Análises de Filmes, por Mr. Darcy

Meus caros, a pedido de minha amada esposa, senhora Elizabeth Darcy, venho vos apresentar uma relação de películas as quais a mesma encarecidamente fez-me-a acompanhar durante a exibição. Como é sabido por aqueles poucos que me são próximos, sou adverso às engenhosidades modernas, especialmente por se tratarem de indivíduos inócuos fingindo serem pessoas e, especialmente, coisas as quais não o são. Atingindo, em alguns casos, níveis absurdos que insultam minha inteligência. Entretanto, fui exposto à uma diversidade de conteúdos nos últimos meses, aos quais venho reportar na listagem que se segue, muito provavelmente, evitando que tenham o infortúnio de dispender horas de suas vidas em tarefas tão absurdas como a de assisti-los.
Fallen ♥ Análise do Livro e do Filme

Bom dia, tarde e noite people! Após um pequeno hiato aqui no blog, volto para falar de uma das minhas coisas favoritas: cinema! Ou, se é que dá para melhorar, a adaptação de livros para o cinema. Claro que várias deixam a desejar, mas é sempre bom a expectativa e ver a versão da história tão adorada de um livro, na tela grande. E ressalto a palavra versão porque, esperar qualquer coisa ipsis litteris, é impossível. Acho que as boas adaptações são aquelas que, ainda que com mudanças, não perdem a essência do livro. Não costumo ser adepta a apenas dizer que o livro é melhor só porque é mais completo ou apresentou algo de uma maneira diferente. Aliás, nem sou dada muito à comparações do gênero, ou melhor dizendo, sim, eu comparo, porque é praticamente inevitável, mas eu tento sempre avaliar a obra sob seu tipo próprio, um filme como um filme e um livro como um livro. O livro Fallen, ao contrário do que muitos pensam, é uma quadrilogia, ou série, como preferir definir, da autora Lauren Kate, lançado no Brasil pela Editora Galera, e não uma trilogia, composta pelos seguintes títulos: Fallen, Tormenta, Paixão e Êxtase. Há ainda três spin-off: Apaixonados, Anjos na Escuridão e O Livro de Cam (o único que ainda não li e está na lista de leitura de 2017).
BEDA #13 ♥ Tallulah

Bom dia, tarde e noite for everybody! Décimo terceiro dia de BEDA, se aproximando já da metade do mês e, claro, das postagens, é a vez de falar de mais um filme! O escolhido de hoje é o filme Tallulah, uma produção original da Netflix, que assisti logo em seguida a terminar Honding The Man (tem post aqui no blog sobre o filme, só ver aqui). Tallulah Classificação 14 anos Direção Siân Heder Produção Original Netflix Sinopse: Roubar um bebê não era bem o plano. Mas uma decisão instintiva transforma uma vida de rebeldia em esperança. (Fonte: Netflix)
BEDA #7 ♥ Holding The Man

Bom dia, tarde e noite people! Neste domingo preguiçoso, sétimo dia de BEDA (quem não conhece o projeto pode ficar por dentro clicando aqui), dia de postagem aleatória, vou falar de dois filmes que foram dois pequenos achados na Netflix, eu ia falar de dois filmes, mas me empolguei tanto falando do primeiro que achei melhor deixar o outro para um próximo post. Ontem à noite eu assisti a Holding The Man e a Tallulah, filmes que encontrei por acaso na Netflix e resolvi ver. Confesso que estava procurando filmes leves, mas nenhum pode ser enquadrado nessa definição. Não que sejam os filmes mais tristes que já assisti, mas não são filmes totalmente ‘light’, por assim dizer. Holding The Man (a versão disponível no Netflix também aparece com o nome em inglês, em tradução livre seria algo como “segurando o homem” e se refere a uma transgressão às regras do futebol australiano – Fonte: Wikipedia) Direção Neil Armfield Classificação 18 anos A sinopse, nas palavras de chamada do Netflix, compreende: “As dificuldades em uma história de amor impossível foram vencidas. Será preciso lutar para superar novos desafios.”. (Fonte: Netflix)
Para Ser Escritor – Parte I ♥ Charles Kiefer

Hello people! Como cheguei a dizer escrever em Os Ismos Nossos de Cada Dia, esse era para ser o primeiro post com “conteúdo” aqui do Retipatia. Como o assunto anterior acabou passando a frente por necessidades claras, adiado foi, mas adiado não permanecerá. Ganhei o livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer, em janeiro deste ano de duas pessoas muito especiais na minha vida. Sabendo do meu amor pela escrita, elas esmiuçaram atrás desse pequeno livro, até que o conseguiram e fui presenteada. Aproveito para reforçar o muito obrigada pela ótima escolha e pelo excelente presente!