2 anos Retipatizando + Sorteio!

Em 03.05.2018   Arquivado em Achados & Perdidos

Virou a meia-noite. Mensagem de texto, ligação, zap zap, abraços. Palmas do parabéns, bochecha vermelha do com quem será, sopra vela, tira foto. Mais abraço, abre embrulho, come bolo e docinho e refri.

Só para poder seguir os próximos 364 dias, em contagem regressiva para o 365º. E é viva de novo, e parabéns!

É contas na balança, que que teve no último ano? Para quem vai a primeira fatia do bolo?

Mudou alguma coisa? Ah! Estourou algum balão ali no canto!

Cresceu, riu, divertiu, chorou, beijou, sorriu, vestiu, deixou, largou, começou, despiu, gritou, amou? Já pode pegar um docinho, né?

Montanha-russa, sobe, desce, às vezes desce mais um pouco – ahhhh – respira fundo que a subida é calma, mas a descida é louca! Tá na hora do parabéns! Mas já não cantou? Ah, é hora… é big, é big, é big! Ou seria o contrário?

Ah, quem se lembra? Ah, claro que lembro, dois anos, não é nada, outro dia! Nossa, quero mais uma fatia do bolo!

Rê quem? Tipatia lá é palavra? Ah, não inventa… eu gosto de bolo é com Guaraná, por que só tem Coca? (mais…)

Conto ♥ Halfway

Em 17.06.2017   Arquivado em Contos

Leia ouvindo: Drink-Me – Anna Nalick

Que me perdoem aqueles que detestam o estrangeirismo, mas não há palavra que melhor descreva o sentimento ou a sensação.

Numa trilha que só se pode seguir para dois planos, um que habitualmente chamamos de mundo real e o outro, para o qual não há melhor denominação do que país das maravilhas, encontro-me, exatamente, halfway.

Se preferir, entenda como ‘a meio caminho’, mas não é exatamente o que quero dizer, se é que você me entende. Ou talvez não entenda, exatamente porque você encontra-se, deliberadamente, em algum lugar e, não, halfway.

Meus All Stars azuis param bem ao lado das roseiras e as observo com minúcia. É possível perceber as imperfeições na tinta vermelha. Pequenos pontos, descascados, ranhuras que mostram sua verdadeira cor. Não desejava nenhuma delas, ou nada delas, por isso sigo em frente.

O sol do outono aquece minha pele e meus cachos volumosos fazem aquela sombra desconexa no chão de ladrilhos. Já perdi a conta dos meus passos quando ecos soam em meus ouvidos. Não são abafados e densos como o som que meus tênis produzem. São do tipo que nenhum sapato que eu conheço faria. (mais…)

BEDA #24 ♥ TAG Irmandade das Blogueiras

Em 24.08.2016   Arquivado em Projetos

Bom dia, tarde e noite, everyone!

Vigésimo quarto dia de BEDA, que, salvo engano, é dia de postagem literária que irei cabular para postar uma TAG bem fofinha a qual fui indicada pela Deise, do blog Senhorita Deise (é só clicar que você conhece o post dela e as perguntas que ela respondeu!). Thanks honey! O que é bem legal dessa TAG é que, as perguntas vão sempre se alterando e isso a deixa bem dinâmica!

irmandade-das-blogueiras

As regras são:
♥ Inserir a imagem da TAG;
♥ Agradecer ao blog que te indicou;
♥ Responder as 5 perguntas de quem te indicou;
♥ Indicar 5 ou mais blogs para responder;
♥ Criar 5 perguntas para os indicados.

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Prefixo Re

Em 27.04.2016   Arquivado em Revolucione

Bem-vindos e bem-vindas ao Retipatia!

Neste primeiro post vou contar para vocês um pouco sobre a criação do blog e claro, a origem da “nomenclatura” Retipatia.

Retipatia começou com meu perfil do Instagram. Quando fui criar a conta, não sabia ao certo que nome dar e, como boa parte de nossas ideias que aparentemente surgem do caos ou do nada, eis que me vem, por assim dizer, o arrouba re_tipatia. Uma junção do meu apelido mais usual, “Rê” (com o ‘e’ fechado mesmo. Sim, de Renata) e “tipatia”, de antipatia. Claro, antipática pode ser um dos modos de me descrever também.

A conta no Insta foi criada em 2013 e o nome acabou virando parte de minha identidade também. Com a ideia de criar um espaço virtual para compartilhar mais do que fotos, o nome veio a calhar. E, agora, tem muito mais sentido e significado do que antes.

Assim, devagarinho mesmo, o que era só uma ideia tomou forma e virou, bem, Retipatia.

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