
Bom dia, tarde e noite folks!
O nosso 4 on 4 do mês passado digievoluiu e agora somos o tradicional e conhecido 6 no 6! O mesmo Bat-tema, ‘o que te inspira?’, me levou a tirar 6 fotos representando mais algumas das minhas inspirações… Simbora ver quais são:
Apesar da foto ter várias velinhas e o cheiro delas ser muito inspirador para mim, o processo de fazer velas também é muito inspirador. Pode parecer que é só juntar ingredientes e voilá, sua vela está pronta, mas, para mim, é um pouco mais que isso. Começa com o tema, passa pela cor da vela, pelos aromas que vão compor seu buquê, a confecção da etiqueta personalizada, e então, de fato, fazer a vela com todas suas misturas e cuidados necessários. É o tipo de coisa que podem ter mil tutoriais na internet, mas que alguns detalhes, no fim das contas, você só descobre fazendo e testando. Sim, dá trabalho. Mas é também uma terapia e, desde que abri a Unicorn Candles, minha lojinha de velas, fico cada dia mais satisfeita com os aromas que tenho criado e a recepção das pessoas para com elas.

No mês passado, minha mãe ganhou ingressos para assistir a Opereta ‘Bastião e Bastiana de W. A. Mozart’ e eu fui com ela conferir. No original, ‘Bastien und Batienne’, composta por Mozart quando ele tinha apenas 12 anos. Uma opereta (não, não é apenas o nome de um chocolate… rsrs), é uma ópera de pequena duração e, neste caso, é uma adaptação da obra original, já que foi traduzida e adaptada para o português. A realização do espetáculo foi através de vários apoios, entre eles, da Lei de Incentivo à Cultura (sim, ela funciona para muitas coisas boas!).
O espetáculo conta a história de Bastião e Bastiana, um casal de namorados que se separa quando Bastião conhece outra garota. Um “mago” oferece ajuda para cada um deles, em separado, quando àqueles o procuram desejando reatar o namoro. (Se quiser saber mais, clique aqui!).
A história é engraçada e super descontraída. O mago é, na verdade, um charlatão, que faz tudo apenas para ganhar dinheiro. Ainda assim, é ele quem faz render as melhores e mais profundas falas da opereta, por assim dizer. É ele quem dá o tom e deixa tudo mais dinâmico. No início da opereta, ele distribui seus cartões de visita (o que estou segurando aí na foto), oferecendo seus serviços de ‘amarração para o amor’.
Como diria Bastiana, ‘há razão em toda loucura‘ e, como diria o mago, ‘os jovens de hoje não escutam. A não ser que você seja um mago‘.
E, apesar de eu não ser, nem de longe, frequentadora assídua de teatro, sou amante da música clássica, do bom humor, das histórias de amor e da arte. E tudo isso, me inspira.

Seja no papel, no computador, na máquina de escrever ou no celular. Escrever é e sempre será inspirador para mim. Podem me perguntar se não seria o contrário. Se, para escrever que é necessário ter inspiração. Talvez. Também. Escrever é um ritual. É desvendar em palavras o que os personagens me dizem em sussurros e sentimentos. É mostrar o que quero dizer, sem dizê-lo de verdade. E, o que foi escrito, o ato de escrever e a vontade de escrever, me movem, me colocam pra frente, me fazem sentir que tudo têm sentido. Que tudo é sentido.

Ler. É óbvio que estaria aqui, não é mesmo? É engraçado como ler é um ato íntimo. Não do tipo que seja necessário fazer em reservado, mas porque, de um jeito ou de outro, cada palavra e frase, cada texto, tem um efeito diferente sob cada pessoa. Simplesmente porque cada leitor é único. Cada um irá captar uma nuance diferente do que o autor escreveu, do que ele pretendia passar, do que ele não passou, do que queria expressar e não conseguiu, do que deveria ter sido dito, do não dito, das coisas que nem mesmo ele imaginou estarem presentes em suas palavras. Como leitora, eu sou pura expectativa, de que tudo que eu leio, irá, irremediavelmente, fazer parte da construção eterna do meu ‘eu’. E, como quem ouve as palavras de quem lê o que eu escrevo, sou prova de que nada, de fato, está nas mãos do escritor, mas sempre, do leitor. É ele quem dá vida à uma história escrita, à um texto narrado, à um poema poetizado.

Ouvir música. Se pudesse escolher um dom, sem dúvidas seria o da música. Contudo, qualquer nota que eu entoo parece mais uma taquara rachada… vida que segue, né?!… rsrs Acredito que a vida tenha trilha sonora (ou gostaria que tivesse) e que qualquer hora é hora para ouvir música. Que música é alimento da alma e que dá ritmo à vida. Se pudesse, realmente ouviria música enquanto trabalho, porque, fora de lá, eu realmente ouço música o tempo todo! E sim, eu também gosto muito de headphones, ainda faltaram uns três aí nessa foto! rsrsrs

É sempre hora do chá por aqui. Posso beber chá pela manhã, ou de tarde ou de noite. Ou todos esses horários. Não há um mínimo ou máximo. E, sim, uma caneca de chá (porque a xícara e bule fofos foram usados sim, mas apenas para a foto! ehehe), me inspira. O sabor, o aroma, a sensação aconchegante do líquido quente. Se estiver calor, bora fazer chá gelado que eu também amo! Aceita um chá (ou umas uvas, marshmallows e chocolate)?
Para ver as postagens das outras 5 garotas que completam o 6, é só acessar: Bia, do Anota Aí; Kah, do Fofuras da Kah; Joicy, do Diário Azul; Paulinha, do Paulinha Silva e Vivi do Fotografando Inspirações.
Que a Força esteja com vocês!
xoxo

