dentre tantos, favoritos e prediletos…

dentre tantos, favoritos e prediletos… Não sou de ter um ou dois. Até mesmo mesmo três ou quatro… é pouco em demasia. Enumerar em ordem de preferência é, provavelmente, algo ao qual não fui letrada. Variam de estado. De estado de espírito. Da meu e do deles. Não é ser feito de células, carne, osso e líquido rubro. É de ideias, de rabiscar da ponta do lápis-caneta-lapiseira ao papel, ou até ao dedilhar das teclas da máquina de escrita ou teclado. É ser feito de tempestade, fúria, inconformismo e indigna-inação, como diria o Skank. É quem transpira pelas palavras, pelos gestos e pelas consoantes. Que ama e desama as vogais. Que faz o queixo de leitor cair, traz perplexidade pela alma destroçada, esmiuçada e analisada sob o crivo do bom legista que é. Sangra em cada palavra. Traça cada uma em mente para então buscar a sonância, a cadência que mais lhe atrai como primeiro leitor que é de si mesmo.