Dom Casmurro e os Discos Voadores ♥ Machado de Assis e Lúcio Manfredi

Em 10.02.2017   Arquivado em Resenhas

Bom dia, tarde e noite folks!

O post que era da quinta acabou virando da sexta. O blog estava com umas intermitências na hospedagem e estava impossível abrir e fazer qualquer coisa nele. Então, hoje, back to work e bora falar da leitura finalizada na madrugada de quinta, porque eu adoro terminar leituras nas madrugadas da vida…

Título: Dom Casmurro e os Discos Voadores

Autores: Machado de Assis e Lúcio Manfredi

Editora: Lua de Papel (LeYa)

Sinopse: A famosa personagem clássica Capitu, de Machado de Assis, tinha como principal característica os dissimulados olhos de ressaca. Nesta versão de “Dom Casmurro” escrita por Lúcio Manfredi, o mistério por trás dos olhos de Capitu vai além, está diretamente ligado ao mar. A trama romântica agora sofre a interferência de seres alienígenas e androides, disfarçados sob os personagens originais de Machado. Cabe ao leitor, identificar quem é quem. Bentinho não está apenas envolvido no triângulo amoroso, mas numa disputa de forças intergaláticas. Um combate entre as evoluídas civilizações reptiliana e aquática, que habitam o planeta Terra há milhões de anos. Como no livro original, o ciúme de Bentinho continua presente. Só que agora existe mais um motivo para sua desconfiança: a ligação entre a amada Capitu e seu melhor amigo Escobar não é mesmo deste mundo.

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Senhora, A Bruxa ♥ José de Alencar & Angélica Lopes

Em 19.01.2017   Arquivado em Resenhas

Bom dia, tarde e noite folks!

A resenha de hoje é de mais uma leitura realizada no ano passado e que acabou não ganhando espaço por aqui, por motivos de, não, não há motivos… rs Por isso, antes tarde do que nunca, confiram Senhora, A Bruxa:

Título: Senhora, A Bruxa

Autores: José de Alencar e Angélica Lopes

Editora: Lua de Papel / LeYa

Sinopse: Aurélia Camargo é poderosa. Rica, linda e solteira, ela consegue enfeitiçar todos os homens à sua volta. Uma mulher assim tinha que esconder algum segredo. Em 1875, José de Alencar criou “Senhora”, essa destruidora de corações que comprou o único homem que se atreveu abandoná-la. Nesta nova versão do romance clássico, feita por Angélica Lopes, o folhetim de época vira uma trama sobrenatural, com elementos de magia. A vingança de Aurélia contra o ex-namorado agora é elaborada com a ajuda das misteriosas irmãs Blair – feiticeiras que há mais trezentos anos semeiam a discórdia entre os pobres casais apaixonados. (Contracapa)

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O Inverno das Fadas ♥ Carolina Munhóz

Em 15.01.2017   Arquivado em Resenhas

Bom dia, tarde e noite folks!

Tô achando que adotarei a palavra ‘folks’ em definitivo para meu cumprimento que já abrange todas as horas do dia (ou deveria acrescer a madrugada também? rs).

Domingo pede cachimbo (de será que onde surgiu essa expressão esquisita?*) é dia de resenha aqui no blog, então, bora falar de uma das leituras que estavam na minha ML de Férias do ano passado. O livro foi devidamente lido no ano passado, como todos os outros, mas fiquei devendo a resenha aqui no blog.

Título: O Inverno das Fadas

Autora: Carolina Munhóz

Editora: Fantasy – Casa da Palavra (Leya)

Sinopse: Existem pessoas normais em nosso planeta. Homens e mulheres simples que nascem e morrem sem deixar uma marca muito grande ou mesmo significativa na humanidade. Mas existem outros que possuem talentos inexplicáveis. Um brilho próprio capaz de tocar gerações. Como eles conseguem ter esses dons? De onde vem a inspiração para criar trabalhos maravilhosos? São cantores com vozes de anjos, artistas com mãos de criadores e escritores imortais. Existe uma explicação para isso. Sophia é uma Leanan Sídhe, uma fada-amante, considerada musa para humanos talentosos. Ela é capaz de seduzir e inspirar um homem a escrever um best-seller ou criar uma canção para se tornar um hit mundial. A fada dá o poder para que a pessoa se torne uma estrela, um verdadeiro ícone, ao mesmo tempo em que se aproveita da energia do escolhido para alimentar-se. Causando loucura. E morte.

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BEDA #16 ♥ Para Ser Escritor Parte V – Charles Kiefer

Em 16.08.2016   Arquivado em Resenhas

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Bom dia tarde e noite everyone!

Décimo sexto dia de BEDA, e, como sempre, é dia de postagem literária aqui no Retipatia. Hoje vou dar prosseguimento às postagens do incrível livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer.

Como já contei em outras postagens (que você pode conhecer aqui, aqui e aqui), o livro de Kiefer é composto de vários pequenos capítulos, com dicas bem legais para quem deseja de tornar um escritor ou escritora.

O capítulo que vou falar hoje se chama ‘Adjetivar ou não é uma questão?‘ e nele, Kiefer fala como a questão de adjetivar costuma empobrecer uma escrita, ao passo que o autor está imprimindo no texto suas preferências e preconceitos, através destes. E que, o objetivo da escrita está sendo burlado com o uso contínuo e demasiado dos adjetivos. Salvo em alguns casos, como explica Kiefer, como quando utilizados por Jorge Luis Borges, é que “os adjetivos se convertem em poderosas armas estilísticas.“. E, concluindo, o autor afirma que o adjetivo deve parar de ser encarado como “apêndice do substantivo”, deixando de ser mero instrumento de apoio daquele. (mais…)

BEDA #4 ♥ Para Ser Escritor Parte III e IV – Charles Kiefer

Em 04.08.2016   Arquivado em Resenhas

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Bom dia, tarde e noite everyone!

Quarto dia de BEDA é dia de falar de livros novamente! A meta é que seja um dia de livros (e daí qualquer postagem que envolva livros e/ou literatura) e um dia livre (que daí entra o que me der na cabeça!). Se quiser conhecer mais sobre o BEDA, é só clicar aqui.

Dando continuidade aos trabalhos há muito iniciados e um pouco paralisados, hoje vou falar de mais um capítulo do livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer. Cada post fala um pouquinho desse livro maravilhoso. E, aqui no blog, eu compartilho com vocês um pouquinho das impressões de cada capítulo, que aborda sempre um tema diferente (para conhecer as outras postagens, é só clicar aqui e aqui!).

Hoje, devido ao assunto relacionado de dois capítulos subsequentes, ambos serão analisados juntamente. O primeiro capítulo é o ‘Acerca de Lançamentos‘ em que, em pouco mais que uma página, Kiefer vem dizer sua preferência em que qualquer lançamento de livro seja realizado em livrarias e não em outros locais. E, a explicação para tal recomendação é de que o local onde se vendem livros é, obviamente, na livraria. É necessária, tanto a valorização desse local, quanto se lembrar de que, o lançamento do livro é o momento em que ele realmente “vende” e, a oportunidade deve ser realizada em uma livraria. Além disso, ele ressalta que os próprios autores que não realizam os lançamentos em livrarias, reclamam o fato de não encontrarem seus livros – pasmem! – nas livrarias.

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