Posts de Retipatia

BEDA #17 ♥ O Movimento dos Cachos

Em 18.08.2016   Arquivado em Revolucione

Bom dia, tarde e noite people!

Décimo sétimo dia de BEDA, dia de post de tema livre, é dia de falar de cachos. Adianto que não sou nenhuma expert e não vou dar dicas de beleza nem nada (inclusive se preparem para as fotos mais bregas que verão por aqui…).

Há um tempo tem ocorrido, das mais diversas formas, o que eu carinhosamente chamo de ‘Movimento dos Cachos’. Mais e mais pessoas aderindo à naturalidade de seus cachos. Esse tal ‘movimento dos cachos’, ao qual me refiro, nada mais é do que a busca por igualdade capilar. Falando assim, parece até comédia. Igualdade capilar? Mas o que seria isso?

Bom, talvez para explicar melhor, eu precise contar uma breve história.

Meus cabelos são cacheados. Muito cacheados, da raiz às pontas, com cachos pequenos (não miudinhos, mas pequenos). E, desde pequena, tudo o que via e ouvia era que, cabelo bonito é sinônimo de cabelo liso. Ou a versão um pouco pior disso tudo: cabelo bom é cabelo liso.

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BEDA #16 ♥ Para Ser Escritor Parte V – Charles Kiefer

Em 16.08.2016   Arquivado em Resenhas

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Bom dia tarde e noite everyone!

Décimo sexto dia de BEDA, e, como sempre, é dia de postagem literária aqui no Retipatia. Hoje vou dar prosseguimento às postagens do incrível livro Para Ser Escritor, de Charles Kiefer.

Como já contei em outras postagens (que você pode conhecer aqui, aqui e aqui), o livro de Kiefer é composto de vários pequenos capítulos, com dicas bem legais para quem deseja de tornar um escritor ou escritora.

O capítulo que vou falar hoje se chama ‘Adjetivar ou não é uma questão?‘ e nele, Kiefer fala como a questão de adjetivar costuma empobrecer uma escrita, ao passo que o autor está imprimindo no texto suas preferências e preconceitos, através destes. E que, o objetivo da escrita está sendo burlado com o uso contínuo e demasiado dos adjetivos. Salvo em alguns casos, como explica Kiefer, como quando utilizados por Jorge Luis Borges, é que “os adjetivos se convertem em poderosas armas estilísticas.“. E, concluindo, o autor afirma que o adjetivo deve parar de ser encarado como “apêndice do substantivo”, deixando de ser mero instrumento de apoio daquele. (mais…)

BEDA #15 ♥ Faço hora, vou na valsa

Em 15.08.2016   Arquivado em Revolucione

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Bom dia, tarde e noite pessoas do coração!

Nesse décimo quinto dia de BEDA, que é de tema livre, preciso espairecer. E, para isso, nada melhor que escrever. Tentar expressar em palavras o que às vezes nem mesmo nossos pensamentos conseguem colocar em ordem.

Como diria Lenine, o tempo não pára. E, por tempo, leia-se, a vida. A vida não pára, não volta, nem se apressa. Caminha cada dia de uma vez, ainda que às vezes um dia ou momento pareça passar em branco ou que sejam fugazes em demasiado, cada momento é um momento único, independente de ser bom ou ruim.

Em alguns momentos parecemos estar trilhando caminhos completamente distintos do que queremos para nossa vida e o desespero costuma bater à porta. Dá vontade de jogar todos os projetos começados na correnteza e deixar que ela os leve embora e dizer: vou recomeçar do zero. Às vezes, dá vontade de gritar para o mundo um sonoro ‘foda-se’ para tentar se livrar da opressão de sermos tudo o que não somos.

E, em alguns momentos, os sentimentos que vem sendo acumulados, guardados, ignorados, reprimidos (sim, aqueles que às vezes varremos para debaixo do tapete), precisam ser libertados. Trazidos à tona como o fôlego que um mergulhador toma após um salto em grande profundidade. (mais…)

BEDA #14 ♥ Ratobúrguer ♥ David Walliams

Em 14.08.2016   Arquivado em Resenhas

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Bom dia, tarde e noite people!

Décimo quarto dia de B-E-D-A! O tempo está literalmente voando e, como hoje é dia literário aqui no blog, vou falar de um pequeno achado. Domingão de dia dos pais e post falando de livro que trata de uma relação entre pai e filha bem bacana.

Há um tempinho, passeando nas Lojas Americanas, vi uma bancada de livros em promoção. Geralmente não dou muita trela porque são livros de temáticas que não curto, mas achei, no dia, dois que me pareceram muito legais: Ratobúrguer – David Walliams e O Presente do Meu Grande Amor: Dez Histórias de Natal – Organização de Stephanie Perkins, ambos da Editora Intrínseca. O Ratobúrguer li super rápido porque é um livro infanto-juvenil de leitura bem fácil e o outro, eu comecei a ler o primeiro conto, mas resolvi ler na época de Natal, porque faz muito mais sentido kkkkk. Então, só falarei dO Presente do Meu Grande Amor no fim do ano ou no ano que vem… ehehe

Ratobúrguer

Autor: David Walliams

Ilustrações: Tony Ross

Editora Intrínseca

Sinopse (primeira orelha): As coisas não vão nada bem para Zoe. Com o pai desempregado, uma madrasta horrível viciada em batatinhas de camarão, a valentona da escola atazanando sua vida e a morte de seu hamster, ela não tem muitos motivos para ficar feliz. Mas tudo parece melhorar quando Zoe encontra Armitage, um ratinho muito fofo e inteligente, embaixo de sua cama. Um novo vilão, porém, chega à cidade: Burt, um terrível, malvado e assustador vendedor de hambúrgueres. E parece que ele está de olho em Armitage! Nesta nova e hilariante aventura, você vai conhecer uma menina que não desiste nunca, não importa o que aconteça.

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BEDA #13 ♥ Tallulah

Em 14.08.2016   Arquivado em Reassistindo por Aí

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Bom dia, tarde e noite for everybody!

Décimo terceiro dia de BEDA, se aproximando já da metade do mês e, claro, das postagens, é a vez de falar de mais um filme!

O escolhido de hoje é o filme Tallulah, uma produção original da Netflix, que assisti logo em seguida a terminar Honding The Man (tem post aqui no blog sobre o filme, só ver aqui).

Tallulah

Classificação 14 anos

Direção Siân Heder

Produção Original Netflix

Sinopse: Roubar um bebê não era bem o plano. Mas uma decisão instintiva transforma uma vida de rebeldia em esperança. (Fonte: Netflix)

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