2 anos Retipatizando + Sorteio!

Virou a meia-noite. Mensagem de texto, ligação, zap zap, abraços. Palmas do parabéns, bochecha vermelha do com quem será, sopra vela, tira foto. Mais abraço, abre embrulho, come bolo e docinho e refri. Só para poder seguir os próximos 364 dias, em contagem regressiva para o 365º. E é viva de novo, e parabéns! É contas na balança, que que teve no último ano? Para quem vai a primeira fatia do bolo? Mudou alguma coisa? Ah! Estourou algum balão ali no canto! Cresceu, riu, divertiu, chorou, beijou, sorriu, vestiu, deixou, largou, começou, despiu, gritou, amou? Já pode pegar um docinho, né? Montanha-russa, sobe, desce, às vezes desce mais um pouco – ahhhh – respira fundo que a subida é calma, mas a descida é louca! Tá na hora do parabéns! Mas já não cantou? Ah, é hora… é big, é big, é big! Ou seria o contrário? Ah, quem se lembra? Ah, claro que lembro, dois anos, não é nada, outro dia! Nossa, quero mais uma fatia do bolo! Rê quem? Tipatia lá é palavra? Ah, não inventa… eu gosto de bolo é com Guaraná, por que só tem Coca?

Conto ♥ Halfway

Leia ouvindo: Drink-Me – Anna Nalick Que me perdoem aqueles que detestam o estrangeirismo, mas não há palavra que melhor descreva o sentimento ou a sensação. Numa trilha que só se pode seguir para dois planos, um que habitualmente chamamos de mundo real e o outro, para o qual não há melhor denominação do que país das maravilhas, encontro-me, exatamente, halfway. Se preferir, entenda como ‘a meio caminho’, mas não é exatamente o que quero dizer, se é que você me entende. Ou talvez não entenda, exatamente porque você encontra-se, deliberadamente, em algum lugar e, não, halfway. Meus All Stars azuis param bem ao lado das roseiras e as observo com minúcia. É possível perceber as imperfeições na tinta vermelha. Pequenos pontos, descascados, ranhuras que mostram sua verdadeira cor. Não desejava nenhuma delas, ou nada delas, por isso sigo em frente. O sol do outono aquece minha pele e meus cachos volumosos fazem aquela sombra desconexa no chão de ladrilhos. Já perdi a conta dos meus passos quando ecos soam em meus ouvidos. Não são abafados e densos como o som que meus tênis produzem. São do tipo que nenhum sapato que eu conheço faria.

Prefixo Re

Prefixo Rê e umas coisinhas mais… Mas, antes de mais nada, bem-vindos e bem-vindas ao Retipatia! Eu sou a Renata, mas pode me chamar de Rê! Nesse primeiro post, vou contar para vocês um pouco sobre a criação do blog e claro, a origem da “nomenclatura” Retipatia. Tudo começou com o meu perfil pessoal do Instagram. Quando fui criar a conta, não sabia ao certo que nome dar e, como boa parte de nossas ideias que aparentemente surgem do caos ou do nada, eis que me vem, por assim dizer, o arrouba re_tipatia. Uma junção do meu apelido mais usual, “Rê” (com o ‘e’ fechado), de Renata. E “tipatia“, de antipatia. Já que antipática pode ser um dos modos de me descrever. A conta no Insta foi criada em 2013 e o nome acabou virando parte de minha identidade também. Com a ideia de criar um espaço virtual para compartilhar mais do que fotos, o nome veio a calhar. E, agora, tem muito mais sentido e significado do que antes. Assim, devagarinho mesmo, o que era só uma ideia tomou forma e virou, bem, Retipatia.