. Pelo menos, era o que Nina pensava.”
“É o que fazem com livros mortos, você não sabia? São reciclados e viram forro para estradas. Para que os carrões possam passar por cima de séculos de pensamentos e ideias e intelectualismo, esmagando metaforicamente o amor pelo conhecimento com seus grandes pneus idiotas, esse bando de fanfarrões que estão matando o planeta.”
“Mas às vezes Nina achava que o mundo não fora feito para pessoas como ela. Pessoas confiantes e de personalidade forte, como Surinder, nunca entenderiam. Se você não era uma pessoa extrovertida, se não passava o tempo inteiro se colocando sob os holofotes, postando selfies, exigindo atenção, falando sem parar… bem, então as pessoas simplesmente não viam você. E aí você era negligenciada. No geral, Nina não se incomodava em ser essa pessoa.”
“Ela, por sua vez, recorria aos livros sempre que perigava se confrontar com a realidade – ou melhor, com seus aspectos mais sombrios. Quando ficava triste, os livros eram seu consolo; quando se sentia só, eram eles seus amigos. Eram eles que cuidavam do seu coração partido e a encorajavam a manter a esperança quando estava na pior.”
“O importante é fazer alguma coisa. Se cometer um erro, é só consertar. Mas se você não fizer nada, nunca terá nada para consertar. E a sua vida pode acabar virando um arrependimento sem fim.”
“Eu quero estar entre livros, tê-los à minha volta.”
“Nina já tinha aprendido que, quanto mais conservadoras as roupas da pessoa, mais depravada era a ficção de que gostava, e sempre pensava que isso devia ajudar a manter o equilíbrio cósmico.”
“… quando a gente assiste a um filme, sente que está vendo o que acontece. Sabe como é? […] mas ao ler um livro, a gente sente que está vivendo dentro dele.”
“Acho que você conseguiu descobrir o que fazer na vida e o lugar onde fazer. E a maior parte das pessoas não dá essa sorte. Nem de longe.”
“Para Nina, livros – e, às vezes, a música – eram a melhor forma de cobrir essa distância, de ligar o universo interno ao externo; palavras agindo como um mero duto entre os dois mundos.”
“Acho que a gente pode fazer mais do que a gente acredita. Se tem algo que aprendi é que a gente nunca sabe do que é capaz até tentar.”.
Luly Lage
Oi, Re!
Eu tô rindo (e concordando) horrores com a citação que relaciona o conservadorismo da roupa ao tipo de leitura, amei!
Mas minha favorita meeeesmo foi a segunda, sei lá, me pegou de jeito. Não conhecia esse livro – tô tão por fora! – mas fiquei com mega vontade de ler, vou lá na suua resenha já já conferir!
Beijos, beijos!