Análises de Filmes, por Mr. Darcy

Meus caros, a pedido de minha amada esposa, senhora Elizabeth Darcy, venho vos apresentar uma relação de películas as quais a mesma encarecidamente fez-me-a acompanhar durante a exibição. Como é sabido por aqueles poucos que me são próximos, sou adverso às engenhosidades modernas, especialmente por se tratarem de indivíduos inócuos fingindo serem pessoas e, especialmente, coisas as quais não o são. Atingindo, em alguns casos, níveis absurdos que insultam minha inteligência. Entretanto, fui exposto à uma diversidade de conteúdos nos últimos meses, aos quais venho reportar na listagem que se segue, muito provavelmente, evitando que tenham o infortúnio de dispender horas de suas vidas em tarefas tão absurdas como a de assisti-los.

Collateral Beauty

Bom dia, tarde noite everyone! Saí da pré-estréia de Beleza Oculta completamente embasbacada e com olhos ainda úmidos (sim, eu a pessoa que não chorava em absolutamente filme algum… a idade vai chegando e a gente muda, essa é a realidade). A impressão que o filme me deixou foi tão marcante e bonita que resolvi fazer um post extra aqui pro blog (já que estou mantendo o esquema de postagens domingo e quinta de resenhas literárias e terças livres…rs). Então, bora recomendar mais um filme: Título em Português: Beleza Oculta Título Original: Collateral Beauty Estréia no Brasil: 26 de Janeiro Estréia EUA: 16 de dezembro de 2016 Sinopse: Howard (Will Smith) entra em depressão após a morte de sua filha, com isso, ele passa a escrever cartas para os três pontos chaves que ele sempre lembrava em seus discursos motivacionais na empresa de propagando que possui com seu amigo Whit (Edward Norton): a Morte, o Tempo e o Amor. O que Howard não espera é que a Morte (vivida por Heln Mirren), o Tempo (vivido por Jacob Latimore) e o Amor (vivido por Keira Knightley) de fato respondessem, pessoalmente, suas mensagens. O filme recebeu duras críticas desde sua estréia em dezembro e não teve grandes arrecadações. Contudo, eu estou aqui apenas para rasgar seda do filme e listar vários bons motivos para você ir ao cinema e não perder a chance de ver ainda na tela grande! E, se é do tipo que chora em longas emocionantes, leve um lenço (ou um balde) também!

A Boa Mentira

Bom dia, tarde e noite folks! Mais uma indicação de filme dos achados na Netflix. Na verdade, não é bem um achado porque o filme é da Paris Filmes e tem a Reese Witherspoon bem em destaque, na capa, o que já é suficiente para vender. Ainda assim, eu não conhecia o título e na Netflix você irá encontrar como ‘Uma Boa Mentira’, apesar de, em outros locais, constar como ‘A Boa Mentira’. Título: A Boa Mentira Título Original: The Good Lie Disponível no Netflix Direção: Philippe Falardeau Paris Filmes Ano: 2014 Sinopse: A guerra entre o Sudão do norte e do sul iniciou-se em 1983, destruindo vilarejos e devastando o país. Em 1987, milhares de crianças começam uma marcha em direção à Etiópia e depois ao Quênia, estas crianças ficaram conhecidas como ‘os garotos perdidos do Sudão’. O filme retrata a história dos sudaneses Mamere (Arnold Oceng), Jeremiah (Ger Duany), Paul (Emmanuel Jal) e Abital (Kuoth Wiel), que esperam no campo de refugiados do Quênia para serem levados aos Estados Unidos, conseguindo suas passagens apenas treze anos depois. Os quatro são recebidos por Carrie Davis (Reese Witherpoon), uma agente de empregos que foi destinada a lhes conseguir empregos, que é a condição de permanência no país.

Fallen ♥ Análise do Livro e do Filme

Bom dia, tarde e noite people! Após um pequeno hiato aqui no blog, volto para falar de uma das minhas coisas favoritas: cinema! Ou, se é que dá para melhorar, a adaptação de livros para o cinema. Claro que várias deixam a desejar, mas é sempre bom a expectativa e ver a versão da história tão adorada de um livro, na tela grande. E ressalto a palavra versão porque, esperar qualquer coisa ipsis litteris, é impossível. Acho que as boas adaptações são aquelas que, ainda que com mudanças, não perdem a essência do livro. Não costumo ser adepta a apenas dizer que o livro é melhor só porque é mais completo ou apresentou algo de uma maneira diferente. Aliás, nem sou dada muito à comparações do gênero, ou melhor dizendo, sim, eu comparo, porque é praticamente inevitável, mas eu tento sempre avaliar a obra sob seu tipo próprio, um filme como um filme e um livro como um livro. O livro Fallen, ao contrário do que muitos pensam, é uma quadrilogia, ou série, como preferir definir, da autora Lauren Kate, lançado no Brasil pela Editora Galera, e não uma trilogia, composta pelos seguintes títulos: Fallen, Tormenta, Paixão e Êxtase. Há ainda três spin-off: Apaixonados, Anjos na Escuridão e O Livro de Cam (o único que ainda não li e está na lista de leitura de 2017).

BEDA #13 ♥ Tallulah

Bom dia, tarde e noite for everybody! Décimo terceiro dia de BEDA, se aproximando já da metade do mês e, claro, das postagens, é a vez de falar de mais um filme! O escolhido de hoje é o filme Tallulah, uma produção original da Netflix, que assisti logo em seguida a terminar Honding The Man (tem post aqui no blog sobre o filme, só ver aqui). Tallulah Classificação 14 anos Direção Siân Heder Produção Original Netflix Sinopse: Roubar um bebê não era bem o plano. Mas uma decisão instintiva transforma uma vida de rebeldia em esperança. (Fonte: Netflix)

BEDA #7 ♥ Holding The Man

Bom dia, tarde e noite people! Neste domingo preguiçoso, sétimo dia de BEDA (quem não conhece o projeto pode ficar por dentro clicando aqui), dia de postagem aleatória, vou falar de dois filmes que foram dois pequenos achados na Netflix, eu ia falar de dois filmes, mas me empolguei tanto falando do primeiro que achei melhor deixar o outro para um próximo post. Ontem à noite eu assisti a Holding The Man e a Tallulah, filmes que encontrei por acaso na Netflix e resolvi ver. Confesso que estava procurando filmes leves, mas nenhum pode ser enquadrado nessa definição. Não que sejam os filmes mais tristes que já assisti, mas não são filmes totalmente ‘light’, por assim dizer. Holding The Man (a versão disponível no Netflix também aparece com o nome em inglês, em tradução livre seria algo como “segurando o homem” e se refere a uma transgressão às regras do futebol australiano – Fonte: Wikipedia) Direção Neil Armfield Classificação 18 anos A sinopse, nas palavras de chamada do Netflix, compreende: “As dificuldades em uma história de amor impossível foram vencidas. Será preciso lutar para superar novos desafios.”. (Fonte: Netflix)