Clube Leitura

Vocês já conhecem o Clube Leitura?

Na última semana tive o prazer de receber um kit do Clube Leitura do mês de maio em parceria com a Leitura Shopping Cidade e, claro, vou mostrar para vocês tudo que vem nesse kit super legal e também como funciona o Clube!

O Clube Leitura é vinculado à rede de Livrarias Leitura e foi pensando para proporcionar uma experiência literária que pode ser para toda a família. Assim, os planos do clube podem incluir tanto livros infantis quanto adultos.

Mensalmente, os assinantes recebem em casa o kit do Clube Leitura, que vem com livros escolhidos por consultores renomados e, um dos pontos mais legais: você pode escolher qual dos consultores será responsável pela indicação dos seus livros!

Os atuais consultores são: Ilan Brenman; Babi Dewet; Cristiane Correa; Daiana Garbin; Márcio Fernandes; Flavio Gomes e Menalton Braff (dá pra conhecer mais sobre cada um clicando aqui!).

Além disso, o assinante recebe uma lista com os livros selecionados para o plano escolhido e pode selecionar aqueles que quer receber! Se por acaso preferir surpresa, basta não responder o e-mail, que o livro indicado será o do consultor escolhido! Achei essa parte super interessante!

As categorias para a assinatura são: Kids & Teens e Kids & Teens Turma da Mônica, ambos voltados para o público infanto-juvenil. Além destes, há o Clube Leitura Adulto, em que é possível escolher entre o gênero ficção e não ficção. A outra categoria é a Clube Leitura Família, em que você recebe literatura voltada para o público adulto e infanto-juvenil.

Todos os kits mensais são acompanhados de mimo, e, também, podem ser escolhidos com opções de recebimento de 1 e 2 livros. Além disso, existem vários combos que incluem descontos, como no caso das assinaturas anuais.

As Livrarias Leitura também trabalham com um sistema de pontuação nas compras realizadas nas lojas, o Sempre Leitura e a assinatura do Clube Leitura, também acumula pontuação no programa.

O kit recebido nesse mês foi com consultoria da Cris Correa e vieram os seguintes itens:

Livro Garra: o Poder da Paixão e da Perseverança, da autora Angela Duckworth;

Livro Fiori di Zucca da autora Valentina Harris;

Marcador de Página ilustrado e com os nomes das autoras mulheres já indicadas no Clube Leitura;

Porta-copos com ilustração inspirada na obra Razão e Sensibilidade de Jane Austen;

Pin da Coleção Arqueira, inspirado no livro No Meu Sonho de Amei, da Abbi Glines.

O livro Garra é para os fãs de não ficção que precisam daquela leitura encorajadora para lutar pelos sonhos! E a pessoa aqui nem é fã de cozinha e estou apaixonada no livro Fiori di Zucca, além de ilustrações e fotos belíssimas, achei incrível a junção de histórias e receitas culinárias. Adorei tambem os mimos que vieram no kit, os marcadores, o pin (sou um pouco viciada neles rsrs) e ainda com esses porta-copos com uma ilustração incrível. Uma experiência completa de leitura!

Para quem ainda não conhece o Clube, recomendo passar na Livraria Leitura mais próxima (se for de Beagá, bora na Leitura Shopping Cidade) ou acessar o site do Clube Leitura!

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

Retipatia

A Pequena Sereia de Andersen e de Loiuse O’Neill

O livro A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões, da autora Loiuse O’Neill foi recentemente publicado no Brasil pela DarkSide Books. E esse é daquele tipo de livro que faz pensar muito sobre inúmeros assuntos e, vários deles foram todos para a resenha que você pode conferir clicando aqui (não preocupa, não tem spoiler na resenha).

As influências do conto original de Hans Christian Andersen à obra de O’Neill merecem destaque, contudo, seria difícil adentrar em algumas durante a resenha sob o risco de termos vários spoilers. Então, fica o aviso aos navegantes: neste post, haverá sim spoilers sobre o livro A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões e, para quem não conhece a versão da Pequena Sereia de Andersen, também.

Serão levantados alguns pontos sobre as duas obras e que, em especial, podem vir a contribuir para a leitura do livro de O’Neill. Conforme explica Ana Lúcia Merege, no prefácio de Contos de Fadas em suas versões originais da Editora Wish, saber a origem e as versões as quais os contos se originaram influencia muito na interpretação que temos deles e, consequentemente, traz um vislumbre diferente para as adaptações que surgem ao longo do tempo.

Primeiro, esqueça a alegre e cantante versão Disney com Ariel a pentear seus cabelos com uma bruguzumba e o som das músicas mais acalentadoras enquanto torcemos para que o príncipe Eric também se apaixone. Aqui, temos um pagamento pelo feitiço que arranca a língua da sereia para lhe tirar a voz, um preço alto de pés que doem mais que a morte sempre que pisam no chão e um final longe de ser considerado dos mais felizes.

A começar pelo enredo, em ambas as histórias, seguimos a linha clássica: a pequena sereia, das profundezas do mar, tem a chance de ver o mundo terreno no seu aniversário de quinze anos. É quando ela tem certeza de que aquele mundo em que as pessoas caminham sobre duas pernas é o seu verdadeiro lugar, especialmente ao avistar um jovem rapaz. É claro que estamos falando de um amor à primeira vista e, para completar, a pequena sereia age como salvadora ao resgatá-lo de um naufrágio.

Movida por esse novo amor, ela é levada a dar sua voz para a bruxa do mar e ganha a recompensa: pernas no lugar de cauda. Mas, toda magia tem seu preço e há um prazo para que ela consiga que o jovem demonstre seu amor por ela.

A partir daí, a pequena sereia renega o lugar em que nascera e segue para terra firme para conquistar aquele a quem ela deu seu coração sem, de fato, o conhecer. E aqui, ela descobre a verdade: sem sua voz, a tarefa de conquistar o amado é difícil, já que ele não faz ideia de que ela fora sua salvadora e, em ambas as histórias, o coração do jovem já pertence à outra.

O tempo se esvai como areia perdida em ampulheta quebrada e ela se vê diante de um impasse: graças ao sacrifício de suas irmãs, tem a chance de retornar ao mar e voltar a viver como uma sereia. Mas, para isso, precisa matar aquele a quem entregou seu coração.

Mas isso é algo que a pequena sereia não conseguiria fazer e assim, ela encontra sua redenção ao se jogar no mar para virar espuma e ao ser aceita entre as filhas do ar para pagar sua dívida e conquistar uma alma humana e poder viver na eternidade. Esse é o final de Andersen. Na história de O’Neill, temos uma versão um pouco menos celestial em que a sereia tem a chance de ceifar a própria vida e tornar-se uma das salkas. As mulheres que tiveram desilusões em vida e que também tiraram a sua própria, agora vivendo sob a água para devorar os homens prestes a naufragar e que elas julgam que devem pagar por seus pecados.

De maneira geral, é este o patamar, sem final feliz dos dois lados, nenhum romance que dá certo e uma pequena sereia que abriu mão de tudo que tinha para realizar seus mais profundos desejos. Nesse ponto, em específico, vemos a situação ganhar outra justificativa em O Reino das Ilusões. A motivação da pequena sereia não mais se resume ao fascínio com o mundo terreno e ao amor recém descoberto.

No livro de O’Neill são adicionados dois elementos chaves que contribuem para essa fuga: o suposto sequestro de sua mãe, que, segundo o Rei Tritão, fora levada por humanos e o ambiente no qual ela vive, uma sociedade na qual mulheres não tem voz, poder e se resumem a objetos aptos a atender os desejos dos homens. A própria pequena sereia fora prometida em casamento à um tritão que lhe dá, em palavra mínima, asco.

A fuga de Gaia, a pequena sereia de O’Neill, então, ganha uma motivação mais encorpada, apesar dos aspectos principais do conto original de Andersen permanecerem presentes na trama.

Sem opções de como transformar seu desejo em realidade, ela recorre à bruxa do mar. E, em ambas as histórias, ainda que considerada a alcunha que ganha a personagem, ela dificilmente reveste-se como mera vilã, já que em ambas as histórias, suas palavras ressoam como claro aviso:

“- Eu sei exatamente o que você deseja – disse a feiticeira do mar. – Como você é estúpida! Mas você deve seguir seu caminho, que vai lhe trazer infortúnio, minha linda princesa. Você quer se livrar de sua cauda de peixe e no lugar ter um par de tocos para andar como um ser humano, a fim de que o jovem príncipe se apaixone por você e lhe dê uma alma imortal.” Trecho de A Pequena Sereia de Hans Crhistian Andersen do livro Contos de Fadas em suas versões originais
“‘Você não vai encontrar nenhuma resposta lá em cima, pequena sereia.’ Ceto* encolhe os ombros. ‘Nenhuma que você queira ouvir, de qualquer forma.” A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões de Louise O’Neill (*Ceto é o nome da bruxa do mar nessa versão)

Não que o jogo que a bruxa do mar propõe à pequena sereia seja dos mais justos, mas se trata também da escolha da protagonista. Mesmo sem a possibilidade de falar, já que sua língua seria arrancada, tanto quanto ciente de que seus pés flamejariam de dor ao andar, ela crê tanto num mundo melhor sob o sol que qualquer pena parece aceitável.

A fuga mostra, em ambos os casos, com todas as motivações e a decisão da pequena sereia, não apenas a sua crença no desconhecido, a bem da verdade, é uma fé cega. Mas também se trata da ingenuidade de alguém jovem e criada, bem destacada na obra de O’Neill, sob grossas correntes comportamentais. Livrar-se delas não é tarefa fácil.

Gaia o tempo todo se questiona e questiona o mundo ao seu redor, mas tudo isso morre enclausurado em seus próprios pensamentos e abafado por tudo que lhe fora ensinado: sereias precisam seguir a etiqueta, comer pouco, ser sempre magras e de beleza natural. Obedientes. Silenciosas. Os padrões estão todos aqui, de comportamento, de aparência, de submissão e inferioridade perante os homens.

Apesar do que se possa imaginar, os padrões estéticos também são ressaltados no conto de Andersen. Temos uma pequena sereia sofrendo ao ter adornos presos à sua cauda para demonstrar seu status de realeza e beleza, tanto quanto no engodo da bruxa do mar que lhe diz que, sem sua voz, o que lhe resta é, claro, é a sua beleza. Aqui, temos dois pontos: a famigerada ideia de que a beleza vem com seu preço, que deve, por óbvio, ser suportado pelas mulheres; assim como que a beleza é a única coisa que realmente importa para/em uma mulher.

Ao mesmo tempo, a busca por um amor não correspondido mostra à sereiazinha como o mundo é realmente. O jovem já entregou seu coração à outra e a sereia não passa de uma presença silenciosa, tal qual ela era quando no reino do mar, ainda que tivesse uma língua para falar.

Essa busca, esse amor que ela alimenta e busca justificar, é infrutífero. Não é tão diferente da submissão à qual ela era colocada sob as águas profundas e, ao mesmo tempo, consegue calá-la de modo ainda mais enfático. É o ruir dos sonhos, é ver como os mundos da água e da terra, no fim, não eram tão distintos assim.

Na versão de Andersen, a sereia vê isso de forma resignada e, de certa maneira, também submissa. Ela aceita que outra pessoa leve o posto de salvadora, que seus sentimentos sejam sempre colocados abaixo dos do príncipe, afinal, ele é o amor da sua vida, não é mesmo?! Com Gaia, de O’Neill, vemos um outro lado da mesma moeda, uma realidade que não é mais florida aos olhos da sereia e que, mesmo assim, mantém o tempo todo o mesmo comportamento adestrado, submisso, afinal, é tudo que se espera dela, não é mesmo?! Novamente, precisamos lembrar o que é crescer cercada de padrões impositivos, restritivos e discriminatórios.

Em ambas as histórias, as irmãs da pequena sereia intercedem em seu favor, abrem mão de seus cabelos à bruxa do mar em troca de um feitiço que salvaria a irmã. No conto de Andersen temos versões das outras sereias conhecidas superficialmente, até mesmo pela característica de um conto, que não costuma se aprofundar muito em personagens secundários. Em O’Neill, a história ganha mais corpo, com vislumbres diferenciados sobre as irmãs, e é como se, apesar do tamanho, O Reino das Ilusões também possa ser considerado como um conto de releitura bem mais do que um romance fantástico, como alguns esperavam.

Voltando à história, a pequena sereia tem a chance de recuperar sua cauda, mas para isso, precisa matar seu amado. Não é um ato que ela consegue executar e, por isso, de certa forma, é “recompensada” no conto de Andersen. E as aspas estão aí não é à toa. Após a sereia se atirar ao mar para a morte certa, ela se transforma em uma das criaturas do ar, que estão presas em 300 anos de servidão para fazer coisas boas, para que consigam ter uma alma e acender ao reino dos céus. Sim, exatamente, 300 anos. Como ela sofreu em vida, suportou e se manteve ‘boa‘ (quase incluí um bela, recatada e do lar, aqui), ela tem a ‘chance’ de prestar boas ações por esse período para ter uma alma imortal e elevar-se então ao reino dos céus.

Aqui, a presença religiosa no conto de Andersen é forte, como tantos outros contos da época, que exaltavam características e comportamentos segundo os ditames religiosos. A mulher que sofreu por um amor não correspondido, que abriu mão de tudo que tinha por esse amor, que foi submissa, é ‘premiada’ com a chance de ir para o céu dos humanos. Afinal, que outro comportamento poderia assegurar-lhe a entrada no paraíso? Os estereótipos comportamentais da mulher são reforçados mais uma vez e especialmente sob os ditames religiosos.

Em O Reino das Ilusões, temos uma versão alterada do acender aos céus. A pequena sereia, ao não aceitar tirar a vida de seu – ainda – amado, tem a escolha de realmente virar espuma do mar ao se jogar contra as ondas ou tirar a própria vida antes que seu prazo termine e se tornar uma salka. Tais criaturas, vistas como subversivas e maléficas aos olhos da sereia em primeiro momento, são agora a sua versão de ‘salvação’. São a chance de fazer com que a voz que ela descobriu ter, seja ouvida.

Aliás, a partir do final, espero que haja uma revolução nas profundezas do mar, tal qual toda sereia merece, para se ver livre e em pé de igualdade a todos os tritões.

Por esses pontos, é possível ver como os aspectos centrais da trama dO Reino das Ilusões nasceram e foram moldados a partir do conto original da Pequena Sereia de Andersen. Uma versão que incluiu em todos os momentos um discurso feminista, explícito e que serve de pauta para muitas discussões. Sim, muitas mais. A ideia do post era levantar algumas similaridades entre as duas obras, creio que elencar todas elas resultaria em algo mais próximo de uma tese de doutorado… que passaria profundamente pelas origens do conto, pelas transformações culturais e, até mesmo, uma possível comparação com a versão Disney.

Acredito que realizar a leitura de A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões sob o prisma do conto original da Pequena Sereia de Hans Christian Andersen, ajuda – e muito! – a compreender não apenas a pretensão da autora, mas também o final que não necessariamente dá respostas ou resoluções, mas que faz, antes de tudo, pensar a respeito do papel de cada sereia e tritão, homem ou mulher, no silêncio feminino que reverbera há tempo demais na humanidade quando resolveram que tapar nossas bocas era mais aconselhável.

Aleatoriedades
  • O livro que acompanha o exemplar de A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões da DarkSide Books é o também lindo Contos de Fadas em suas versões originais publicado pela Editora Wish e que contém a versão de Hans Christian Andersen do conto da Pequena Sereia.
  • A Pequena Sereia e O Reino das Ilusões foi recebido da DarkSide Books (obrigada novamente, Caveirinha!) e pode ser adquirido na loja oficial da Editora, que acompanha o sketchbook, na Dark Experience.
  • Contos de Fadas em suas versões originais foi recebido em parceria com a Editora Wish (obrigada por esse livro incrível, Wish!) e pode ser adquirido na Loja oficial da Editora.

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

Retipatia

Intrínsecos #006

Intrínseco = que faz parte de ou que constitui a essência, a natureza de algo; que é próprio de algo; inerente.


A palavra, que dá nome à Editora e da qual deriva o nome do seu clube do livro já indica, é algo pertencente à literatura, aos livros, ao mundo literário.

O Intrínsecos é o Clube de Leitura da Editora Intrínseca. Nele, todos os meses os assinantes recebem um livro inédito no Brasil, em edição especial.


Aumentando a experiência da leitura, alguns elementos acompanham a edição em capa dura do livro: marcador, cartão-postal, uma revista recheada de textos e ilustrações para ajudar no mergulho da obra e um brinde que remete à história.

Os livros não seguem um gênero específico, passando por autores já consagrados e estreantes, a ideia é compartilhar bons livros e permitir que as novidades do mundo literário cheguem em primeira mão – e grande estilo – ao leitor.


O Clube começou em outubro de 2018 e já trouxe títulos agora relançados em versões brochura, como O Construtor de Pontes, do autor Markus Zusak, Nove Desconhecidos da Liane Moriarty e Os prós e os contras de nunca esquecer de Val Emmich.

Neste mês de março, tive o prazer de receber a Intrínsecos #06 em parceria com a Intrínseca, que veio com a experiência completa para a imersão na leitura de O que aconteceu com Annie, da autora C. J. Tudor, já conhecida no Brasil pelo sucesso de O Homem de Giz, publicado também pela Intrínseca.


Sinopse:

Uma noite, Annie desapareceu. Desapareceu de sua própria cama. Houve buscas, apelações. Todos pensaram o pior. E então, milagrosamente, depois de quarenta e oito horas, ela voltou. Mas ela não podia ou não iria dizer o que tinha acontecido com ela.

“Algo aconteceu com minha irmã. Eu não posso explicar o quê. Eu só sei que quando ela voltou, ela não era a mesma. Ela não era minha Annie. Eu não queria admitir, nem para mim mesmo, que às vezes morria de medo da minha própria irmãzinha.”


A edição, em capa grafite, detalhes em prateado, capa dura, com folhas amareladas de ótima leitura, compõe o estilo exclusivo da coleção. É impossível não se apaixonar e imaginar uma prateleira repleta dos exemplares coloridos!

Junto do livro da vez, vieram os elementos que compõem a foto: o livro embalado em papel de impressão, marcador com frase bastante instigante sobre a história, uma revista repleta de informações e curiosidades e, claro, um incrível baralho manchado de sangue…


O ambiente para a leitura está devidamente instaurado e, claro, ela já começa prendendo logo nas primeiras páginas e incitando um mistério que irá permear cada carta do baralho. Afinal, o que aconteceu com Annie?

Por aqui, a experiência de leitura já começou incrível, do recebimento da caixa, às páginas do baralho, dos informações da revista, às páginas amareladas! Em breve, trarei resenha sobre essa leitura que têm me deixado agarrada às páginas! Sem dúvidas a mente não desliga do livro mesmo quando ele está fechado e à boa distância!


Para quem quiser mais informações sobre o clube do livro, é só acessar o site oficial e conferir as condições e termos de assinatura do Intrínsecos!

Vocês já conhecem o Intrínsecos? Já participaram de um clube do livro especial como esse?

Informações retiradas do site Intrínsecos e newsletter da Editora Intrínseca.

Coleção Contos de Fadas ♥ Editora Wish


Os contos de fadas estão presentes na humanidade desde tempos imemoráveis. Mesmo com as origens marcadas pela época da literatura escrita, em que autores como os irmãos Grimm, Charles Perrault e Hans Christian Andersen imortalizaram os contos populares em suas obras, com o tempo, estas foram transformadas pela cultura, pela “era Disney” e passaram a ter versões censuradas, com certezas de finais felizes e uma recompensa àqueles que são bons.

É pensando nessas raízes dos contos de fadas que a Editora Wish iniciou seus trabalhos lançando a primeira edição de Contos de Fadas em suas versões originais, nascido de um projeto de TCC, a coleção previa os três volumes a seguir: Continuar lendo