Alice no País do Amor ♥ Lucilla Guedes

Em 24.04.2017   Arquivado em Resenhas

Bom dia, tarde e noite folks!

Hora de se aventurar no mundo das maravilhas, ou melhor, no mundo do amor, com a resenha do livro Alice no País do Amor, da autora parceira do blog Lucilla Guedes, publicado pela Chiado Editora. Agradeço imensamente a autora pela confiança e carinho em compartilhar sua obra aqui com o blog.

Sente-se, acomode-se e prepare-se. É hora do chá.

“As cláusulas anãs dizem que até podemos fazer o que quisermos, desde que dentro do pequeno cercado que fomos erguendo, tijolo por tijolo, durante o período de escolhas erradas ou de indecisão… Intricado, não?”

Sobre a Autora

Lucilla Guedes é mineira, morou alguns anos em São Paulo e cresceu em Curitiba. Casada com os livros e amante do cinema, sempre se aventurou pelo mundo das artes: fez dança, participou de grupo de teatro, cantou em corais e até ganhou um concurso de karaokê. Seus livros preferidos cabem em uma estante e já assistiu ao filme “Cantando na Chuva” quarenta e nove vezes. Apaixonada por poesia e pelo mistério das palavras, graduou-se em Direito e atua na área jurídica. Nos últimos anos, decidiu dedicar parte de seu tempo à coisa que mais gosta de fazer: escrever. Alice no País do Amor é seu romance de estreia. (Fonte: primeira orelha do livro)

“Será que existe gene da felicidade? Do otimismo? Se sim, acho que não fui contemplada.”

Sinopse da Obra

Instruções: Siga a trilha do coelho branco e “caia de amores” por esta história em que conquista, paixão, personagens pirados de filmes, gurus do amor e anciãos malucos se misturam, trazendo situações engraçadas, revelações e muito, muito romance…

Alice é uma advogada beirando os trinta anos, que mora em Curitiba e sonha com o verdadeiro amor. O problema é que ela é apaixonada – desde menina – por Max (atual namorado de sua melhor amiga, Helen), nutrindo, por ele, uma paixão platônica.

Esse sentimento se reacende na época da faculdade quando o reencontra como professor do curso de Direito. Alice resolve não revelar que fora sua vizinha quando criança e inicia um flerte com Max, mas a história toma outro rumo quando ele conhece Helen e eles começam a namorar.

“É claro que eu já tinha uma predisposição natural ao romantismo. Somos aquilo que somos, seja lá o que isso signifique.”

Sofrendo com essa paixão não correspondida, Alice conta sempre com o apoio de Alan, seu amigo e confidente, mas vê evaporarem suas últimas esperanças ao saber que Max pediu Helen em casamento. Abalada com a notícia, com a autoestima “no pé” e tentando “dar a volta por cima”, Alice decide ousar, com um vestido para lá de provocante, justamente na festa de aniversário à fantasia de Helen (em que quase todos estão vestidos como as personagens de Alice no País das Maravilhas) e então desperta – novamente – o interesse de Max, que tenta seduzi-la.

Será que Alice conquistará o homem dos seus sonhos?

“- Meu caro, o amor – não importa se outra palavra for escolhida em seu lugar – faz parte de nós. Pense nele como um clone nosso. Éramos crianças, ele era criança; nos tornamos adolescentes, cheios de espinhas, ele também; foi crescendo, na exata medida que nós, sendo burilado, aperfeiçoado. Talvez todo o resto cresça minimamente, o amor não. Ele é o pé de feijão mágico que estica até sumir nas nuvens.”

Impressões Sobre a Obra

Alice é uma advogada beirando os trinta que vive sua vida repetitiva em Curitiba. Boa parte das aspirações tradicionais dos adultos de sua idade foram alcançadas: sucesso na carreira = check; independência = check; sucesso na vida amorosa = opa… espera! Que horas é mesmo o chá?

Nossa protagonista teve uma infância conturbada em casa e, por isso, encontrou sua própria versão de anjo da guarda na casa ao lado. Enquanto ela era uma criança, ele um adolescente que tinha em alguns momentos as palavras que ela precisava ouvir e, em outras, um picolé, foi o suficiente para eternizá-lo como salvador.

“O amor é forte o bastante pra coexistir com qualquer outro sentimento ou emoção.”

Moldada por essa imagem, Alice sempre manteve a imagem de Max no pedestal e, quando ela ingressa na faculdade, o ideal mítico é atingido quando ninguém menos que Max se torna um de seus professores no curso de Direito. A aproximação entre os dois é clara, reacendendo todas as sensações que seu coração guardou com todo cuidado. A ideia de que ele também estaria se apaixonando por ela não sai de sua cabeça e, claro, bagunça todos seus sentimentos.

Encontros e mais encontros vem e vão, até o dia em que Alice tem certeza de que Max e ela terão seu momento. A queda brusca na toca do coelho em direção ao tão esperado País das Maravilhas é suplantada pelo elemento surpresa chamado Helen. A melhor amiga de Alice surge na festa e os olhares de Max não são mais direcionados a nossa protagonista narradora, mas à mais chamativa personagem da história: a Rainha de Copas.

“Incrível como a memória funciona bem quando tem emoção envolvida. Tudo é revivido: cores, aromas…”

O enlace estava feito, a partir daí, Alice só ouviria falar do relacionamento que surgia, do namoro e, claro afastar-se de Max, para ela, era a coisa mais natural. Suas esperanças foram destroçadas, mas, com a ajuda de seu fiel escudeiro  Alan (ou seria do Sr. Coelho?), a ideia de que tudo fora superado parece finalmente alcançada.

Tudo isso até o ponto de virada. A notícia do casamento entre Helen e Max é o suficiente para destroçar mais uma vez o coração já fatigado e as esperanças de Alice. Max nunca seria seu, afinal de contas. E, é exatamente quando tudo parece estar caminhando para o precipício que as coisas pioram. O aniversário de Helen está chegando e uma festa a fantasia, espalhafatosa como só a aniversariante é capaz de fazer, está prestes a ocorrer.

“Nada acontece por acaso, sempre há uma teia de fatos que deságuam em alguma coisa, cabe a você descobrir a trilha.”

Num último golpe de tentar superar a tristeza, Alice toma todo o conteúdo do vidro escrito ‘beba-me‘ e aparece na festa perfeitamente vestida de Alice, não ela mesma, é claro, mas numa versão sexy e morena da Alice criança e loira de Carrol.

Mas, não se faz o País das Maravilhas sem os personagens principais: a Rainha de Copas, o Chapeleiro Maluco e um Coelho Branco um tanto quanto mal interpretado, mas que se juntou ao Quarteto Fantástico, no fim das aparências.

“Uma saudade pontiaguda me invadiu. O quarto estava impecavelmente limpo e as coisas, intocadas desde quando saí de casa, encaravam-me, reprovando minha ausência. Minha ausência prolongada tornara-se uma presença.”

O que Alice não esperava era que Max fosse reagir a transformação que a poção de crescimento trouxe. Uma noite inteira de flertes, uma Rainha de Copas adormecida como uma das  princesas de outro conto de fadas. Uma Alice e um Chapeleiro saindo juntos da festa. Um Coelho um tanto quanto perdido.

Alice finalmente tem seu desejo concedido, Max é seu, ao menos por uma noite. O que vem depois? A mente conturbada, o peso, o rancor e, numa descoberta, a verdade: Helen está grávida de Max.

“Naquela noite, a cidade era de papel ordinário e os edifícios, colmeias iluminadas. E lá estava eu, debruçada numa das janelinhas do meu vespeiro. Mais um inseto entre tantos, com uma história que não passava de uma versão grotesca e incompleta das já contadas.”

Apoiando-se em seu amigo de tão longa data quanto Helen o é, Alice parte para a casa dos tios de Alan, nos arredores de São Paulo, numa tentativa de amainar seus sentimentos tão controversos em relação a ela mesma, à Max e Helen.

O tempo, como era de se esperar de uma história repleta de Maravilhas do País mágico de Carrol, não passa como se deve, mas como ele próprio quer e logo Alice se vê envolta em novos sentimentos e se questionando o que, afinal de contas, deveria ser feito de sua vida e daqueles que a cercam.

“Eram daquelas pessoas que te deixam à vontade logo de cara. Minha mãe as chama de “pessoas-sapato-velho”. Diferentes de alguns, que mais se parecem com um sapato de salto-agulha altíssimo e de couro falsificado.”

O que Alice decide muda o trajeto da vida de todos ao seu redor e, especialmente, a sua própria. O desenlace desse espetáculo, você precisa, é claro, conferir no livro Alice no País do Amor.

Se os primeiros pensamentos que vieram à sua mente foram algo do tipo, “que espécie de amiga Alice é para seduzir o namorado/noivo da melhor amiga?“, pare e abra sua mente, as coisas não são o que aparentam. E, devo ressaltar, eu fiquei com sentimentos muito duvidosos acerca de Max e Alice em todo começo da história, tentando desvendar no cerne de cada um desses dois personagens o que cada um realmente sentia e pensava a respeito desse triângulo amoroso totalmente complicado.

“Antes disso, é preciso que reconheçamos cada traço mórbido, cada expressão vazia. Para amar, antes temos que morrer. Abandonar a vida postiça e renascer para a legítima.”

Alice, nossa mocinha, é um tanto quanto como a personagem de Carrol, tem um mundo de ponta a cabeça dentro da própria mente. E, como a vida parece não seguir um ritmo que atenda às suas expectativas, as desilusões são certeiras e, as viagens dos pensamentos, constantes, agindo como verdadeira fuga do que a cerca.

A verdade é que nossa narradora é, como tantas de nós, romântica incurável, sonhadora. Bastante pé no chão quando quer e ótima conselheira, também (quem nunca aconselhou com aquele conselho que nós mesmos somos incapazes de seguir?).

“A noite já havia caído. Do outro lado da rodovia, os faróis dos carros ofuscavam nossos olhos. Lembrei-me da comparação que Alan havia feito entre se apaixonar e anoitecer. Ele tinha razão. Nunca ninguém havia visto o momento exato do cair da noite.”

O embate principal que Alice passa pela história, vai além do conflito moral entre amar o namorado da amiga, aquele homem tão fantasticamente esculpido em seu coração ao longo dos anos. Chega ao ponto de questionar como é possível reconhecer o amor? Como saber desse sentimento lindo que tantos falam e idealizam? Será arrebatador? Será calmo e fácil? Difícil e tempestuoso? Amor e sexo tem a ver? O quanto estamos preparados para amar? O quanto estamos aptos a reconhecer o amor quando ele está logo a nossa frente? Amor é paixão? E paixão, tem amor?

Uma das surpresas da história, é justamente essa. Ao mesmo tempo que Alice debate consigo mesma e, em alguns momento com Alan, a relação que tem com a própria amiga Helen e com a idealização do homem perfeito a.k.a. Max, ela debate consigo mesma sobre o que é o amor. Ela é cheia de expectativas e fantasias sobre um sentimento mágico e arrebatador, que seria inconfundível. Algo que, quando surgisse, seria impossível não reconhecer. Mas é assim mesmo?

“- Não se trata disso, se trata de reconhecer os sinais, interpretar os acontecimentos, ler uma pessoa como se fosse um livro. Digamos que você seja o meu livro de cabeceira.”

Em um mundo que estamos tão cercados de idealizações, que vão de nossa aparência ao comportamento, é impossível não criar expectativas em cima de ideias, em alguns casos, fantasiosas. Se o amor é arrebatador? Pode ser. Pode ser terno e calmo? Também. Há uma certa quebra de paradigma no que diz respeito às expectativas de Alice, já que tudo que ela tinha como certo é colocado em voga, como se a fumaça de um narguilé tivesse se misturado as coisas e as embaralhado. Ou talvez, tudo pareça um pouco como a louça bagunçada do eterno chá do Chapeleiro Maluco e da Lebre de Maio.

Não pense que os outros personagens estão aéreos no meio disso tudo. Os dois mais explorados são Max e Alan. O primeiro deles por ser o “objeto proibido de desejo” e Alan, por representar o porto seguro de Alice. Ambos vão se mostrando ao decorrer da história. Cada qual com suas próprias características que, apesar de esperadas pela leitora aqui, são reveladoras para nossa Alice. Helen não chega muito a ser bem explorada na história e, seu comportamento e jeito de ser, resta por ser quase uma incógnita no fim das contas. A Rainha de Copas tem muito a que nos contar sobre governar um reino, eu diria.

“Será que o amor podia se infiltrar, devagarzinho, pelas ranhuras da convivência? Será que os solavancos da estrada podiam embaralhar e desembaralhar os sentimentos do coração?”

Um dos encantos da leitura da narrativa que Lucilla construiu no livro, é o próprio País das Maravilhas criado na mente de Alice. Como já dito, ela pensa em verso, em comparações e composições que meros mortais não seriam capazes de criar, quiçá, pensar. E, mesmo que isso possa parecer melódico, estar dentro da mente de Alice é um excelente trabalho de raciocínio. Ela se pega pensando em trivialidades de um modo tão particular que nos faz refletir sobre estas mesmas coisas, enquanto acompanha suas ideias. Para dizer o bem da verdade, os pensamentos de Alice são tão vivos que são quase como um outro personagem, um que existe apenas na mente da protagonista, mas o qual nos é permitido conhecer.

Alice no País do Amor é um romance leve e, ao mesmo tempo, capaz de fazer pensar muito na vida e no amor. Em como tudo pode parecer muito certo e não o ser, em como tudo pode ser bem mais do que se espera ou bem menos. Em como cada um pode se surpreender e descobrir coisas incríveis, desde que permita que o mundo ao seu redor se encontre com o mundo que vive dentro de cada um.

“A vida era mesmo como um rascunho nunca passado a limpo, ou um ensaio que nunca se transformava em noite de estreia. Mas quer saber? É assim que deve ser.”

Fatos rápidos e aleatórios que quero destacar:

  • Preciso citar algumas referências que a história faz e que me deixaram, não apenas feliz, como empolgada. Alice é uma amante do cinema em preto e branco e faz inúmeras referências a filmes durante a trama. Além disso, um dos meus seriados/filmes do coração aparece em uma comparação mais que bem vinda entre personagens. Sex And The City é lembrado nos pensamentos de Alice e nas suas conversas com Alan, assim como cada uma das quatro personagens da série/filmes, Carrie, Samantha, Miranda e Charlotte. Terminei querendo reassistir toda a série e os filmes;
  • Tem várias e várias outras referências cinematográficas adoráveis no livro, inclusive, como o próprio nome sugere várias ao mundo do País das Maravilhas, tanto à obra mãe de Lewis Carrol, quanto ao filme de Tim Burton;
  • Esse é spoiler, então, se não quiser saber, pule pro próximo tópico: Alan, eu torci por você desde que li a sinopse! rsrsrs;
  • Preciso discordar veementemente de uma frase que Alan disse à Alice (e olha que eu concordo com quase tudo que ele diz… rs): “– Cafajestes não são forjados, eles nascem…“. Alan, eu preciso dizer que não é bem assim. Ninguém nasce “cafajeste”, é moldado, pela vida, pelas escolhas, pela educação e pela moral. Isso seria o mesmo que dizer que ser mau caráter é uma condição de nascença, mas não é. É algo que se aprende na sociedade, não uma condição irrefutável que nos é dada ao nascimento.
  • Preciso dizer que, quando li a sinopse, “Alice, quase trinta, advogada, sonha com o verdadeiro amor.”… É risível, parecia uma auto-retrato meu com outro nome e localidade (também sou mineira, como a autora e formada em Direito, como ela e a personagem do livro! rs) Só que Alice é mais sonhadora como Charlotte e eu, uma sonhadora um pouco mais à lá Carrie;
  • No fim do livro, tem uma listinha de músicas e uma de filmes super recomendável!
  • Achei que o fim, fim mesmo, um pouco corrido. Vem o segundo spoiler, não leia se não quiser: não precisava chegar ao casamento rápido e toda a pressa em concretizar o amor, por assim dizer. Ainda mais quando penso que Alice mal descobrira seu amor, fiquei com a sensação que o casamento era o único caminho lógico e imediato a ser seguido. Não acho que a sequência lógica seja essa, por mais que a sociedade nos leve a pensar assim. O ponto feliz, o “momento Charlotte” de Alice, viria de qualquer forma, naturalmente, depois que ela descobriu o que é o amor.
  • Alan (você de novo!) tem um rompante machista na história e, isso, vale para lembrar que ninguém é perfeito. Ele faz uma exigência de Alice que, convenhamos, é típico da ideia de posse sobre a mulher. Alan, eu sei que você não é assim, não faça mais isso. E, acho que estou apontando os erros de Alan porque, se fosse apontar os de Max, precisaria de um post exclusivo só para tecer ideias sobre ele…
  • Por fim, sorry pelo post/resenha quilométrico. Sabem que, quando eu empolgo, é difícil parar, né?!

O livro Alice no País do Amor pode ser adquirido através da Fanpage Oficial (clique aqui) ou através do site da Chiado Editora.

Substituirei o tradicional ‘que a Força esteja com vocês‘, por esse trechinho da obra Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carrol:

“Aonde fica a saída?”, Perguntou Alice ao gato que ria.
”Depende”, respondeu o gato.
”De quê?”, replicou Alice;
”Depende de para onde você quer ir…”

Ouvindo: Tom Odell – Another Love

  • Josy Souza

    Em 24.04.2017

    Amor mesmo são essas fotos maravilhosas. Menina, queria ter esse seu talento, to aqui babando!
    Babei tanto que quase não consegui prestar atenção em mais nada. Eu fiquei tão curiosa com a história que precisei passar direto pelos spoilers! hahaha

    Beijos,

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Own!!! Obrigada Josy! Adoro inventar na hora de fazer as fotos dos livros! ehehe Feliz que tenha gostado!
    O livro é super fofo, acho que você ai gostar! 😉
    xoxo

  • Gilvana Rocha

    Em 24.04.2017

    Só tenho quatro coisas a declarar:
    – Resenha perfeita (Preciso deste livro)
    – Fotos Perfeitas
    – Sou fã do seu blog
    – Tem alguma fã de Alice aí? kkkkkk
    Bjs

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    E eu só tenho a agradecer! <3 Obrigada pelos elogios e já levantei a mão aqui, sou fã de Alice, devo dizer! rs
    xoxo

  • jac bagis

    Em 24.04.2017

    as fotos ficaram incríveis! Não se preocupe com a postagem gigante hahahaha às vezes eu também me empolgo. Adorei a resenha do livro, fiquei com muita vontade de comprar e ler.

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Jac, que bom que não se importou com o tamanho da resenha… rsrs Obrigada e bora ler esse livro fofo! <3
    xoxo

  • Bruna Morgan

    Em 24.04.2017

    Esse não é o tipo de livro que me chama a atenção.
    Uma coisa que eu amo são as composições das suas fotos *o* são lindas demais huahua e tudo a ver com os livros!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Bruna! Obrigada! Eu passo um tempão fazendo essas fotos e adoro tentar criar composições legais para ilustrar as resenhas aqui do blog! <3 <3
    xoxo

  • Julia

    Em 24.04.2017

    Além da resenha estar maravilhosa, e despertando em mim a vontade pela leitura deste, essas fotos estão de arrasar. Meninas, me ensina isso. Muito lindas, estou aqui apaixonada. Agora, falando da obra, adorei a premissa e provavelmente irei realizar a leitura dele. Essa capa também está um amor, adorei <3

    Beijos,

    http://www.paginasincriveis.blogspot.com.br

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Também adoro a capa desse livro, acho que combina com a história e traz aquele toque ‘de Alice’, por assim dizer! Eu adoro tirar as fotos para os posts e fico feliz que você também tenha gostado delas! É só deixar a criatividade rolar e ver inspirações pelo mundo afora. Tudo vira complemento pra foto… ehehe
    Obrigada! <3
    xoxo

  • LincaNet Livros e Games

    Em 24.04.2017

    Parabéns pela resenha, ótimo texto e adoramos as imagens são todas de muito boa qualidade e bom gosto.

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Obrigada! <3
    xoxo

  • Thaís Bueno

    Em 24.04.2017

    Achei muito interessante a premissa do livro, uma Alice atual e moderna, com conflitos e questões internas da nossa época. Mais uma vez parabéns pela resenha e pelas fotos.

    Beijos,

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Obrigada Thaís, feliz que gostou da resenha e das fotos! A Alice do livro é exatamente assim, gente como a gente! <3
    xoxo

  • Fernanda Yano

    Em 24.04.2017

    Oiee

    Primeiro, babei nas fotos!! Maravilhosas! Roubaram a cena rs.
    O livro parece ser tão fofo, fiquei curiosa. Curti que tem referências cinematográficas, adoro isso.
    E mais, achei tão linda suas palavras pra descrever o livro! Já anotei e vou incluir em minhas próximas leituras.

    bjs

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Fernanda! Não era pras fotos roubarem a cena não… ahahah Mas obrigada pelo mega elogio! <3 Que bom que gostou da resenha, o livro é fofo e acho que vai agradar! <3
    xoxo

  • Lucila Guedes

    Em 24.04.2017

    Olá! Você imergiu na história como poucos, sua interpretação das personagens foi, sem dúvida, a que mais desvendou a essência que eu quis passar aos leitores! Parabéns pela resenha maravilhosa!! Grande abraço!!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Lucilla! Você não faz ideia de como fico feliz em ouvir da própria criadora que eu consegui captar seus personagens! Obrigada pela confiança e carinho! <3
    xoxo

  • Nathália Guimarães

    Em 24.04.2017

    Você ainda me mata com essas fotos! Eu morro com cada detalhe – você tem um olhar maravilhoso pra fotografar, af!. Cresci lendo e assistindo Alice, pois eu era louquinha e “as melhores pessoas são assim”. Amei a referência a história que muitos de nós crescemos ouvindo, eu AMO narrativas modernas que tem alguns pontos em comum com clássicos. Suas resenhas, como sempre, ficam cada vez melhores! Parabéns <3

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Ahaha mato nada Nathália! Obrigada por achar que eu tenho um ‘olhar maravilhoso pra fotografar’… ehehe Eu tento sempre valorizar o livro e trazer imagens legais para as postagens aqui do blog! <3 Obrigada mesmo! <3
    xoxo

  • Amanda

    Em 24.04.2017

    Difícil seria não gostar do livro, do nome dele por Alice <3, dessas fotos maravilhosas para ilustrar a postagem e esse resenha tão bem escrita que nos deixa curiosa e ansiosa para ler! Já coloquei ele na minha listinha!

    Beijos,
    Amanda.

    http://explorar-te.blogspot.com/

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Amanda! Que bom que coloco ele na lista de leitura! <3 Muito obrigada pelo comentário! <3
    xoxo

  • Anne Schuler

    Em 24.04.2017

    Que resenha MARAVILHOSA essa que voce fez.
    Assim, eu sou apaixonada por Alice no País das Maravilhas, entao sem dúvidas que vou querer ler esse livro e de preferencia colocá-lo no topo do meu montinho de livros para ler.
    Amo seu blog, é tudo feito com muito carinho e perfeicao.
    Bjss

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Anne!!! Muito muito obrigada! Eu tento captar todas as sensações que o livro me trouxe e contar aqui para vocês! O livro é bem fofo e acho que você vai gostar! Obrigada pelos elogios, fico toda feliz!!! <3
    xoxo

  • Frank S. C. Writer

    Em 24.04.2017

    Eu juro que li “Alice no país das maravilhas” kkkk. Só depois que reli que vi que era outra coisa. Eu já fiquei fascinado em saber que ela curte cinema preto e branco. Isso já me fez lembrar de um de meus filmes favoritos dessa época que é “Tempos Modernos” com Charlie Chapplin. O livro parece ter um enredo muito bacana e sua resenha ficou muito bem escrita, parabéns e sucesso ao blog.

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Obrigada Frank! O título dá uma embaralhada na mente, acontece! rs E é cheio de referências legais também! 😉
    xoxo

  • Renata

    Em 24.04.2017

    Oi Rê!
    Primeiro: que fotos maravilhosas, são de tirar o fôlego! Tô apaixonada, um dia cê me ensina? <3
    E, nossa, eu acho que nem preciso ler o livro – mesmo tendo ficado bastante curiosa – pois sua resenha é tão completinha que já dá até a impressão de que eu o li! Porém, vou anotar para a minha próxima compra. Mesmo não curtindo muito romance – e sem nunca ter lido/visto Alice no País das Maravilhas, acredita? – vou dar uma chance. Obrigada pela dica!
    Beijos,
    Blog Vestidinho Jeans

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi xará! <3 Super obrigada, eu adoro fazer as fotos aqui pro blog, acho divertido e um jeito de deixar o blog mais a minha cara! <3 Mesmo não conhecendo o clássico de Carrol, o livro é uma boa pedida, já que nada vai atrapalhar no entendimento da trama e no entendimento dos personagens! 😉
    xoxo

  • Luana Souza

    Em 24.04.2017

    Antes de falar sobre o livro/resenha, vamos falar sobre essas coisas fofas do País das Maravilhas que você tem! Que vestidinho mais lindinho! Essas meias pequenininhas?! Os funkos, os bules, os post-its… tudo! Nossa, Rê, já deixo alertado que, se eu fosse na sua casa um dia, eu ia pirar *-* um dia eu ainda vou ter uma boneca no modelo das suas toda vestida de Alice hehe.

    Agora, sobre o livro, não é segredo que eu amo o País das Maravilhas, então acho que eu iria adorar ler um livro que atual que faz associações àquele mundo a todo tempo. (como eu queria que meu nome fosse Alice)

    A sua resenha ficou ótima, com fotos lindíssimas e com palavras que nos deixam curiosos para saber no que vai dar a história da Alice. Ah, detalhe para a palavra “quiça”!Faz muito tempo que não leio essa palavra hahaha Quero muito que ela fosse maus usual, porque eu adoro!

    Beijos :*

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi chuchu! Vamos por partes… ehehehe
    Eu nem achei que tinha tantas coisas sobre Alice, até pegar algumas para as fotos kkk Vários Re-Ments (marca das miniaturas) ficaram de fora das fotos, pra não poluir demais. E pode ter certeza que um dia você vai vir aqui sim e vamos pirar juntas, não se preocupe! ehehe Eu já tive uns três modelos de doll Alice (du Jadin, Classical Sepia…), no momento tenho duas, uma Dal e uma Pullip, ambas da linha Classical. A roupinha da foto é da Pullip. Vou tentar fazer uma foto dela vestida pra você.
    O livro tem mesmo várias associações e, você como expert em Alice no País das Maravilhas, sem dúvidas vai apreciá-las! <3
    Obrigada pelos elogios! <3 <3 Eu devo dizer que adoro a palavra 'quiçá' ehehe Sempre que é possível, eu uso. Na verdade, eu tenho um leve fetiche com palavras diferentes e pouco usadas... kkkk
    xoxo

  • Victória Villaça Felet

    Em 24.04.2017

    Oi, Rê! Tudo certo?

    Primeiro de tudo: que fotografias lindas! Adorei os detalhes e todo o capricho. Tirando a imensa vontade de tomar chá e comer biscoitos. hahaha

    O post – como sempre – está super completo e foi um prazer lê-lo. Tive uma sensação de familiaridade com a Alice e fiquei interessada pela história, principalmente por ter sido escrita por uma brasileira. <3 Apoiar a literatura nacional é tão bacana, né? Ainda mais quando há histórias tão legais por aí.

    Adicionei à (enorme) lista de leituras. Quem sabe? 🙂

    Beijão,
    Attraversiamo.

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Vic!!! <3
    Ahaha bora tomar um chazinho e comer biscoitos, são coisas sempre muito bem-vindas!!! eheheh
    Também acho super importante apoiar e valorizar a literatura brasileira, eu mesma não tinha grandes hábitos nesse sentido e estou trabalhando para mudar isso! Quando tiver a oportunidade, confere o livro sim!!! <3
    xoxo

  • Amanda

    Em 24.04.2017

    Oi, Rê! Bem diferente da história original, né? Adoro essas releituras! Alice não é uma história que me atraia muito, mas o livro está lindo e eu amei suas fotos! <3 Cada coisinha linda que você tem do País das Maravilhas!!
    Mesmo não sendo muito fã da Alice, adorei a sua resenha cheia de citações e detalhes. <3

    Beijos!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Amanda! Sim, o livro é bem diferente, é um romance atual e não tem todas as mirabolantes e filosóficas sacadas de Alice do Carroll, ehehe, apesar de ter ótimas referências e pensamentos legais.
    Muito obrigada, fico feliz que tenha gostado da resenha e das fotos (e dos badulaques de Alice rs!).
    xoxo

  • Mayla Oliveira

    Em 24.04.2017

    Olá! Sua resenha está maravilhosa. Super completa. E as fotos são lindas! Parabéns!
    Um beijo.

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Obrigada Mayla! <3
    xoxo

  • Kimberly Camfield

    Em 24.04.2017

    Tô aqui babando por essas fotos maravilhosas do livro. Tenho uma dificuldade enorme em tirar fotos de livros.
    Mas, agora sobre o conteúdo do post em si. O que mais me chamou a atenção foi o nome do livro. Tudo que seja uma possível referência à obra de Lewis Carroll me dá vontade de ler ou assistir. Amor demais Alice no País das Maravilhas! É sem dúvida um dos meus livros favoritos e o meu xodózinho na estante. Então nem preciso dizer que fiquei com uma vontade enorme de ler Alice no País do Amor.

    E deixo aqui uma sugestão de um livro que talvez você já tenha lido, mas vou indicar mesmo assim (! ): Eu sou Alice, que conta história de Alice Liddell, a menina que inspirow Carroll, quase casou com o príncipe na vida real, não era loira e sim morena (tem até uma foto dela no livro). Mas já vou avisando que nem todos os fatos do livro são reais mesmo, como a própria autora diz. Ainda assim é um leitura incrível.
    Beijooos

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Acredita que livros são das coisas que mais gosto de fotografar??? rsrs Sobre o livro é bem legal esse link com a obra de Carrol, que eu também amo (ainda mais depois de uma aula de Filosofia do Direito que falamos do livro! eheheh). Tenho um carino especial pela história também! <3
    Não cheguei a ler esse livro da Alice Liddell, mas já li coisas sobre ela (sabia até que ela era morena! eheheh), anotei aqui a sugestão para ler assim que conseguir o livro!!! <3 Obrigada por tudo chuchu! <3
    xoxo

  • Erika Monteiro

    Em 24.04.2017

    Oi Rê, tudo bem? É impossível alguém não se encantar com esse mundinho tão de pernas para o ar que é Alice no país das maravilhas. A história com certeza já rendeu inúmeras adaptações, opiniões e interpretações diferentes, mas no final poder conhecer e fazer parte de um mundo onde tudo é possível e ainda viver inúmeras aventuras deve ser o sonho de muitas pessoas. A capa desse livro é simplesmente perfeita, e o nome da obra nos deixa curiosos para saber um pouco mais sobre a história. A resenha ficou bem completa. O que diz das fotos? Uma mais linda que a outra <3 Como faz para ter uma Alice dessas? Eu querooooo <3 Beijos, Érika =^.^=

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Erika!!! Realmente o mundo que Carrol criou é incrível e mágico, cheio de significados e significantes. É filosofia linda em forma de literatura! rs O livro da resenha tem vários elementos super legais que remetem a esse mundo incrível!
    Obrigada, adorei compor essas fotos à lá Alice! rs As Alices das fotos (a do desenho animado e a do filme) são Funkos, e tem em várias lojas online disponíveis. São um dos meus vícios colecionáveis! <3
    xoxo

  • Jéssica Miguel

    Em 24.04.2017

    Tive que reler, porque na primeira vez as fotos prenderam total minha atenção, rs

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    ehehehe Eu não achei que essas fotos fariam tanto sucesso! rs
    xoxo

  • Rackel

    Em 24.04.2017

    Oi! Arrasou na resenha, fiquei curiosa para saber se ela fica com Max. E as suas fotos estão lindas. Bjos ❤

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Rackel! Obrigada! Acho que você pode conferir o livro e terá muitas surpresas sobre o romance! <3
    xoxo

  • Leslie Leite

    Em 24.04.2017

    Max me pareceu um grande cafajeste em dar encima da amiga da sua namorada só por que ela foi à festa de forma provocante. Me parece bem previsível que Alice ficará com Alan no final do livro. Sinceramente, achei a história clichê, porém, acho que a autora acertou muito bem em construir algo com base nas metáfora de Lewis Carroll, por isso fiquei com a curiosidade aguçada em ler esse livro, e melhor, muito bacana que a maior parte da história se passa na minha cidade, Curitiba, kkk.
    As fotos do post estão inspiradoras.
    Beijo, http://www.apenasleiteepimenta.com.br

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Leslie! O romance é mesmo cheio dos clichezinhos (que nem sempre são negativos), mas acho que o principal é como a trama é trabalhada e é isso que a parte inspirada em Carrol inspira na gente, deixa tudo diferente e gostoso de ler! Curitiba é amor, quero muito conhecer!!! <3 Obrigada, adorei fazer as fotos para essa postagem! <3
    xoxo

  • Carolina Monteiro

    Em 24.04.2017

    Olá! A sua resenha ficou ótima! Me deu muita vontade de comprar o livro agora! Hahaha já quero um para mim. E que fotos maravilhosas, heim? O post ficou impecável. Parabéns. (:

    http://www.brincandodeolivia.com

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Carolina! Obrigada, tentei expressar todos os sentimentos que o livro passou! Adorei fazer essas fotos, feliz que gostou delas também! <3
    xoxo

  • Jenny Araújo

    Em 24.04.2017

    Essa resenha foi bem clara!Queria ser a ALICE.apaixonante!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Jenny, obrigada! <3
    xoxo

  • Andrelúcia S.

    Em 24.04.2017

    Eita, Rê, que resenha linda! Com uma frequência maior do que eu queria admitir eu me sinto muito culpada por nunca ter lido Alice, mas ao ler essa resenha eu me senti “desafiada” a ler tanto Alice quanto “Alice no País do Amor”. E que fotos incríveis! Ameeei todas ❤ e amei a capa e tudo o mais, parabéns!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Ahahha O desafio está lançado então, bora ler Alice no País das Maravilhas e Alice no País do Amor logo em seguida! rs <3 Obrigada, linda! Adorei fazer as fotos dessa postagem! <3
    xoxo

  • Karoline Krahl

    Em 24.04.2017

    Eu li esse livro e fiquei apaixonada na história. Na forma como a Alice amadurece e se desprende daquele amor que não faz bem. E essas fotos, eu tô completamente apaixonada nessas fotos!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Karoline! Esse livro tem mesmo uma mensagem muito bonita sobre o amor, que deve sempre fazer bem e não mal para quem ama! <3 Obrigada!! <3
    xoxo

  • vanessa

    Em 24.04.2017

    Sou difissilima para ler livros nacionais e esse me chamou atenção, achei que era algum livro a mais da verdadeira Alice mas esse é bem diferente e muito interessante. Vou colocar na lista de proximas leituras. Um beijão!
    http://omisterionaproximapagina.blogspot.com.br/

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Vanessa! Tem muito livro excelente da literatura nacional, vale a pena conferir! <3 Esse da Alice é um romance super leve e gostoso de ler, uma ótima pedida para aproveitar mais a literatura brasileira! <3
    xoxo

  • Bianca da Silva Souza

    Em 24.04.2017

    Oi Rê!
    É a minha primeira vez por aqui e amei seu blog, parabéns!
    Adorei a indicação e as fotos! *-*
    Beijos!

  • Retipatia

    Em 24.04.2017

    Oi Bianca! Muito obrigada, fico feliz que tenha gostado!!! Volte sempre! <3 <3
    xoxo

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