Sejamos Todos Feministas ♥ Chimamanda Ngozi Adichie

Em 10.04.2017   Arquivado em Resenhas, Revolucione

Bom dia, tarde e noite folks!

Hoje é dia de colocar ordem na casa, já que os posts saíram da frequência regular por motivos de voltei a trabalhar e tô um pouco louca com a volta a rotina intensa… rs

E, assim, é a vez de falar sobre um livro para lá de necessário. Sejamos Todos Feministas, da Chimamanda Ngozi Adichie, publicado no Brasil pela Editora Companhia das Letras, não é apenas bom ou ótimo ou excelente, mas necessário, e que me fez refletir tanto, que, mesmo tendo lido ele de uma vez só e, ser do tipo que eu queria marcar simplesmente tudo que estava escrito, precisei respirar fundo antes de escrever esse post.

Sinopse: O que significa ser feminista no século XXI? Por que o feminismo é essencial para libertar homens e mulheres? Eis as questões que estão no cerne de Sejamos todos feministas, ensaio da premiada autora de Americanah e Meio sol amarelo. ‘A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente.

Sobre a Autora: Chimamanda Ngozi Adichie nasceu em Enugu, na Nigéria, em 1977. É autora dos romances Meio Sol Amarelo (2008) – vencedor do Orange Prize, adaptado ao cinema em 2013 -, Hibisco Roxo (2011) e Americanah (2014), publicados no Brasil pela Companhia das Letras. Assina ainda uma coleção de contos, The Thing around Your Neck (2009). Sua obra foi traduzida para mais de trinta línguas e apareceu em inúmeros periódicos, como as revistas New Yorker e Granta. Depois de ter recebido uma bolsa da MacArthur Foundation, Chimamanda vive entre a Nigéria e os Estados Unidos. Sua célebre conferência no TED já teve mais de 1 milhão de visualizações. Eleito um dos dez melhores livros do ano pela New York Times Book Review e vencedor do National Book Critics Circle Award, Americanah teve os direitos para cinema comprados por Lupita Nyong’o, vencedora do Oscar de melhor atriz por Doze Anos de Escravidão.

Para quem não conhece, Sejamos Todos Feministas é a versão de uma palestra que Chimamanda realizou em 2012, no TEDxEuston, uma conferência anual com foco no África. Por essa razão, não se trata de um livro extenso. Eu mesma li durante meu horário de almoço dia desses, a leitura é tão fluida e viva que corre super bem, não cansa e traz muita – mas muita mesmo! – reflexão.

Como a própria autora relata, o tema escolhido não poderia ser outro, apesar de muitas pessoas o encararem como algo ruim, ele é mais do que necessário. E, adiantando, ela conta que, apesar da insegurança inicial, quando vieram os aplausos de pé da plateia, ela sabia que valera o risco.

“…estereótipos limitam e formatam nosso pensamento… […] Tenho a impressão de que a palavra ‘feminista’, como a própria ideia de feminismo, também é limitada por estereótipos.”

“Se repetirmos uma coisa várias vezes, ela se torna normal. Se vemos uma coisa com frequência, ela se torna normal.”

Eu mesma aplaudi – internamente, ou iria parecer mais louca do que já sou no refeitório do trabalho… – depois que finalizei a leitura. Além de toda a identificação que o texto carrega, ele traz mais, muito mais. Tudo em um tom de conversa, daquela sua amiga que está te contando alguns fatos da vida dela e dizendo o por quê que isso ou aquilo outro é errado. Porque isso ou aquilo não é bom. Mostrando como, em vários pontos, o machismo e o preconceito estão tão intrínsecos à nossa cultura e sociedade que aparecem disfarçados de outras coisas e, muitas vezes, recobertos sob o véu da normalidade.

A autora começa contando sobre a primeira vez em que foi chamada de feminista, e que, a conotação quando isso foi dito, foi pejorativa, como um xingamento. E, conforme o tempo foi passando, em que ela se descobria feminista, em como as pessoas contrapunham esse fato às suas atitudes cotidianas. E aqui, temos aqueles habituais títulos, se é feminista, não pode gostar de salto alto e andar ‘feminina‘. Se é feminista, significa que é contra os homens. Se é feminista, blá blá blá (acreditem, tem muito blá inserido aqui).

“- mas há um abismo entre entender uma coisa racionalmente e entender a mesma coisa emocionalmente.”

“A questão de gênero, como está estabelecida hoje em dia, é uma grande injustiça. Estou com raiva. Devemos ter raiva. Ao longo da história, muitas mudanças positivas só aconteceram por causa da raiva. Além da raiva, também tenho esperança, porque acredito profundamente na capacidade de os seres humanos evoluírem.”

Com vários exemplos e, uma boa dose de conhecimento e informação, a autora não apenas desconstrói cada um desses paradigmas eleitos pela sociedade como normais e desejáveis, mas mostra como e porque eles são deficitários e servem apenas para manter a mulher em posição de desigualdade em relação aos homens. Chimamanda faz isso de uma maneira tão clara, direta e de fácil compreensão, que eu não sei se alguém é capaz de ler seu texto e não terminá-lo sem estar, ainda que um pouquinho, modificado.

É claro que muita coisa que ela conta, não tem, necessariamente, o sabor de novidade. Já senti na pele muitas coisas, como várias e várias mulheres do mundo inteiro. Mas, o melhor é ouvir isso de alguém tão esclarecida, inspiradora e que tem uma grande carga de conhecimento a repassar. Alguém que te conta os porquês. Que lembra que, ser uma pessoa feminista não significa ser imune ao que a sociedade tenta lhe impor. Não é uma espécie de super poder – quem dera o fosse e que funcionasse como os braceletes da Mulher Maravilha.

“A questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos.”

“Falar é fácil, eu sei, mas as mulheres só precisam aprender a dizer NÃO a tudo isso. A realidade, porém, é mais difícil, mais complexa. Somos seres sociais, afinal de contas, e internalizamos as ideias através da socialização. Até mesmo a linguagem que empregamos dentro do casamento é reveladora: frequentemente é uma linguagem de posse, não de parceria.”

E, quando se fala em pessoa feminista, vale destaque, não estamos falando de mulher feminista apenas, porque qualquer um, homem ou mulher, pode ser feminista. Não é uma condição de gênero, é um posicionamento perante as desigualdades da sociedade.

Como ela destaca, o feminismo é sobre gênero. O assunto parece sempre incomodar, mas sim, precisamos discutir isso por mais incômodo que possa parecer a primeira vista. Ouso dizer que, se é incômodo para você, muito provavelmente é porque não há esclarecimento suficiente sobre o tema. E, nesse caso, pesquise e, o livro da Chimamanda, é um excelente começo.

“O problema da questão de gênero é que ela prescreve como devemos ser em vez de reconhecer como somos. Seríamos bem mais felizes, mais livres para sermos quem realmente somos, se não tivéssemos o peso das expectativas de gênero.”

“Algumas pessoas me perguntam: ‘Por que usar a palavra ‘feminista’? Por que não dizer que você acredita nos direitos humanos, ou algo parecido?’ porque seria desonesto. O feminismo faz, obviamente, parte dos direitos humanos de uma forma geral – mas escolher uma expressão vaga como ‘direitos humanos’ é negar a especificidade e particularidade do problema de gênero. Seria uma maneira de fingir que as mulheres não foram excluídas ao longo dos séculos. Seria negar que a questão de gênero tem como alvo as mulheres. Que o problema não é ser humano, mas especificadamente um ser humano do sexo feminino.”

O que mais ouço são mulheres com atitudes e pensamentos totalmente coerentes com o feminismo se auto-intitularem não feministas. Sempre o orgulho em dizer, ou colocar como parêntesis em tudo que se diz um “eu não sou feminista, tá!“, como se ser feminista fosse um status risível, antiquado, errado. E, por mais que tenham ideias que coadunam com o movimento, precisam apenas serem lembradas de que ser feminista não é um xingamento, tampouco, um rótulo ofensivo. Muito pelo contrário.

Provavelmente, a leitura do livro da Chiamamanda já seria suficiente para vencer, ao menos, essa barreira. E, por favor, não me venham com a ideia de que, se uma pessoa que se auto intitula feminista urina em público e pratica atos repreenséveis, não significa que ela seja o movimento, que ela seja feminista. O feminismo é maior que isso. Bem maior. Uma pessoa não faz parte de algo apenas porque se intitula tal qual. Isso é generalizar. Não generalize. Entenda, reflita e depois decida.

“Uma vez eu estava falando sobre a questão de gênero e um homem me perguntou por que eu me via como uma mulher e não como um ser humano. É o tipo de pergunta que funciona para silenciar a experiência específica de uma pessoa.”

“Tem gente que diz que mulher é subordinada ao homem porque isso faz parte da nossa cultura. Mas a cultura está sempre em transformação.”

Se o seu problema é com títulos, pois bem, diga apenas que você é alguém que busca a igualdade e liberdade entre os gêneros, que acredita em direitos humanos igualitários. E, se você concorda com essa parte, eu te conto que essa é a definição de feminismo. E, se você não acredita que devemos ser iguais, como diriam no bom brasileirês, aí o buraco é mais embaixo.

Já foi citado lá em cima, mas a medida que eu lia esse livro, eu queria grifar ele por inteiro. O ebook, mesmo curtinho, ficou simplesmente cheio de marcações, é impossível não se identificar com tudo que a Chimamanda nos diz. Tive que fazer uma peneira em tudo que grifei, ou, do contrário, essa seria uma postagem apenas com citações do livro e, claro essa não é a ideia.

“Para quê serve a cultura? A cultura funciona, afinal de contas, para preserva e dar continuidade a um povo.”

“A cultura não faz as pessoas. As pessoas fazem a cultura. Se uma humanidade inteira de mulheres não faz parte da nossa cultura, então temos que mudar nossa cultura.”

E, agora, eu quero ler todos os livros da Chimamanda, porque sim, é claro! ‘Sejamos Todos Feministas’, apesar de não se tratar de literatura (que é normalmente o objeto de análise aqui do blog), entrou para o roll de melhores leituras desse ano e, claro, na Reclassificação de Livros, está em ‘Leio até mesmo de pé esperando o ônibus‘, com bônus ‘Amores da Vida’!

O Ebook de Sejamos Todos Feministas foi baixado gratuitamente através da Amazon, na promoção especial que rolou pelo Dia Internacional da Mulher e, coincidentemente hoje, acabei de abrir e vi que ele está free ainda ou também, não sei dizer.

Para quem não conseguiu ou não ficou sabendo na época ou não conseguir baixar pela Amazon, o Ebook está sempre disponível para download gratuito pela Saraiva. Então, sem desculpas, bora ir lá fazer o download e ler esse livro-discurso-relato maravilhoso e empoderador!

“A meu ver, feminista é o homem ou a mulher que diz: ‘Sim, existe um problema de gênero ainda hoje e temos que resolvê-lo, temos que melhorar’. Todos nós, mulheres e homens, temos que melhorar.”

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

Ouvindo: Major Lazer – Powerful (feat. Ellie Goulding & Tarrus Riley)

  • Adeiliane Pessoa

    Em 10.04.2017

    Nossa to precisando ler mais procurar novos livros porque confesso que me limito a ler mais romances, parece ser um bom livro, vou procurar-lo!!! Aborda um assunto muito interessante, parabéns sucesso!!!

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Esse é mesmo um ótimo livro para variar as leituras e, principalmente, porque trata sobre um assunto tão importante para a sociedade atual! <3
    xoxo

  • Rackel

    Em 10.04.2017

    Oi! Estou com ele no meu kindle. Quero ler e conhecer a escrita dela. Só leio elogios e como o livro é reflexivo. Bjos ❤

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Leia sim Rackel! É um livro incrível mesmo! <3
    xoxo

  • Thaís Bueno

    Em 10.04.2017

    O feminismo é um assunto que está em alta e que deve sim ser debatido. Como a própria Chimamanda disse as mulheres foram excluídas por vários séculos e já está mais do que na hora de mudarmos esse cenário. Adorei os trechos que você destacou e fiquei muito interessada em conhecer o texto completo. Parabéns pela resenha e pelas fotos (lindas como sempre).

    Beijos,

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Thaís! O livro é mesmo super interessante e o tema, não poderia ser mais indispensável! Chimamanda dá uma aula e tanto no discurso e super recomendo a leitura! <3
    xoxo

  • Willian Lopes

    Em 10.04.2017

    Acho que já vi essa palestra dela, mas já faz um bom tempo.
    A versão escrita deve prender mais por que tem o fator atenção envolvido. Ler exige mais do que assistir um vídeo né.
    Muito boa a resenha. Muito boa a indicação.

    Sejamos todos feministas.

    Um abraço.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Willian! O livro é mesmo muito incrível, não cheguei a assistir o vídeo, e a leitura tem sim um tipo distinto de atenção requerida e que acredito que ajude muito a ter um bom aproveitamento do conteúdo! <3
    xoxo

  • Vickawaii

    Em 10.04.2017

    Sejamos todos feministas SIM <3 Eu já tinha ouvido falar desse livro e é muito legal saber que foi uma autora africana que o escreveu. Também concordo com todas as suas ponderações, principalmente com a questão de se intitular feminista. Pode apostar que vai vir alguém comentar "não sou feminista, sou humanista" hueihuihe. Isso se dá, na verdade, por falta de esclarecimento, já que muita gente "não feminista" defende os ideais do feminismo. E sobre essas pessoas que fazem atos mais "repreensíveis", eu realmente discordo de várias manifestações radicais, mas o que me incomoda meeeeeesmo é as pessoas deslegitimarem todo o movimento por causa dessas manifestações. Isso não tira a legitimidade da luta e não deveria fazer com que "feminista" automaticamente fosse pejorativo :/ Por isso que eu acho importante estudar sobre o tema e conscientizar as pessoas tanto sobre conceitos quanto sobre práticas. É um trabalho constante em busca da igualdade <3

    Beijos, Vickawaii
    http://www.neverland.com.br

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Vick, deixa eu te dar um abraço bem apertado!!! ahaha Você resumiu bem muitas ideias que tentei passar. Precisamos esclarecer e conscientizar cada vez mais, para vencer as barreiras que foram colocadas pelos estereótipos equivocados.
    Obrigada!!! <3
    xoxo

  • Amanda Barreiro

    Em 10.04.2017

    PARA TUDO, você escreveu sobre essa mulher MARAVILHOSA também! <3 <3 <3
    Além de genial, o discurso dela é tão sensível, didático, compreensivo que, como você disse, ela vai nos mostrando o que é errado e o porquê de ser errado como uma mãe educa os filhos, convicta, crítica, mas com um tom de leveza. Não é aquela crítica destrutiva, militante, radical, e sim aquela sincera, que realmente quer te ver um ser humano melhor.
    Eu assisti os dois vídeos dela do TED, mas não li esse livro ainda, só o Americanah, mas já quero ler TODOS.
    E não sabia que ainda estava free na Amazon! Corri pra baixar <3

    Beijos,
    Amanda

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Amanda! Vem cá que quero te dar um abraço também! ahahaha Você pontou bem, a Chimamanda tem uma excelente didática para explicar as coisas e faz tudo parecer tão claro e óbvio que me peguei me perguntando como que eu nunca tinha visto ou pensando alguma coisa sob tal ângulo… Depois me fala o que achou de Americanah, eu tô louca para ler!!! <3
    xoxo <3

  • Lara Kneip

    Em 10.04.2017

    Parabéns pela sua resenha Rê! Ela ficou tão completinha e tão bem formulada que não tem como não querer ler esse livro. Achei o máximo que o e-book dele está disponível de graça, então realmente não tem desculpas pra não ler. Afinal o processo de conscientização sobre o feminismo acontece aos poucos, mas de forma constante.


    Relíquias da Lara

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Lara! É exatamente essa a ideia, não queremos impor nada a ninguém, apenas conscientizar para que as pessoas entendam o feminismo além do que as aparências ou a mídia taxativa o faz parecer ser. Bora lá ler esse livro lindo!!! <3
    xoxo

  • Rebeca Stiago

    Em 10.04.2017

    Oii RE, parabéns pelo seu post. Acho esse tema necessário. Coloquei na minha lista do Skoob pra eu ler. Cada dia mais tenho me interessado pelo movimento e tô tentando ler mais sobre os temas. Inclusive seguindo mais blogs e páginas que produzem conteúdo a respeito. Fico feliz de ter achado esse conteúdo aqui. Beijos

    http://www.verdadeescrita.com/eu-sou-minha-2/

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Rebeca! Obrigada! O tema é mesmo necessário e fico feliz em saber que você tem interesse nele e que está buscando conhecer mais a respeito. Essa leitura é do tipo indispensável! <3
    xoxo

  • Carolina Monteiro

    Em 10.04.2017

    Sua resenha ficou linda! Me deixou com muita vontade de ler um livro. Acredito que seja um livro muito importante de se ler por conta do tema tratado. Adorei! <3
    http://www.brincandodeolivia.com

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Carolina! O tema é mesmo super importante, vale a leitura!!! <3
    xoxo

  • Ane

    Em 10.04.2017

    Esse livro é realmente incrível. Acho que tinha que ser leitura obrigatória para meninos e meninas. Achei lindas as fotos que ilustram essa postagem assim como a sua resenha está bem completa e convidativa.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Ane! Com certeza é o tipo de leitura que enriquece muito, independentemente do gênero, é capaz de ajudar a ensinar e educar do que se trata o feminismo.
    Obrigada!!! <3
    xoxo

  • Josy Souza

    Em 10.04.2017

    Eu, particularmente, não sou muito fã desse tema. Mas acho extremamente válida essa discussão também no meio literário, é importantíssima no contexto social em que estamos hoje. Uma ótima dica e ótima resenha ♥

    Beijos,

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Josy! O tema é mesmo muito importante e deve ser abordado em todas as áreas possíveis! 🙂
    xoxo

  • Jéssica Miguel

    Em 10.04.2017

    A-DO-REI!
    QUERO!
    PRECISO!
    NECESSITO!

    Eu não sou fã de nada que tenha ‘ista’ no final, ahhaha, mas acho válido todo e qualquer tipo de informação. Acho que pra falarmos, temos que ter base. E com base pode ser experiência própria ou não. Ler é algo fantástico. Tô colocando esse livro na listinha!

    Beijos

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Com certeza! Acho que até mesmo para discordar de algo é preciso conhecer e entender! Tenho certeza que você vai gostar da leitura!! <3
    xoxo

  • Júlia Raquel

    Em 10.04.2017

    Sempre acabo me fechando nos mesmos gêneros de livros e esqueço que há diversas outras opções.
    Confesso que não conhecia o livro, ou a autora, porém o assunto abordado é de extrema importância. Acredito até para quem não conheça muito sobre o feminismo, afinal precisamos começar a nossa base em algum lugar né? Eu adorei a resenha, está maravilhosa e estou adicionando este a minha listinha <3

    http://paginasincriveis.blogspot.com.br/

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Júlia! É isso mesmo, é importante conhecer o assunto, seja para concordar ou discordar dele! Feliz que tenha gostado da resenha e que se interessou pela leitura! <3
    xoxo

  • Victória Villaça Felet

    Em 10.04.2017

    Estou pasma com esse resenha sensacional, sério. Você sempre arrasa, mas, dessa vez, foi demais da conta. Na boa, parabénssss. <3

    Em segundo lugar, Chimamanda = amor. Essa mulher é inspiradora para caramba e eu sou fã de carteirinha desde que vi a palestra [online] sobre 'histórias únicas' – lá quando tinha meus meus 14 aninhos (~nostalgia). Sejamos todos feministas, SIM! Por mais debate e conscientização.

    Beijos,
    Attraversiamo.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Vic!!! Chimamanda é uma inspiração de mulher e o livro da palestra é uma ótima oportunidade para debatermos o tema mais e mais! <3
    Obrigada por tudo linda! <3
    xoxo

  • Bruna Morgan

    Em 10.04.2017

    Eu li esse livro e assisti a palestra. Chimamanda é muito inspiradora e é uma mulher incrível.
    Estou lendo agora Americanah, estou gostando!

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Disse tudo, Chimamanda é incrível! Bom saber que está gostando de Americanah, quero muito ler! <3
    xoxo

  • Luana Souza

    Em 10.04.2017

    Sério, seu post foi mais um incentivo. Prometo que vou ler esse discurso de uma vez (não sabia que tinha gratuito), pois eu meio que me descobri feminista por conta da minha forma de pensar sobre muita coisa, e acho que ler algo assim só iria “abrir” minha mente para muitas outras coisas. Conheço várias pessoas que tem uma ideia errada sobre o que é ser feminista, e livros (posso chamar assim?) podem ajudar, e muito!

    Ah, sua resenha ficou incrível, super completinha, dando aquele “up” para a gente se animar a ler. E, sim, sejamos todos feministas! <3

    ps: como faz pra tirar fotos legais assim de um table? As minhas não conseguem ficar assim haha.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Lu, eu também meio que ‘descobri’ que era feminista (ou quase lá) depois de conhecer mais da ideia deles e ver que o que eu buscava, tinha nome. Acho que você vai gostar muito da leitura do livro da Chimamanda, é leve e traz muito aprendizado, além de ser aquele ‘tapa de luva’ na sociedade machista… rs
    Obrigada por tudo linda! E ah! Você me pedindo dicas pra fotos??? Ah por favor, né??? kkkk Eu tiro todas as fotos aqui do blog com celular, antes era com um S4 (que foi o caso dessas daí) e agora é com um J5 (tudo Samsung), mas acho que depende da iluminação para ficarem boas. Se com a capa do livro não rolar, coloca a imagem da capa na sua galeria e bora testar isso aí! <3
    xoxo

  • Mia

    Em 10.04.2017

    Gosto bastante da Chimamanda e o discurso feminista é sempre válido, mas há pontos com os quais não consigo concordar, como o que homens também podem ser feministas. Isso é um absurdo por diversos motivos, mas, de qualquer forma, a leitura, assim como a reflexão é sempre válida.

    ;*

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Mia! Gostaria de saber mais sobre as razões que te fazem discordar sobre os homens também serem feministas, como a ideia para mim não é um contraponto, acho válido ouvir outras opiniões e entender isso mais a fundo! Se quiser explicar, tô aqui às ordens!
    Também gosto muito da Chimamanda! Obrigada pelo comentário e por se posicionar no assunto!
    xoxo

  • Camyli Alessandra

    Em 10.04.2017

    Eu ando fugindo desse tipo de leitura… Mas, reconheço a importancia do feminismo nos dias atuais.
    BJOS.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Camyli, é verdade, o feminismo é importante desde muito tempo e, ainda precisamos dele! 😉
    xoxo

  • liz

    Em 10.04.2017

    Que post maravilhoso, hein? queria MUITO ler, aliás, quero e irei! é um dos livros sobre feminismo que mais ouço falar bem e sua resenha e “debate” no post foi muito bom, concordo muito sobre isso de que as mulheres ainda sentem o receio de se dizerem feministas e devem perder isso!
    sobre homens feministas, eu Não concordo, assim como outra moça que comentou aqui, porque grande parte do que sofremos é pela falta de espaço da mulher, da representatividade dela propria, no momento em que os homens querem tomar o nosso espaço, entra na mesma coisa que já vivemos. Não é que homens nao possam querer a melhoria disso tudo, e sim que se intitular feminista e querer tirar a voz das mulheres é bem chato…mas com certeza homens podem (e devem, né?) ser coerentes com o movimento 🙂
    nao sabia sobre a palestra dela!

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Liz! Boralá ler esse livro linda da Chimamanda!!! <3 Obrigada por comentar e por falar sobre a questão de homens serem feministas. Não posso dizer que compartilho dessa linha de raciocínio, porque não vejo como tomada de espaço, mas compreendo a visão que você expôs, obrigada por esclarecer. 🙂
    xoxo

  • Gislaine

    Em 10.04.2017

    Eu vi o Ted Talk dela e achei fascinante! Adorei a forma como ela se expressa e coloca suas ideias. Sua resenha ficou incrivelmente detalhada e bem escrita, definitivamente vou procurar baixar o ebook.
    Literalize-se

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Obrigada Gislaine! É uma ótima conhecer o livro também, ela tem uma didática realmente incrível! <3
    xoxo

  • Síntese Nerd

    Em 10.04.2017

    Ola! Há algum tempo estou querendo ler essa autora… já vi vários comentários positivos sobre as suas obras. Esse me parece um bom título para começar.
    Um beijo.

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Leia sim! Super recomendo! 🙂
    xoxo

  • Renata

    Em 10.04.2017

    sabe, estou muito na vibe de conhecer sobre assuntos que tragam, de fato, alguma coisa importante para a minha vida ao invés de assumir uma postura sem conhecer ou com base no achismo e comentários de amigos/colegas.
    esse livro já me foi muito recomendado em grupos feministas e, depois de uma resenha maravilhosa dessas, eu estou super animada e empenhada em lê-lo também.
    graças a deus o mundo está caminhando para a mudança e assuntos como esse tem ganhado cada vez mais reconhecimento, ainda que de forma superficial, não é mesmo?

    beijo Rê!
    blog vestidinho jeans

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Rê! O livro é mesmo um ótimo ponto de partida sobre o tema. Não sei se dei a impressão na minha resenha, mas a abordagem do livro, não chega a ser superficial não! 🙂
    xoxo

  • Fernanda

    Em 10.04.2017

    Oi, tudo bem? Não conhecia , mas agora já quero ler, obrigada pela indicação 🙂 Bjs

  • Retipatia

    Em 10.04.2017

    Oi Fernanda! Que bom ,fico feliz que tenha se interessado! 🙂
    xoxo

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