Crônicas da Lua Cheia: A Maldição do Lobisomem ♥ Clecius Alexandre Duran

Em 06.07.2018   Arquivado em Resenhas

Um lobo não pode ser solitário. Fazer parte de uma alcateia é condição necessária para sobrevivência até mesmo para aquelas criaturas que não podem ser definidas apenas como lobos, porque são mais que isso, já foram homens em algum momento e, por isso, são bem mais conhecidos como lobisomens… Preparados para entrar para a alcateia?

Crônicas da Lua Cheia: A Maldição do Lobisomem

Autor Clecius Alexandre Duran

Editora Giostri

“a primeira regra do clube da lua é que tu não fala sobre o clube da lua – após alguns segundos de pausa, o gigante completou. – A segunda regra do clube da lua é que tu não fala sobre o clube da lua.”

Sobre o Autor

Clecius Alexandre Duran nasceu em 1972 na cidade de São Paulo e atualmente reside em Londrina – PR. Formado em Direito pela Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP em 1994 e com especialização em Direito Tributário pelo Instituto Brasileiro de Estudos e Pesquisas Sócio Econômicos – INBRAPE. Atua como Procurador do Estado do Paraná desde o ano de 2000 e no período de 2001 a 2009 ministrou aulas junto à Universidade Norte do Paraná – Unopar e à Escola da Magistratura do Paraná – EMAP. Ávido consumidor de livros, cinema, quadrinhos, videogames e podcasts, afastou-se da seara jurídica para a criação de seu primeiro romance, obra mesclada com as tintas da cultura pop.

Sinopse

Como seria nosso mundo se o lobisomem não fosse apenas um mito? Esta é a pergunta que a obra Crônicas da Lua Cheia – A Maldição do Lobisomem tenta responder.

Alexandre é atacado por um lobisomem, mas escapa quase ileso com apenas uma mordida. Desse momento em diante, sua mente jaz adormecida nas noites de lua cheia. Sob o halo prateado do plenilúnio, seu corpo se altera radicalmente para se transformar num ser animalesco, faminto e sanguinário.

Solitário, a contraparte bestial de Alexandre, aprende a sobreviver longe da proteção da alcateia e se ressente das limitações da sua existência noturna, bem como das excruciantes dores da metamorfose arcana. Quando finalmente encontra seu lugar no seio de um grupo de lobisomens, Solitário descobre que uma obscura profecia, conhecida apenas por um velho licantropo exilado, pode ser a chave que poderá libertá-lo da sua maldição: a coexistência com seu alter-ego humano.

Dessa forma, a vida mundana de Alexandre e a busca de Solitário vão convergir para um evento que afetará sobremaneira a vida de ambos. E, no final, só pode haver um.

Crônicas da Lua Cheia: 

Alexandre tem sua rotineira vida de servidor público alterada quando, durante uma viagem em sua possante moto, é mordido por um lobisomem. Agora, durante os dias de lua cheia, seu corpo se transforma, a fera lupina toma conta de sua mente e sai para a caçada.

Nada que o protagonista não pudesse lidar, já que sua vida já não incluía muitos amigos ou uma vasta família para com a qual se preocupar. Assim, o lobo solitário segue suas jornadas de caçadas às luas cheias e, ainda que desejando se livrar da maldição, em nada o humano consegue impedir que a dolorosa transformação o encarcere no próprio corpo.

O único detalhe é que mesmo lobisomens não foram feitos para viver afastados dos seus iguais e as pernas do destino acabam por colocar um clube de motoqueiros no caminho da Cheetara de Alexandre. Fazer parte de um clube não seria de todo algo ruim, mas, o que ele acaba descobrindo é que há muito mais para se abrir mão do que ele esperava ser capaz ao conseguir seu lugar na alcateia.

Como se isso não bastasse, o lobo que habita em Alexandre quer descobrir os segredos de sua maldição, separar-se da vida subalterna à do homem que caminha nas outras luas. O humano, indiferente à matança do animal que corre nas noites em que a lua parece aumentar em contraste ao manto celeste, terá sua vida retorcida por causa dos reflexos lunares… seria o amor, família, amigos, uma vida talvez tediosamente comum, alcançável no meio de tudo isso?

A Maldição do Lobisomem

O livro começa com o que promete: vísceras, uma fera em sua forma mais puramente animalesca, movida à tão somente seus instintos predadores, a dilacerar suas vítimas em perfeito saborear de um banquete fresco. Talvez seja uma das explicações para tantas pessoas desaparecidas mundo afora, já que só restam respingos de sangue daqueles que são escolhidos como alimento por um lobisomem.

Apresentada a carnificina, somos levados pelo narrador por duas linhas temporais que mostram o tempo “atual” da vida de Alexandre, já parte da uma alcateia e levando sua vida como o lobo solitário que é, e seu passado, pouco depois de ter sido amaldiçoado.

Assim, conhecemos o protagonista, sua paixão por motos envenenadas, velocidade e viagens sobre duas rodas, assim como o profundo desprezo pela espécie à qual faz parte. O lado sanguinário não chega, de fato, a ser tão problemático para ele até o momento em que se vê diante da necessidade de abrir mão da jovem que conquistou seu coração. Não que Alexandre seja um romântico incurável, mas, como na maior parte dos romances contemporâneos, surge aquela uma alma especial que o faz o motoqueiro bad boy não apenas desejar reverter a maldição, mas ansiar por um futuro e correr riscos desmedidos para manter seu amor. Ainda assim, a maldição da qual surgem pistas ao longo do livro, acaba sendo focada apenas pelo lado lupino da história e o humano nada faz ou descobre, de fato, para tentar acabar com a maldição.

Nesse ponto, a história ganha um revés inesperadamente romântico a partir da aparição de Valquíria, que passa a ser a motivação de todas as ações de Alexandre e traz uma reviravolta para a trama. Não que terror e romance sejam gêneros que precisam caminhar de maneiras apartadas, de modo algum. Contudo, a nuance da narrativa ganha um novo foco e viés, mais costumeiro em romances contemporâneos, com direito à toque de mãos com choque elétrico entre os personagens, deixando o lado aterrorizante um pouco estagnado e em segundo plano a partir de então. O que se vê de morte e carnificina segue de eco ao que temos nas primeiras páginas do livro.

Alexandre, em si, não tem tanto a dizer quanto o narrador onipresente na história, que vai além do contar, expondo constantemente suas opiniões durante os capítulos, que vão desde a índole de personagens primários e secundários até política, serviço público e sistema judiciário brasileiro. Não que tais apontamentos sejam inválidos ou desnecessários, mas, em vários capítulos, os comentários representam constantes quebras da narrativa, não sendo apresentados ao leitor de maneira fluida com os momentos da trama. Nesse mesmo ponto, são utilizados  frequentemente parêntesis para apresentar explicações sobre questões abordadas no livro que, muitas vezes, são desnecessárias ao caminhar da história, causando pausas inconvenientes no texto, já que não acrescentam em nada. Em alguns pontos a narrativa descritiva teve seus êxitos, como ao destrinchar um corpo humano sob às mordidas do lobisomem, mas, de modo geral, a sensação é de que ele poderia ser bem mais limpo.

A narrativa utilizada no livro se cerca de elementos costumeiros à linguagem jurídica, algumas expressões e “vícios jurídicos” que estão presentes na narrativa, somados às constantes explicações que insistem em aparecer, remete à leitura de um artigo jurídico e não de um texto literário. Não que este último não possa ser rodeado de formalidade e seguir uma linguagem culta, mas são aspectos que não se confundem às formalidades que o Direito e suas áreas de atuação acabam por tornarem corriqueiras aos seus praticantes.

Os personagens da história também têm seu viés de indagação, a estrutura arquitetada para o funcionamento da alcateia, que se reflete tanto na forma humana dos indivíduos, tanto quanto em sua forma lupina, encontra um balanço bem elaborado, sendo impossível que criatura e humano não tenham seu quê de semelhança, já que àquele advém deste. Inclusive, a relação entre animal racional e irracional chega a ser questionada, já que a narrativa se dá também pelo ponto de vista dos lobisomens transformados, mostrando em detalhes suas motivações e funcionamento em bando. Em alguns pontos, a dinâmica dos lobos se mostra bem mais interessante de acompanhar do que a dos caminhantes da luz do sol. E, sem dúvidas, o lobisomem criado na obra é, como o autor pretendia, um ser capaz de habitar o imaginário no rol de criaturas viscerais, uma ode aos antigos seres lupinos.

Conhecemos ainda toda a alcateia e, por vezes, até mesmo alguns vislumbres das futuras vítimas dos lobos. Todos de caráter opinativo pelo narrador, que não poupa em descrever, se possível, os piores lados daqueles prestes a serem devorados. Nesse aspecto, um detalhe chama a atenção, com exceção da quase desconhecida mocinha Valquíria, salvadora e única merecedora do amor de Alexandre, e que também não chega a ter papel marcante na trama, salvo o de se apaixonar, as mulheres têm o viés de pecadoras ou santas. Há vários alguns pontos com referências que reafirmam essa visão, que parece se estender do protagonista para o narrador (vice e versa), como o esmalte “vermelho puta“, que tenta – sem sucesso – reverter esse paradigma ao aparecer nas unhas da imagem mais santificada da história: Valquíria, que, de fato, sequer conhecemos bem ao longo do livro, o que também a assemelha bastante à uma manic pixie dream girl.

Não apenas esse papel feminino é questionável, já que o narrador não se limita às opiniões do seu protagonista, especialmente no que diz respeito à servidores públicos, de modo geral. Ainda que o sistema brasileiro careça, e muito, de melhorias, a máxima é levada ao extremo: todos são corruptos, preguiçosos ou incompetentes – salvo nossa donzela, que também é servidora, mas não se enquadra em tais parâmetros, é claro. Até mesmo nosso protagonista, ainda que não reconheça, tem seu lado displicente quando o assunto é seu trabalho.

A leitura de Crônicas da Lua Cheia: A Maldição do Lobisomem começou ávida por desvendar os mistérios dessas criaturas seculares, mas arrefeceu a medida que a narrativa insistiu em explicações excessivas e em utilizar do ideal romântico de salvação, que de certa maneira, acabou por se desviar do prometido inicialmente: ao puro terror das criaturas sanguinolentas de olhos vermelhos, ofuscando até mesmo o clamor existente na batalha entre criatura e humano, que tem um desfecho, previsível, mas ainda assim, interessante. O terror e o horror não estão em meramente no destrinchar de vítimas, mas na beleza intrínseca de fazer os pelos da nuca arrepiarem com a simples descrição de uma fera…

Aleatoriedades

“Todo mundo morre. Aquela morte, pelo menos, serviu para acalmar a sanha assassina do lobo.”

  • O livro foi recebido em parceria com o autor Clecius Alexandre Duran, e agradeço imensamente a oportunidade de conhecer sua obra;
  • A leitura foi feita em conjunto com as Mirteiras: Kaka, do O Reino das Páginas e Má, do Resenhando por Marina (só clicar no nome dos blogs e conferir as resenhas delas!).

“Nosso advento parece ser tão antigo quanto o aparecimento do homem e ambas as origens se perdem nas brumas do tempo.”

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

  • Lena Alfaiate

    Em 06.07.2018

    Uma excelente resenha! Eu adoro ser um pouco solitária mas na verdade para viver em sociedade é complicado! Todo o lobo precisa da sua alcateia.

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Lena!
    Eu também aprecio muito minha própria companhia, mas acho que viver em sociedade tem suas necessidades de alcateia! <3
    xoxo

  • tailorsadvice

    Em 06.07.2018

    Gostei bastante da sua resenha, bem completa! Eu adoro ser um pouco solitária mas isso já me trouxe alguns dissabores até porque para viver em sociedade temos de conviver uns com os outros, como mencionado: um lobo precisa de pertencer à sua alcateia. Beijo

  • Monique Dieli Chiarentin

    Em 06.07.2018

    Como sempre você arrasa nas fotos dos posts! Amei a composição dos objetos com o livro e com as descrições na resenha!
    Um dos meus gêneros favoritos é fantasia e ler sobre lobisomens. Não sabia que um autor brasileiro havia escrito um livro sobre esses seres fantásticos, fiquei curiosa para ler o livro e saber mais da história!

    Amei a resenha <3

    Beijos
    Inverno de 1996

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Monique!
    Ahhh que amor, obrigada! Feliz que tenha gostado das fotos!
    Também sou muito fã de fantasia, é meu gênero favorito e é super legal encontrar tanta diversidade na literatura contemporânea nacional!!! <3
    Obrigada pela visita!
    xoxo

  • Isa

    Em 06.07.2018

    Ameeeei a resenha e as fotografias *-*
    Acredito que se essa resena tivesse sido feita sem essas fotos lindas, não cativaria tanto a minha vontade de ter este livro, mas todo o contexto ilustrou melhor o mistério que tem na história e agora sinto que preciso ler este livro também.

    Beijos!
    Isa | Pedagogia Criativa
    http://pedagogiacriativa.com

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Isa!
    Ahhh super obrigada! Feliz que tenha gostado da resenha e das fotos e que fizeram você desejar o livro! <3
    Obrigada pela visita!
    xoxo

  • Juliana Sales

    Em 06.07.2018

    Achei muito interessante a premissa do livro de contar a história também pelo lado do lobisomem, quase como se fosse uma segunda personalidade e não a mesma pessoa simplesmente transformada. Mas algumas coisas me deixaram com o pé atrás, e a principal delas é a aparição do elemento romântico. Não que romance e horror não posso andar juntos, como você mesma disse, mas essa coisa de “toque de mãos com choque elétrico” me irrita bastante. A questão de a narrativa ser permeada de opiniões do autor geralmente me agrada, mas o fato de tais comentários atrapalharem a fluidez da narrativa também me desanimou um pouco.

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Juliana!
    Sim, o livro tem uma premissa bem legal e essa contagem pelo lado lupino é uma sacada super bem pensada. O elo romântico foi um dos problemas da minha leitura, foi desnecessário para a trama (como o choque elétrico) e deixou a dualidade em segundo plano, para então, relembrá-la no fim da trama. Bem complicado. De maneira geral não incomodo da narrativa ser opinativa, mas acho que precisa sempre seguir o fluxo das ideias para não parar a história, como aconteceu no livro.
    Obrigada pela visita! <3
    xoxo

  • Lunna

    Em 06.07.2018

    Confesso que sinto um pouco de preguiça quando trazem lendas para o território brasileiro. Mas a lenda do lobisomem em si, sempre me incomodou porque entendi a idéia em si, de falar do homem enquanto bicho. mas a transformação em si, me incomoda. Pelos, o focinho e todo o resto. Sinto preguiça imensa dessa história. Mas já vi em filmes, séries e outros. E amei o Jack Nicholson passando pela transformação em Woolf. Mesmo assim, acho a história meio sem sentido. E quando enfiam uma dama no meio da trama para ser o motivo a preservar o humano é como se dissessem, apenas o homem ama. Haja egocentrismo nisso.
    Enfim, eu prefiro o amor canino que de muitos humanos.
    Sei la, eu preferiria que a questão do lobisomem fosse a luta em si do homem com a besta antes do ciclo final. As fases da lua poderiam ser responsáveis pelo ciclo e para não se transformar em besta, o homem teria que lutar contra tudo, mas principalmente contra si. A luta seria interna e alguém venceria no final. Como o processo de uma doença em que se come por dentro e há meios de preservar a vida ou não.
    Delirei, eu sei… para variar.
    Voltando ao seu post (finalmente) amei as fotos e o efeito do papel queimado ficou show. Eu tento não ficar horas diante das fotografias, mas não consigo… leio um trecho e fico ali parada a imaginar vosso olhar e sentir ao clicar. Li um sem-fim de vezes o papel queimado e suas frases de loucura, cura e afins.
    Essa sou eu, a palavra loucura define bem. rs

    bacio

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Lunna!
    Eu até gosto dessa imersão do sobrenatural nas terras brasileiras e do mito do lobisomem. Inclusive, também tinha essa ideia de que aconteceria a batalha entre homem e besta ao longo do livro, mas isso não aconteceu, a decisão vem nos acréscimos do segundo tempo e o único que fica, de fato, empenhado a se livrar de sua outra parte é a besta. Queria que o homem batalhasse também, mas toda sua razão vem apenas com o papel da mocinha…
    E, entre amor canino e humano, o primeiro é sempre o melhor! ahahha
    Humildemente (ou não) adorei produzir essas fotos, fiquei pensando em como representaria a história e o fogo consumindo papel veio bem a calhar pra consumir o trecho que vai se revelando aos poucos para o leitor durante a trama.
    De louco, todos temos um pouco. Nossa melhor parte, acredito eu.
    Obrigada pela visita!
    xoxo

  • Luana Souza

    Em 06.07.2018

    Eu sempre me impressiono com as suas composições fotográficas, e com essas não foi diferente. Que lindas! Eu só sei que, se eu inventasse de brincar com fogo, ia acabar ateando fogo no livro haha.
    Não conhecia o título e, mesmo lobisomens não sendo bem o meu estilo, a curiosidade fica um pouco acesa para descobrir o que acontece na história. É legal ver autores colocando essas figuras mitológicas aqui no Brasil. Os últimos lobisomens que eu tive contato foram os de Harry Potter :p
    Em fim, a resenha ficou linda <3 beijos.

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Luh!
    Ahahah Eu queimei os papéis no tanque de casa, porque se algo desse errado, era só jogar lá dentro e abrir a torneira. O problema foi quando resolvi colocar fogo no papel durante as fotos… ahahah Na hora de apagar foi jogar num pano e abafar pra apagar.
    Também gosto muito da inserção de personagens mitológicos no Brasil, e os de Harry Pottter fizeram pontinha aí com o livro que usei de fundo pras fotos… eheheh
    Obrigada pela visita! <3
    xoxo

  • Fernanda Akemi Pedotte

    Em 06.07.2018

    Oie!

    Excelente resenha e fotos maravilhosas!
    Eu sou bem solitária, não abro mão da minha companhia e meu sossego, mas acho que o viver em sociedade também tem importância e necessidades.
    Eu vim logo para esse post, pois aprecio o gênero e ainda por ser um autor nacional, aguçou mais ainda minha curiosidade. Única pena é o excesso de explicações, isso me cansa um pouco, mas adorei a premissa e vou levar a dica.

    Bjs
    Fernanda

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Fê!
    Own obrigada!!! <3
    Também sou bem solitária, mas acho que tudo tem seu balanço e equilíbrio nesse mundo!
    Quando ler não esquece de me contar o que achou, e nacionais sempre tem cadeira cativa aqui no blog! <3
    Obrigada pela visita! <3
    xoxo

  • Helô

    Em 06.07.2018

    Primeiro quero dizer que você arrasou nas fotos!
    Adoro um livro de mistério! E me deixa mais feliz ainda saber que a literatura é nacional!
    Lembro que meu dizia que quando ele era criança e morava no sítio viu um lobisomem :O
    Eu não duvido hahahaha

  • Retipatia

    Em 06.07.2018

    Oi Helô!
    Ah obrigada! Feliz que tenha gostado das fotos, foi bem legal montar esse cenário e fotografar! <3
    E sim, a literatura nacional contemporânea está se expandindo muito e para todos os tipos de gêneros, uma maravilha! Eu tô rindo do caso do lobisomem, mas quando eu era pequena e ia pro sítio do meu avô a gente ouvia muitas histórias doidas também! ehehehe
    Obrigada pela visita!
    xoxo


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