Batman vs Superman: Guerra Civil

Em 01.06.2016   Arquivado em Reassistindo por Aí

Êpa, espera! Não, acho que é Batman vs Superman – A Origem da Justiça e Capitão América: Guerra Civil… rsrsrs

Bastante atrasada, mas talvez não tarde demais, venho compartilhar minhas impressões sobre dois dos filmes mais comparados comentados desse segundo trimestre de 2016.

SPOILER ALERT!!!

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Batman v Superman: Down of Justice

Warner Bros

Direção Zack Snyder

Sinopse: Após a épica batalha entre Superman e Zod (filme O Homem de Aço), a sociedade mundial se divide a respeito da presença do filho de Krypton na Terra e de outros seres como ele. Do lado dos que desejam que Superman seja contido, está o vigilante de Gotham City, que decide pôr fim a vida do também chamado Kal-El. Em meio a tudo isso, a sociedade condena Superman, Mulher Maravilha tenta manter-se afastada dos interesses da sociedade e Lex Luthor, em sua sede de poder, descobre não apenas como destruir Superman como também cria uma arma apocalíptica.

Batman V Superman – Down of Justice, foi daqueles que achei que nem conseguiria ver no cinema, até que, há algumas semanas, rolou aquela sessão ao fim do expediente, e deu pra ver na tela grande toda a beleza do Henry Cavill (suspiros ahaha) e da Gal Gadot, o charme do Ben Affleck e a beleza e fofura da minha eterna Gisele Amy Adams.

Antes de pensar que irei dizer se gostei mais de um ou de outro filme (o que não é o intuito), porque não estou aqui para comparar, vou falar que eu amei Batman Vs Superman e o porque disso. Já adianto que amei ambos os filmes, por motivos e questões distintas.

Mas vamos aos motivos: número um, o elenco. Henry Cavill é o próprio Superman personificado, sem mais (e nesse caso me valho da máxima de que gosto cada um tem o seu… rsrsrs).

Ben Aflleck é um outro caso, eu até gostei dele como Batman, mais velho, mais lento (já volto nisso já já), menos sensato até (apesar de que sensatez não é uma qualidade do meu querido vigilante noturno). Mas, deixo aqui claro que minha referência do homem morcego, – meu super herói favorito (que na verdade não se encaixa na minha definição de super herói por ser mais um vigilante/justiceiro do que um mocinho/super herói) -, é e sempre será Christian Bale (biquinho sexy de Batman insuperável!!! rsrsrs). Brincadeiras a parte, o papel caiu bem, se encaixou.

Gal Gadot, que é linda, maravilhosa, suprema e talentosa, simplesmente virou Mulher Maravilha, nem Diana apenas, virou a amazona fodona que tanto amamos e admiramos (mal posso esperar por seu filme solo!!!)!

Jesse Eisenberg ficou maníaco, psicopata, louco e provavelmente psicótico também, no papel de Lex Luthor. Quando vi os primeiros trailers e teasers, não botei muita fé nele e, apesar de tristemente ter assistido ao filme dublado (choremos…), ele conseguiu me conquistar e mostrar um Lex ao mesmo tempo um tanto quanto insano, mas também mau (já falo mais disso depois).

E claro, como já disse, minha eterna Gisele, Amy Louis Lane Adams, que já adorei como Louis em O Homem de Aço e que, admito, sou suspeita em avaliar qualquer coisa dela de modo imparcial. Se tem ela no elenco, 90% de chance que eu assista. Falando em O Homem de Aço, no início só quis ver por causa dela e depois quando fiquei sabendo do nível da beleza do então novo Superman não tive dúvidas que deveria ver – já estava achando todas as versões recentes da franquia fracas e repetitivas.

Por último, não posso deixar de falar que adoro a Diane Lane, que é ótima atriz, e ficou muito bem como Martha Kent.

Motivo número dois: o enredo. Já deixo claro, antes dos “prós”, que existem vários “contras” na história: como o fato de que 80% do filme ser do Batman (que age durante esses 80% como um mané) e a existência de vários clichês básicos e corriqueiros hollywoodianos com a trama básica: a galera do bem briga por alguma razão, quase sempre um vilão faz um se voltar contra o outro e depois algo maior, geralmente um vilão ainda pior, faz com que eles tenham de se unir para o bem maior. Sim, resumidamente é o que acontece na trama mas, o defeito principal, para mim, foi o desfecho que faz com que o Cavaleiro das Trevas enfim compreenda o nosso supermocinho Clark: a menção do nome Martha. Caso a ficha não tenha caído, o nome das mães dos dois é o mesmo: Martha. E o filme te dá deixas de perceber isso e, no momento em que o nome é dito pelo próprio Superman ao Defensor de Gotham, ainda tem um flashback no tempo, te mostrando que realmente a mãe do Inimigo do Crime também se chama Martha. Esse flashback foi um tanto quanto desnecessário. O que faltou, na verdade, foi a delicadeza em demonstrar como isso afeta Bruce, faltou, na verdade, singeleza nesse momento.

A construção do passado do Sr. Wayne foi bem firmada no filme, melhor até que a do Superman, mas, na hora de mostrar que a morte e ausência de seus pais é algo que deixou marcas tão profundas nele, faltou exatamente isso: profundidade. Claro que o momento não poderia ser demorado, o filme estava em seu ápice e precisava avançar, sair da briga sem sentido do casal, digo, dos mocinhos e partir para o que realmente era necessário (convenhamos que, se o Homem de Aço quisesse, tinha pulverizado o Batman em dois tempos, logo no início da ladainha toda. E digo isso convictamente, sendo alguém que veste a camisa “team Batman”). Faltou sutileza e profundidade nesse momento e não tempo/duração, na verdade não é a duração que determina o impacto de algo. Talvez parte da culpa possa estar no fato de eu ter assistido ao filme dublado, fato que detesto, mas, ainda assim, não creio que foi só isso.

Minha querida senhorita Lane, dessa vez, mostrou sua personalidade de repórter impregnada até debaixo de suas unhas e, mesmo sendo uma bela mulher, deixou claro que não está lá simplesmente para embelezar o elenco. Claro que ela está lá para ser salva (novidade!!!) e dar uma forcinha pro amado mas, em contraponto, achei que esse filme mostra uma Lois com muito mais fibra e determinação do que em Homem de Aço. E não, a percepção não veio pela pré-disposição em gostar da atriz, veio do que foi feito e trabalhado no filme. Ela, a personagem, usa todos os recursos à sua disposição para provar, faticamente, como as pessoas precisam ver, o que ela já sabe. E faz isso muito bem, vai atrás das peças certas, não foge da briga, não teme os detentores do poder.

Falando em detentores do poder, me lembrei da personagem da Senadora June Finch. Sua personagem faz parte de uma trama importante na relação de poder do filme, e mostra uma mulher de fibra, que não se deixa intimidar pelo jogo do poder. Ainda que, claro, ela também o jogue, e seja usada, é importante mostrar, no filme, que nem toda cidade e seus representantes, inclusive, se curva ao império Luthor.

Sobre a perfeita Gal, nossa Mulher Maravilha, o papel cai como uma luva para ela. Contudo, é inegável a utilização, em vários momentos do filme, da personagem apenas como instrumento ‘embelezador’. Claro, alguns dirão, “não, ela estava lá por algum motivo”… Razões fracas a colocaram em algumas partes do filme. Sua personagem tem/tinha tanto a contribuir quanto os outros dois “supers”, mas sua relevância só veio à tona durante a briga central, em que, diga-se de passagem, ainda assim ela foi preterida pelo drama de pré-morte do Homem de Aço (que faz o gran finale pausar em alguns momentos). Claro que a ajuda dela durante a batalha é inegável e, sem ela nada teria sido possível, porque basicamente é ela quem briga enquanto o Superman vai atrás de Lois, – porque tudo que o Batman tem a fazer é se esconder para não ser aniquilado pelo Apocalypse – mas o último tiro do Batman em especial, logo seguido do auto-sacrifício do Superman ofuscam sua glória, parecendo, por fim, que, mesmo que ela tivesse ido embora naquele avião, a conclusão do evento teria sido a mesma. A DC ainda precisa aprender a valorizar as personagens femininas, fazendo-as tão importante como os demais heróis, ainda que elas ganhem seus filmes solos depois disso. É importante lembrar que elas não estão lá apenas para cumprir um papel estético ou para dar suporte aos personagens masculinos, podem ser tão importantes como os demais.

Mas, depois de tudo isso, você deve estar se perguntando: e você ainda gostou do filme? Sim, gostei. Por alguns motivos que talvez não tenham ficado claros: primeiro, não fui esperando para ver um filme da Marvel, como tantas pessoas foram. Não fui esperando ver uma versão de Avengers, “Liga da Justiça version”, como muitos foram. Não esperei que tivesse cenas extras ao final Ok, queria que tivesse cenas extras ao final, porque adoro isso e vou assumir que a Marvel nos mima demais nesse sentido, mas não é nada desesperador não ter… Gostei do filme porque você compra a ideia de cada personagem, você compreende o trajeto de cada um deles, as razões que os movem.

É bom lembrar que estes personagens, Batman e Superman, em especial, mas aplicável também à Lois e Martha, por exemplo, são um tanto quanto “indesvinculáveis” (acabei que criar uma palavra nova!) da história que os precedem em outros filmes. A referência a isso ocorre várias vezes no filme e, se você os assistiu, é impossível não realizar algumas associações também. Ainda assim, para quem não conhece os outros filmes, é possível seguir todo o enredo com muita tranquilidade. Afinal, o filme mostra repetidamente a história de Bruce Wayne, o que, suponho eu, serviria para embasar sua “vingança”.

São pontos que, talvez quando eu reassistir ao filme, devidamente legendado, no conforto de casa, na melhor versão bluray disponível, talvez eu possa voltar a opinar.

Ah! Anteriormente eu falei escrevi sobre o Batman ser mais lento e não apenas mais velho, no longa. Que fique claro que a crítica não foi de todo com viés negativo. A primeira luta que vemos de Batman, durante seu pesadelo é um tanto ensaiada demais, ele parece “pesado” e, resumidamente, lento. Mas estamos na memória o Bruce, digo, o Cavaleiro das Trevas e temos que entender que ele não é mais aquele Bruce que escapou de tudo e foi para Paris (salvo engano) passear com a Selina. Ele está mais velho e, consequentemente mais lento. Não diria menos engenhoso, pensando nas artimanhas boladas contra o nosso Homem de Aço. Apesar de achar que as cenas de luta, especialmente as primeiras do longo terem deixado a desejar nesse quesito, acho que a forma como ele luta, agora, condiz mais com o que o personagem queria representar no momento: um Batman já “aposentado” que procura desculpas para voltar a ativa e as encontra no mito do Superman.

No fim das contas, parecem haver muito mais contras do que prós, mas o filme tem seu carisma próprio. Somente o fato de se tratarem de personagens tão marcantes (diga-se de passagem o Batman é e sempre será meu favorito…), assim como da origem da lendária Liga da Justiça, eu diria que já fui ao cinema pré-disposta a gostar. Não com expectativas, sempre que vou ao cinema com expectativas, tenho grandes chances de me decepcionar. Mas, já com aquela ideia de que, é legal, vamos ver como tudo vai acontecer. E aconteceu, razoavelmente bem. Poderia ter sido melhor? Sem dúvidas, mas foi, em termos de entretenimento, um bom filme, não excelente ou excepcional, mas um bom filme.

Classificação: bom filme + terei o bluray (Veja a Reclassificação de Filmes aqui!)

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Agora, falando de Avengers 3, ou na melhor definição que vi num site (não lembro qual), Avengers 2 1/2, já que a parte um de Avengers 3 já está em produção. Falando agora do queridinho Capitão América: Guerra Civil, que vi na semana retrasada, a história é um pouco diferente.

Captain America: Civil War

Disney / Buena Vista

Direção Anthony Russo / Joe Russo

Sinopse: Após uma missão que resulta em várias baixas civis, os Avengers são desacreditados em todo o mundo. Em razão disso, é proposto que eles se submetam à supremacia da ONU. E então, a clássica divisão dos super heróis tem início e é incendiada pelos atentados que ocorrem durante a assinatura do acordo com a ONU, em meio ainda, a uma perseguição maciça pelo Soldado Invernal. Galera separada, guerra civil instaurada, cada um motivado por um lado, até descobrirem a manipulação feita por Zemo, que busca se vingar dos Avengers. Mas, Zemo tem uma cartada final que promete desmantelar de vez a iniciativa Vingadores. Será que dará certo? Veremos nas cenas dos próximos capítulos… rsrsrs

Vou começar classificando o filme:

Classificação: muito bom + terei o bluray

Só daí já dá pra saber que o filme é, digamos, nível Marvel. Particularmente, não sei realmente porque fizeram a história dentro dos filmes do Capitão América. Ainda que o foco seja na história dele e do Buck, o filme é tanto dele quanto do Homem de Ferro, e o destaque desses dois personagens já é bem clara nas duas sequências de Avengers. Bem, passado esse ponto, vamos falar do porque o filme é muito bom.

O enredo é bem construído e costurado. Você entende e ficam claras as motivações de cada um dos personagens. Cada um tem um motivo específico para defender aquele “lado” e, muito além do simplificador certo ou errado, é fácil analisar os pontos de vista colocados no filme. Com exceção, talvez, do Homem Aranha, que está no filme pra mostrar que ele é tão (ou mais) poderoso quanto os outros Vingadores e, claro, para nos fazer dar boas risadas. De fato, ele apenas está do lado de Stark, porque foi este que, com sua fama e carisma próprios, o recrutou para seu time.

Grande parêntesis: Eu ainda sou fã da trilogia de filmes do Homem Aranha de Tobey Maguire, e até hoje não consegui assistir aos filmes estrelados por Andrew Garfield, pelo simples motivo de falta de interesse. Os filmes não conseguiram sequer despertar em meu ser a vontade de assisti-los, então não posso também falar mal deles ou se tenho um preferido, ou talvez por isso posso dizer, mas isso não vem ao caso (caso parecido ocorreu com Quarteto Fantástico, gosto dos filmes anteriores, com a Jessica Alba e o Capitão América, mas, ao contrário dos filmes do Homem Aranha, o Quarteto de 2015 ainda quero ver. Mas isso é história para outra hora…).

Isso tudo, é só para dizer que gostei do novo Homem Aranha, me lembrou um pouco do Tobey Maguire. O personagem, que não é de destaque na trama, tem pontos importantes, como na esperada luta em que os vingadores de todo o elenco do filme se enfrentam, como ser responsável, em boa dose (senão completamente) pelo time Iron Man conseguir derrotar a versão gigante do Homem Formiga (que estava dando um banho neles, diga-se de passagem!). E claro, é ótimo esperar passar todo o letreiro apenas para ver ele contando a sua tia May que levou uma surra “- Steve? Do 12B?” (nem lembro se é esse o nº de apartamento que ela diz… rs Minha irmã diz que é C, eu acho que é B, quem souber conta aí!) e, claro a adorada frase: Spider Man will return!

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Bem, deixando Peter Parker um pouco de lado e voltando ao fato dos pontos legais do filme, que rendeu as melhores piadas do ano, o enredo é bem construído. Além do fato das percepções dos personagens serem bem demonstradas, não há um mal maior e sobrenatural no enredo, como o ataque extraterrestre de Avengers. É o próprio mal humano a razão principal de todo o caos que se instaura, o vilão do momento, que consegue destruir o sistema da iniciativa Vingadores, é um homem comum (claro, inteligente, ardiloso e ex militar), mas humano. E capaz de tamanhas atrocidades em nome de uma vingança em nome da família que lhe foi tirada (exatamente no ataque de Avengers). A crueldade, quando demonstrada dessa forma, “em forma humana”, é muito mais real e traz consigo a carga comparativa à nossa realidade. As ações de vingança, ainda que motivadas pelo amor e pela dor, não são melhores do que as motivadas pelo ego ou egoísmo humanos. E é engraçado como a questão da vingança é trabalhada apenas não com o personagem de Zemo e Pantera Negra, mas também com o próprio Homem de Ferro, que, mesmo depois de apoiar o Capitão e Buck na empreitada para impedir que Zemo libertasse os demais experimentos da Hydra – o que de fato não era o intuito dele -, se volta contra ambos quando descobre a verdade por detrás da morte de seus pais.

O filme em si, para quem, como eu, gosta de ação, super heróis e humor/drama nas medidas certas, não deixa a desejar, mesmo sob o pano de fundo de tragédias frequentes e mortes que ocorrem a todo instante. É o jeito Marvel de fazer as coisas e jeito esse, que eu adoro! rs O filme é triste e sóbrio quando deve ser, animado e porque negar???, violento quando deve ser. Por mais que se pense que todos estão lutando por alguma coisa em que acreditem, a violência – a qual já estamos, infelizmente tão habituados – já resta banalizada e só é realmente levada em consideração quando àqueles que perderam pessoas amadas os fazem lembrar das vítimas. Mas isso não é um problema crônico de Guerra Civil, especificadamente, é uma das faces cinematográficas a qual muito pouco se fala e precisa muito ser colocada em foco e ser discutida.

Voltando ao filme, uma parte importante, que traz uma bela simetria e sensação de realidade à trama, é o final. Ninguém faz, de fato, as pazes. Capitão América, Soldado Invernal e Homem de Ferro não terminam juntos numa lanchonete comendo fast food. Seus caminhos se separam e cada um segue com aquilo que acha certo e devido fazer. Buck é congelado, Capitão segue para o resgate de seus amigos que ainda estão presos pelo governo e Stark tenta ajudar Máquina de Combate, que foi ferido e perdeu o movimento das pernas. E a única certeza é que apenas o tempo é capaz de curar as mágoas que as ações e relacionamentos humanos trazem. É o que a carta que o Capitão envia para Stank, digo, Stark (Stan Lee sempre fazendo as melhores aparições nos filmes!!!), nos faz sentir, que a única certeza é que, com o tempo, será possível que as coisas “se ajeitem”.

Ouvindo: Sia – Cheap Thrills

  • Joy

    Em 01.06.2016

    Ainda não consegui ver nenhum dos dois :< e estava fazendo o possível pra não ler sobre pra não ter spoiler e ficar com mais vontade de ver, mas o jeito coml você descreveu ficou bem construído e apesar do post ser meio grandinho haha eu não consegui parar de ler…Parabéns pela escrita e Let's go Team Batman!

  • Retipatia

    Em 01.06.2016

    Quando tiver a oportunidade assiste sim Joy, os dois são ótimos!
    E desculpa o tamanho, eu tenho sérias dificuldades em ser sucinta!!! ahahaha Basicamente todos meus posts são enooormes! <3

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