Cinderella ♥ Parte VIII/VIII – Final

Em 30.09.2016   Arquivado em Cinderella, Contando Histórias, Projetos

Bom dia, tarde e noite everyone!

Última postagem desse setembro Cinderelístico! rsrsrs Feliz demais em compartilhar essa história com vocês e dos feedback que tenho recebido a respeito da história! E já adianto que mês de novembro será mês de uma outra princesa muito querida aqui no blog! Quem quiser seguir o blog para receber as atualizações, é cadastrar seu e-mail no campo na lateral aqui do post, intitulado ‘Receba as Novidades do Retipatia’.

E, como sempre, para quem quiser ler a história, do início ao fim, toda ‘juntinha’, é só acessar a página intitulada ‘Cinderella‘. Ou, se preferir ver as postagens parceladas, vai clicando: primeira parte, segunda parte, terceira parte, quarta parte, quinta parte, sexta parte e sétima parte.

Sem mais delongas, com vocês, o final:

Cinderella – Parte VIII – Final

Ella recebe a notícia da morte da rainha por Josephine.

– Não pode ser… – Ella sente-se fraca de imediato, e Josephine a ampara, fazendo com que se sente no sofá de seus aposentos. Já havia sido informada da gravidade do acidente com Anastasia, mas não a tal ponto. Lágrimas silenciosas rolam por seu rosto até que uma crise de choro lhe deixa exaltada e sem ar.

– Ella, tente se acalmar. – Diz Josephine, em tom brando. – Não fará bem a você ou à criança que carrega. – Enquanto fala, Josephine abraça Ella e afaga seus cabelos.

– E o rei, onde ele está? Preciso vê-lo! – Diz Ella, levantando-se depressa.

– Está nos aposentos dele, mas você não foi…

– Não interessa, Josephine! – Diz Ella, rapidamente cruzando o curto espaço até o espelho que leva ao corredor de acesso direto aos aposentos do rei.

Ella abre a porta do quarto de Thomas e vê que ele está sentado em sua cama, com o olhar preso ao chão.

– Thomas? – Cinderella o chama, enquanto se aproxima com lentidão.

Os olhos do jovem Thomas a encaram, mas não a veem exatamente e estão vermelhos pelo choro recente.

Quando Ella se aproxima e o abraça, todo as lágrimas que ainda desejam escapar fazem o corpo dele tremer sob dela.

***

Pela manhã, quando Ella desperta, o rei já não está na cama. Cinderella sente dores por todo seu corpo, por dormir tanto tempo sentada com Thomas em seu colo. Além disso, sua barriga já está pesada e cada dia que passa, ela se sente mais facilmente cansada.

Ella se levanta e parte para seu quarto. Josephine já está preparando seu banho e já separou suas roupas. Pretas. “O luto, Anastasia.”, Ella pensa, sem saber ainda como se sentia exatamente. Não desejara a morte de Anastasia, mesmo depois de tudo que ocorrera em suas vidas. E, com sua morte, um peso enorme surgira em seu coração, que parecia bem mais pesado do que a tristeza que sentia, como se nem todo mal tivesse acabado.

– Porque isso tinha de acontecer? – Diz Ella, mais para si do que em pergunta à Josephine.

– Quem somos nós para questionar nossos destinos, senhorita. Só nos cabe viver a vida. – Diz Josephine.

– Seu desjejum a espera. As pessoas irão fazer jejum até de noite, por causa do funeral, mas o rei ordenou que você fosse regularmente servida. Então, mais tarde busco os pratos, vazios. – Diz Josephine, enquanto termina de secar Ella, logo começando a vesti-la e penteá-la.

Cinderella não sentia fome, contudo, obedece prontamente a ordem do rei e toma seu desjejum, passando o restante da manhã vendo a movimentação do castelo, pela torre do rei, mesmo diante do vento frio e do tempo fechado que fazia seu corpo tremer.

Carroças e carruagens entravam e saiam, iam e vinham. Parecia que um grande baile ocorreria. E, provavelmente, as pessoas estavam mais preocupadas com o banquete que seria servido ao fim da noite do que com a morte de sua rainha.

Alguns guardas passam apressados com um prisioneiro, que está com as mãos amarradas por uma corda e por ela sendo puxado. Mesmo à distância, Ella tinha certeza de que se tratava de Matteo. Seu coração bate acelerado dentro do peito e Ella sai em disparada pelas escadas da torre, passando por seu quarto, pelos infinitos corredores, até chegar do lado de fora do castelo, a tempo de interceptar os guardas. Já estava arfando pelo esforço e suas costas doíam ainda mais.

– Parem! O que pensam que estão fazendo? – Diz Cinderella, de modo inquisitivo.

– Ordem do rei senhorita, ele será levado para as masmorras.

– Mas, por quê? – A pergunta soa tola tão logo Ella profere as palavras. Só havia uma razão para a punição de Matteo.

– Pelo assassinato da rainha, senhorita. – O guarda diz isso e eles seguem caminho.

Os olhares de Ella e Matteo se cruzam por um instante. Ele não estava chorando, como ela estava, mas parecia abalado. Os guardas continuam o caminho seguindo em direção às masmorras, onde os prisioneiros do rei eram mantidos, e Cinderella segue de volta para o castelo.

Josephine logo a encontra no caminho para a ala do rei.

– Onde esteve, Ella? Não deve ficar andando por aí. – A criada logo diz.

– Onde está o rei, Josephine? Preciso falar com vossa alteza, imediatamente.

– Creio que no gabinete, Cinderella, mas não tenho certeza.

– Não se preocupe, eu o encontrarei.

Ella não usa as passagens entre seu quarto e os aposentos privativos do rei, segue diretamente a seu gabinete, abrindo as portas de uma só vez. A conversa que estava ocorrendo entre o rei e seus conselheiros é interrompida e todos a olham com expressões de reprovação. Cinderella não faz nada a não ser encarar o rei por um breve instante.

– Nos deixem a sós. – Diz o rei. Aquele menino assustado da noite passada já não estava presente. Era o rei que a encarava e dava a ordem aos seus subalternos.

Os conselheiros saem sem protestos e a porta é fechada atrás de Cinderella assim que o último deles passa por ela.

– O que pretende acusando o cavalariço de assassinato, majestade? – Ella estava furiosa, mas controla suas emoções e mantém seu tom de voz baixo.

O rei solta um longo suspiro. E sua pose imponente se desfaz com isso, Ella sempre o desarmava e, às vezes, ele tanto a amava quanto odiava por isso.

– Não pretendo nada, Ella. Ele cometeu um crime e deve pagar por isso.

– Que crime, Thomas? O de obedecer à um capricho da rainha e deixar que ela montasse um cavalo que não lhe pertencia e não lhe aceitaria o comando? Ou o que?

– Ella, não há nenhuma explicação para o que houve com seu cavalo, ele estava completamente transtornado quando fora encontrado na floresta, teve que ser sacrificado. – Ella escapa um som de horror e lágrimas descem por sua face. – Thomas era o responsável pelo animal, e todos creem que a morte da rainha não foi um acidente.

– É claro que foi! Ele jamais faria algo assim! – Ella grita as palavras em meio às lagrimas e sente que vai desabar. Ela se apoia na cadeira perto de si.

O rei de aproxima dela com passos pesados, e a ampara pela cintura.

– Entenda uma coisa Ella. Esta noite iremos enterrar a rainha e, ainda que você não a amasse, quero que chore por ela e não por seu amante preso… – Ele levanta o rosto de Ella, fazendo com que o encare. – E amanhã, meu amor, não ouse chorar durante o enforcamento do cavalariço, é um criminoso pagando por seu crime e não quero que todos pensem que a amante do rei sente qualquer coisa por um reles cavalariço. A futura rainha não pode ser condescendente com um assassinato.

O rei sai em seguida de seu gabinete e deixa Ella sozinha, caindo no chão aos prantos, com seus pensamentos e sua dor sufocando lhe. A jovem mal podia acreditar nas palavras que ouvira. Ele estava punindo Matteo, com a morte, por seu romance. Como fora tola por todo esse tempo.

Ella perde a noção do tempo, ficando horas a fio chorando no gabinete, até o momento em que Josephine entra com o olhar pesaroso.

– Sinto tanto, Ella.

– Não devia sentir Josephine, porque ninguém aqui parece sentir nada. – Diz Ella, levantando-se sem ajuda e se dirigindo ao seu quarto.

O jantar a aguardava em seu quarto, mas ela recusa a comê-lo. Josephine penteia seus longos cabelos loiros e os trança delicadamente no alto da cabeça de Ella, deixando parte dele caindo solto em seus ombros, como um xale. Em seguida, passa ruge em suas maçãs para dar vida ao seu rosto pálido, não era preciso enxugar suas lágrimas porque elas já cessaram.

– Você deve comparecer ao funeral. O rei pediu que eu viesse prepara-la. Ele a quer do seu lado, agora. Está pronta?

Ella apenas assente com sua cabeça e segue Josephine até o lado de fora do castelo, onde uma enorme pira estava pronta para arder em chamas. O corpo de Anastasia já está sobre as madeiras, enrolado em tecidos finos e claros.

Josephine a guia até o local onde o rei está, de pé, aguardando-a. Ella pode então ver que a irmã de Anastasia, Drisella, está em lágrimas silenciosas não muito distante. E a Lady também está lá, com uma aparência frágil que nunca lhe fora afeta. Com certeza viajaram toda a noite para estarem aqui com tamanha rapidez.

Cinderella fica de pé ao lado do rei, mas não olha diretamente para ele, apesar de sentir seus olhos encarando-a por longo tempo.

Um dos conselheiros do rei diz gentis palavras sobre a rainha, mas ela não consegue apreender nenhuma delas. Sua mente girava em pensamentos conflituosos, na morte de Anastasia, na condenação de Matteo. Ella não conseguia desvincular do pensamento de que, até mesmo em morte, a rainha fora capaz de fazer mal a alguém. E suas lágrimas vieram. Não eram lágrimas pela rainha, todavia, como o rei a ordenara. Mas eram lágrimas e, dificilmente, alguém saberia diferenciá-las.

Assim que o rei acende a pira, o calor forte atinge a todos, fazendo com que alguns deem alguns passos para trás. Ella se mantem estacada no mesmo local onde fora deixada, ainda que suas pernas e costas implorassem por descanso. Quando o rei retorna para seu lado, sua mão trêmula e fria segura a de Cinderella, que retribui o gesto, apertando-a delicadamente, mas ainda sem coragem para encarar o rei.

A pira demora horas até ser extinta e, o rei e Ella são os últimos a deixa-la. Eles caminham de volta para o castelo ainda de mãos dadas. As pessoas se dirigiram ao grande salão para banquetearem em nome da rainha, mas ambos seguem em silencio até pararem em frente ao quarto do rei.

– Se vossa majestade não se importar, gostaria de permanecer em meus aposentos nesta noite, sozinha.

– Ella, por favor. – O rei diz, em tom de súplica.

– Farei o que vossa majestade ordenar. – Ella diz, encarando o rei em seus olhos, pela primeira vez, naquela longa noite.

– Não quero ordenar-lhe nada Ella, desejo que queira estar aqui.

– Esta noite não posso aquiescer ao seu pedido, majestade, a não ser que seja uma ordem.

Os olhos tristes do rei a encaram por muito tempo, até que ele entra sozinho em seus aposentos, sem dar-lhe resposta. Ella cai em prantos novamente e tem dificuldades em dirigir-se até seu quarto. Quando lá chega, desaba no chão e chora todas as lágrimas que ainda tem para derramar por Matteo, por Anastasia e pelo ódio que agora sentia por Thomas.

***

– Cinderella… Cinderella. – A voz suave de Josephine desperta Ella pela manhã. – Desculpe, sei que ainda é cedo, mas o rei não quer que você se atrase.

Ella faz tudo o que lhe é mandado por Josephine em movimentos automáticos. Se não reagisse a nada, talvez seu coração não se partisse.

A carruagem real já estava à espera e o libré ajuda Ella a subir. Não demora e o rei chega e se senta ao seu lado, dando-lhe um beijo casto em sua têmpora, mas não lhe dirigindo a palavra.

A carruagem parte em direção aos muros do castelo e logo está seguindo a estrada principal. Ella se lembra da última vez que percorrera aquela estrada, estava amordaçada numa carruagem e era levada a contragosto para o castelo. Neste momento, sentia-se da mesma maneira.

O sol brilhava fraco por entre as nuvens pesadas e a praça da cidade já está repleta de pessoas dos mais variados tipos sociais, aguardando o espetáculo começar.

Os olhos de Ella buscam Matteo por todos os lados, desejando vê-lo por sequer um instante, antes que a corda lhe seja colocada no pescoço. A carruagem para e o rei desce, lhe estendendo a mão para ajuda-la a descer. Ambos sobem até um palanque coberto por uma tenda de tecidos claros que fora preparada para que o rei e sua comitiva pudessem assistir à execução sob o conforto da sombra.

Ella se sente enjoada e tonta. Sua roupa está apertada, se sente pesada e seu coração bate como se estivesse em uma corrida. Em meio a um aglomerado de guardas, a figura de Matteo, com as mãos amarradas, aparece. Sua expressão está serena e é difícil para Ella entender o porquê.

Um homem vestido com o brasão real lê a proclamação de sua sentença. Morte por enforcamento pelo assassinato da rainha Anastasia. Não é dado à Matteo o direito de dizer qualquer coisa que seja, mas enquanto a corda lhe é fixada ao pescoço, ele grita algumas palavras alto suficiente para que boa parte do público presente o ouça, inclusive, o rei e Ella.

– Agora você tem tudo que merece alteza! – Um dos guardas lhe soca a garganta, fazendo-o calar-se.

Ella sabia que, apesar da palavra ‘alteza’, que Matteo utilizara, suas palavras não eram endereçadas ao rei.

A corda é colocada em seu pescoço e é dada, pelo rei, a permissão de que o tapume seja retirado dos pés de Matteo. Ella vira seu rosto neste momento, não conseguiria ver Matteo se debatendo, os sons abafados já eram insuportáveis e era difícil controlar suas lágrimas.

Até que o silêncio se faz e Ella vê o corpo sem vida de Matteo dependurado pelo pescoço, na corda. As pessoas, após constatarem a morte, começam a dar gritos de viva e alegria, como se houvesse uma permissão silenciosa de que, feita a punição, todos poderiam voltar a ser felizes em suas próprias vidas.

– O espetáculo acabou, vamos embora. – Diz o rei, em baixo tom, de modo que apenas Ella o ouvira.

Para Ella, não fora espetáculo algum, as lágrimas não caiam mais porque eram insuficientes para toda dor que sentia. Nada seria capaz de descrever o vazio que surgira dentro de si.

O caminho de volta para o castelo também é percorrido em silencio. E, assim que Ella desce da carruagem segue direto para seu quarto, que passara há ser, em parte, refúgio, em parte, clausura.

– Ella! – Chama o rei, mas Cinderella não se importa em atender-lhe o chamado, ainda que ele ainda fosse seu soberano.

Ella passa o restante do dia em seu quarto, não saindo sequer para fazer suas refeições. Não havia mais o que chorar, tudo que lhe lembrava a vida anterior que teve, se fora. Não era mais aquela garota que sonhou em ver o rei, que se deliciou ao dançar com ele no baile. Nem tampouco a garota que amara tanto Matteo. Seu coração já não lhe pertencia há um tempo, mas isso não significava que sua morte representara menor dor.

Quando a noite chega, fica satisfeita que o rei não tenha aparecido ou mandado chama-la. E logo, cai em um sono profundo, repleto de lembranças de Matteo.

***

Poderiam ter passados dias ou semanas, Ella não saberia dizer, quando estava entretida lendo um livro e recebendo os raios fracos do sol da manhã pela janela de seu quarto, quando Josephine adentra em seu quarto, apressada.

– O rei deseja vê-la, Ella.

– Agora? – Ella pergunta.

– Sim. Vossa majestade esta aguardando-a em seus aposentos.

Deixando o livro de lado, Ella se levanta e caminha com lentidão pela passagem secreta que ligava seu quarto ao do rei. Quando chega ao fim a porta já está aberta e Thomas a está esperando, parado perto dela. Cinderella se mantem em silêncio, aguardando ouvir o que ele tem a lhe dizer.

– Ella, eu queria… – As frase morre em sua voz. A altivez da se desfazendo mais uma vez perante a jovem. – Você ainda me ama, Ella?

– Ainda o odeio por sua decisão Thomas e, não sei quando conseguirei perdoá-lo por isso. Talvez isso só ocorra quando você tiver a coragem de dizer que fez tudo isso para punir a mim ou a Matteo, por termos nos amado. – Thomas faz menção de dizer alguma coisa, mas Ella o impede, com um gesto simples com sua mão. – Apesar de sentir ódio pela decisão do meu rei, sabia que ainda o amo, Thomas, de todo meu coração. Mas isso não diminui a dor que você me causou.

– Oh Ella, eu sinto tanto… Eu amo você demais e não quero puni-la, eu juro! E todos me convenceram de que o cavalariço era mesmo culpado… Não sei como fazer isso, Ella. – Thomas parece jovem demais. E Ella tem certeza de que ele se tornou rei muito cedo, não estava pronto. Era ainda mais mimado do que a garota jovem que ela fora. – Seja minha rainha, Ella, case-se comigo.

– Você age demais como as pessoas esperam Thomas, tem de agir mais como o rei que pretende ser, ou passarei o resto dos meus dias sendo nada mais que sua amante e mãe de seu bastardo.

– Me ajude a ser um bom rei, Ella. – Diz Thomas, se aproximando de Ella e colocando uma de suas mãos em sua barriga e a outra em seu rosto. – Eu amo você e esta criança mais que a todos.

– Também amo você Thomas, mas preciso que prometa que irá me ouvir, que não serei uma sombra que se move ao seu redor apenas para lhe dar herdeiros.

– Não será, tem minha palavra. Será minha rainha, Ella? Me fará tão feliz assim, mesmo sem merecer?

– Sim, Thomas, serei sua rainha. – Thomas se aproxima e beija Cinderella com ardor.

Estavam há tanto tempo sem esta intimidade que Ella sente como se pudesse viver na eternidade dos beijos e das carícias de seu amante. Como se um novo ciclo tivesse começado, um mais sincero, ao menos.

***

EPÍLOGO

Dois anos depois.

– Sim? – O rei se aproxima de Ella e beija-lhe o pescoço.

– Phillip deseja uma irmãzinha, o que você acha?

– Acho que descobriremos em pouco tempo, de toda forma. – Diz, Ella, sorrindo em resposta. O rei acaricia a barriga já avantajada de Ella, enquanto continua a beijar-lhe o pescoço.

– Prometa-me que cuidará bem deles.

– Com todo meu amor. Mas em breve você também retornará e poderá educa-los pessoalmente, Thomas. – Ele respira profundamente, como se duvidasse de tais palavras. – Eu falo sério Thomas, não tem porque se afligir. Seus aliados são em maior número e, se tudo caminhar como planejado, nem precisaremos entrar em guerra. Os conflitos podem ser solucionados de outras maneiras.

– Queria que os homens pensassem como você, seria bem mais fácil se o mundo fosse governado por mulheres.

– Mas nós governamos, meu amor, os homens só não sabem disso ainda. – Responde, Ella, sorrindo e se aproximando para beijar seu amado, seu marido, seu rei.

– Sim, minha rainha. – Diz Thomas, entre um beijo e outro.

…The End…

E você, gostou da história? Não esquece de dizer como foi a leitura, o que gostou e o que não gostou também, seja do enredo, da escrita ou se achou errinhos por aí! Ajuda muito!

xoxo

creative writing prompts

  • Hanna Marques

    Em 30.09.2016

    Você sempre mata meus personagens preferidos! kkkk
    brincadeiras a parte, amei a sua versão Sis! <3

  • Retipatia

    Em 30.09.2016

    ahahaha Você ficou fã do Matteo sis??? ehehehe Obrigada por acompanhar! <3

  • Sandra Regina Mayworm

    Em 30.09.2016

    Gostei muito mesmo do texto, me surpreendeu até..dificilmente um texto longo escrito na internet me prende. Parabéns!
    Agora, enforcar o Matteo, inocente…não gostei. Estou triste com a morte dele e com a injustiça por parte do rei. Mas, como diz que o rei parece um menino e que pede ajuda pra crescer…não sei, não sei…
    Você é uma escritora fabulosa, bjs!

  • Retipatia

    Em 30.09.2016

    Oi Sandra! Muito obrigada por acompanhar toda a história da Cinderella! Uma das ideias da história era mostrar um pouquinho mais de ‘realidade’ da época das monarquias, por isso eu não mudei apenas o fato do sapatinho como também tirei a magia da história. rs
    Abraços! <3

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