A Garota que Lia as Estrelas ♥ Kiran Millwood Hargrave

A Garota que Lia as Estrelas é uma aventura fantástica inesquecível, repleta de mistérios, personagens incríveis e uma paixão por cartografia que pode mudar o destino de Joya. Ah, não sabe o que é Joya? Então, vem conhecer!

O Assassino do Zodíaco ♥ Sam Wilson

Resenha do suspense policial O Assassino do Zodíaco, que se passa em um mundo distópico em que os signos são os aspectos que determinam o que cada indivíduo fará na sociedade!

As Regras do Amor e da Magia ♥ Alice Hoffman

As Regras do Amor e da Magia Alice Hoffman Editora Jangada Grupo Editorial Pensamento “Nada de andar ao luar, usar o tabuleiro Ouija, acender velas, calçar sapatos vermelhos ou vestir roupas pretas; nada de andar descalço, usar amuletos, cultivar flores que desabrocham à noite, ler livros de magia, criar gatos e corvos ou se aventurar muito além da esquina de casa.” Sobre a Autora Alice Hoffman tem mestrado em Escrita Criativa pela Universidade de Stanford e é autora de mais de trinta obras de ficção, muitas delas premiadas e elogiadas pelo The New York Times, Entertainment Weekly, Los Angeles Times, Library Journal e People Magazine. Seus contos de ficção e textos de não ficção foram publicados pelo The New York Times, Boston Globe Magazine, Kenyon Review, Los Angeles Times, Architectural Digest, Harvard Review, Ploughshares e por outras revistas. Alice também trabalhou como roteirista e é autora do roteiro original do filme Independence Day. Seu romance adolescente Aquamarine foi transformado num filme estrelado por Emma Roberts. Seu best-seller Da Magia à Sedução, hoje um clássico cult, foi adaptado para o cinema e deu origem ao filme homônimo, estrelado por Sandra Bullock e Nicole Kidman. Ela mora em Boston. Sinopse Em 1620, depois de ser acusada de bruxaria por amar um inquisidor, Maria Owens lança uma maldição em todas as gerações de mulheres de sua família: qualquer homem que se apaixonasse por elas estaria condenado à morte. Mais de trezentos anos depois, Susanna Owens mora na cidade de Nova York, com os três filhos adolescentes – a temperamental Franny, a doce Jet e o carismático Vincent -, e faz de tudo para protegê-los, escondendo o passado da família e criando algumas regras: é proibido andar ao luar, usar o tabuleiro Ouija, acender velas, criar gatos e corvos ou ler livros de magia. E o mais importante: é proibido se apaixonar! Mas não demora muito para que os irmãos comecem a descobrir seus poderes sobrenaturais e, junto com eles, os segredos e a maldição que assombra sua família. Agora, precisam buscar uma forma de violar as leis da magia sem sucumbir à maldição de Maria Owens. As Regras do Amor e da Magia é uma história que antecede o clássico cult Da Magia à Sedução, resgatando a história da família Owens e personagens já conhecidos. Um livro sobre magia, coragem e o desafio de aceitar a si mesmo para viver o verdadeiro amor. As Regras do Amor e da Magia Por favor, não se esqueça das regras: nada de andar descalço na terra ou brincar com velas, usar amuletos, vestir-se de preto ou calçar sapatos vermelhos. Nada de tentar trapacear o destino e, principalmente, nada de se apaixonar. Afinal, a maldição que corre no sangue de um Owens jamais ficará adormecida e sempre irá encontrar aqueles os quais possuem seu coração. “O que tem de acontecer, acontecerá, quer você aprove que não. Numa manhã de junho, a vida deles mudou para sempre. Era 1960 e havia no ar a sensação de que qualquer coisa poderia acontecer, de repente e sem aviso.” Franny, Jet e Vincet são irmãos Owens, ligados pela magia de seu sangue que a mãe, Susanna, insiste em manter sob águas calmas enquanto crescem numa mansão decadente na Nova York da década de 60. Como espíritos livres que são, o despontar para o que até então não passava de uma esquisitisse de família, vem com a visita à casa da tia Isabelle na recôndita Rua Magnólia, em Massachusetts. O convite é endereçado à Franny, a primogênita, que acaba de completar 17 anos, mas a jornada é feita em trio. “Cuidado com o amor, Maria Owens escrevera na primeira página do diário. Saiba que, para a nossa família, o amor é uma maldição.” A partir daí, a vida dos irmãos é entrelaçada em fios invisíveis de magia, misturada ao aroma cálido de lavanda e despertada através de ritos e passos necessários para executar feitiços e selar destinos. A maldição, parece um pequeno zumbido de um besouro que vem dizer mau agouro com o bater de suas asas e roer da madeira do chão. “A maldição era simples, ruína para qualquer homem que se apaixonasse por uma Owens.” A história, intercalando as três jovens vidas, segue o curso do rio, ora em seus marcantes acontecimentos, ora em doses de Chá de Cautela para acalmar os ímpetos estarrecidos. A semente do amor, necessariamente tolhida aos Owens por sua ancestral, não deixa de florescer em terreno salgado. Brota tão forte que parece ter tomado Chá de Coragem para conseguir desbravar até mesmo o coração indômito da Donzela de Espinhos. “Faça o que quiser, mas não prejudique ninguém. O que você fizer retornará para você triplicado. Apaixone-se sempre que puder.” As regras da magia Vidas se entrelaçam, com outros Owens, com aqueles que o passado está intrincado desde à época da Inquisição e se mistura nas ruas barulhentas e desordeiras de Nova York, com pinceladas do aroma de magnólia de Massachusetts. Ambos locais são tão personagens quanto Jet, Franny e Vincent. Possuem pele que recobre suas ruas, odor próprio que perambula por cada esquina, do Central Park ao Lago Leech. Passeamos por cada canto de suas paisagens e conhecemos cada marco por um acontecimento da vida daqueles aos quais nos apegamos logo nas primeiras vezes que seus nomes surgem nas páginas. “Tudo pode se quebrar, e qualquer coisa quebrada pode ser consertada novamente. Esse é o significado de Abracadabra. Eu crio o que digo.” E seguimos nos encantando pelos personagens: somos apresentados à Isabelle Owens, que é uma força por si só. Conhecemos a bravura indômita de April Owens. E temos Levy e Haylin e William, com seus respectivos corações sob risco. Todos tão bem inseridos e apresentados, que é impossível ler e dizer desconhecer qualquer um que seja, não se apegar e afeiçoar. Não compreender e querer que a mão do destino seja mais forte que a da maldição. “Não estávamos lá quando essas coisas terríveis aconteceram, quando as mulheres eram acusadas de se