Marcas na Inocência ♥ Lu Muniz

Em 12.03.2017   Arquivado em Resenhas

Bom dia, tarde e noite folks!

Coincidentemente, o primeiro livro da duologia Doce Inocência: Outro Olhar Sobre o Seu, também foi resenhado em um domingo (e você pode conferir a resenha aqui). E, hoje, é a vez de fechar essa história, com a resenha do recém lançado em versão Ebook na Amazon.br, Marcas na Inocência, mais uma de minhas leituras ocorridas de uma só vez, começando a noite e seguindo até o raiar do dia, com a sensação deliciosa de uma aguardada leitura sendo realizada.

Sobre a Autora

Lu Muniz é carioca e desde pequena já demonstrava interesse pela leitura e pelas artes. Aos 11 anos já escreveu sua primeira poesia e, pouco tempo depois, aos 13, Doce Inocência começou a nascer, quando, depois da leitura de um romance, ela, acertadamente, pensou: “Ei, também posso escrever algo assim!”.

Desde então, Lu não parou. Escreveu poesias, peças de teatro, crônicas, contos, histórias infantis e outros romances. Ela também é apaixonada por literatura e, assim, cursou Letras, se graduando com seu romance autoral intitulado “Quando você chegou…”. Seu último romance lançado é Marcas na Inocência, fechamento da duologia Doce Inocência e escrito mais de duas décadas depois da primeira versão de Outro Olhar Sobre o Seu.

Sinopse da Obra

Em toda história, sempre existem dois lados. ‘Marcas na Inocência’ promete dar ao leitor todas as respostas para a lacuna temporal deixada de forma proposital no primeiro volume da duologia ‘Doce Inocência’.
Cada qual com suas razões, o casal principal vai levar o leitor a duvidar da sua própria capacidade de se posicionar diante dos seus conflitos e de defender qualquer um dos lados.
Francine precisa amadurecer rapidamente, substituindo a imaturidade por comportamentos que a farão crescer como pessoa. Por outro lado, Ivan luta para livrar-se dos fantasmas do seu passado e recuperar sentimentos de confiança e de perdão.
Com protagonistas que fogem dos padrões idealizados dos romances, Lu Muniz aposta em personagens extremamente humanos e, portanto, carregados de fraquezas, falhas e imperfeições. E é o leitor quem vai partilhando dos seus pensamentos e acompanhando seu amadurecimento durante o desenrolar da história.
Tanto os personagens principais quanto os secundários seguem suas trajetórias, cheias de altos e baixos, e em busca de respostas para seus traumas e dramas pessoais.
Será que todos estarão dispostos a assumir as consequências dos seus atos?

Impressões Sobre a Obra

Como se trata do segundo livro da duologia, este post irá conter spoilers sobre o primeiro livro!

Marcas na Inocência começa exatamente no ponto em que Doce Inocência nos deixou, com o retorno de Ivan para o Brasil, disposto a acertar o seu relacionamento com Francine, refazendo o contrato que o levara a sair do país, após onze meses afastado.

“Um mundo tão cheio de palavras não ditas e de tantas acusações veladas. E cá estamos nós dois; Ivan e eu, emudecidos. E dessa vez, só há espaço para… Helena. E para o que ela significa.”

O único porém é que suas expectativas e esperanças são destroçadas de uma só vez quando, ao voltar para casa, ele encontra Francine cuidando de um bebê. Em poucos tensos minutos, a confirmação, a criança é sua filha, fruto de seu relacionamento com Francine.

“Nunca, em toda a minha vida, senti um abismo tão grande entre nós. Ele transcende os limites da nossa existência e anula qualquer possibilidade de construir uma ponte que ligue os dois lados.”

Os planos de reconciliação que infiltraram a mente de Ivan por onze meses escorrem por seus dedos, ele acabara de conhecer a própria filha, que Fran escondeu dele durante todo esse tempo, impedindo-o de sequer saber que seria pai. O perdão agora é algo que parece inalcançável, como perdoar a mulher que agora está à sua frente, uma Francine que ele desconhece completamente, que é vingativa?

“Até que ponto estamos preparados um para o outro? Até que ponto estamos prontos para conviver com nossas diferenças?”

“Nós duas gritamos juntas o refrão da canção como fazíamos com o vovô, antes dele falecer, pequenas ainda, sem muita noção dos problemas de adulto que teríamos de verdade. A diferença agora é que toda a carga emocional que o meu problema de adulto tem sobre mim, supera qualquer emoção que eu já havia sentido ao gritar Cry Baby!”

Um giro ao passado e acompanhamos os passos de Ivan e Francine durante os onze meses em que estiveram separados: Francine encobrindo a gravidez, inclusive fazendo com que sua família também não revelasse seu segredo a Ivan e, com isso, passando por todas as nuances de gerir uma criança, desacompanhada, ainda que determinada a crescer, pela vida que agora é responsável. Ivan, por sua vez, consegue ver mais claramente todos os erros que cometera e busca ajuda através da terapia para superar os fantasmas de seu passado, que sempre o fizeram ter dificuldades em demonstrar seus sentimentos.

“Minha doce inocência acabou. Acabou. Acabou como um sopro. Como um sopro que faz a semente cair do bico do passarinho e germinar a terra. O sopro que simboliza o fim de uma fase para iniciar outra. O sopro de uma vida.”

Com o avançar do tempo e dos acontecimentos que rodeiam Francine e Ivan, especialmente no que diz respeito ao núcleo familiar da trama a às amigas de Fran – Julia, também namorada de Alex, irmão de Fran, num relacionamento que se desgasta pela impossibilidade de manter o contato com carreiras tão distintas; e Soninha, com um relacionamento desgastado e conturbado com o namorado Nando – chegamos mais uma vez no ponto inicial deste volume da história, o reencontro onze meses depois da partida de Ivan.

“Ela mostra o quanto ilusória é a nossa necessidade de mantermos valores que se perdem quando se sobrepõe ao sentido da vida. Não importa; tudo se perde… Nada tem valor. Só o fato de que existe perdão, existe compaixão, existe vida.”

E, com mágoas tão profundas, Francine acreditando que Ivan a traiu com sua ex-namorada Norma e ele, ferido por ter sido privado da paternidade por onze meses, os desentendimentos são inevitáveis. Ainda que ambos saibam do amor que sentem um pelo outro, o perdão parece algo inatingível.

“E a roda da vida não para de girar. Ela é tão engrenagem quanto o meu coração. Ela roda com o meu pulsar. A roda não cansa. Ela não para de girar.”

“Meu irmão me puxa pela mão e me aconchega de encontro ao seu peito. Silêncio. É o nosso silêncio de sempre que diz mais do que mil palavras. O velho silêncio que compactua com os nossos laços. O nosso elo.”

No meio de tantos desenlaces, que só o tempo é capaz de começar a curar e fazer compreender, temos o primeiro plot twist da história. Sim, a primeira delas, já que temos duas intensas reviravoltas que fazem tudo parecer desabar antes de se reerguer. Esta primeira, inclusive, trata também de uma das personagens coadjuvantes da trama.

“Existem medos que não podem ser ditos. Existem traumas que não podem ser reparados. Existem filhos que nunca mais voltarão… E existem mães que nunca mais serão as mesmas por causa disso.”

Evidentemente, se o seu desejo é saber se Francine e Ivan se reconciliam e quais são essas reviravoltas intensas e desconcertantes que ocorrem durante a história, você precisa ler. Revelar muitos mais detalhes do que já foram contados, seria o mesmo que tirar todo o prazer da leitura e encher a resenha de spoilers indesejados.

“A vida prega peças em mim o tempo todo. E por isso eu sei que preciso montar meu quebra-cabeças com cada uma delas. Não há mais baralho. O jogo agora é de montar… com o que restou.”

Diferentemente do primeiro livro, em que o tempo todo acompanhamos a história pelo ponto de vista de Francine, em Marcas na Inocência temos dois pontos de vista narrados de forma alternada: o de Ivan e o de Francine. Conhecemos mais da motivação de cada um e todo o peso que seu passado e sua história tem para influenciar em suas decisões futuras e pretéritas. E ainda somos agraciados com alguns capítulos narrados pelo irmão de Francine, Alex, que é um personagem incrível e que ganhará – muito felizmente – um livro contando sua própria história.

“Amor e dor não deveriam ser sentimentos opostos no sentido de um excluir o outro? Se eu amo, não deveria sentir dor. Se eu sinto dor, não deveria amar.”

“Eu sempre achei que fugir era o caminho, mas começo a me dar conta de que meus monstros não correm atrás de mim. Eles estão dentro de mim.”

É um verdadeiro jogo de conhecer cada personagem, já que, além de mudar a narrativa de um para o outro, a história faz um verdadeiro vai e vem com o leitor. Em um capítulo chegamos a algum acontecimento esfuziante e, no seguinte, voltamos um pouco no tempo para ver o que ocorreu com o outro personagem, até chegar novamente ao ápice. Não que isso seja ponto desabonador, mas é aquele momento que você quer adiantar a leitura para saber o que irá acontecer e, ao mesmo tempo, quer saber o outro lado da história. Isso, é claro, porque a Lu Muniz sabe cativar o leitor, sabe manter a escrita interessante e coerente, mostrando o interior de cada personagem do texto.

“Tempo. Aquele que passa veloz e deixa sua marca, sua presença como um sopro. Ele está em constante movimento. Tempo… O tempo de cada um para crescer, amadurecer, viver… nascer. Tempo que se tenta metaforicamente calcular nas páginas do calendário.”

Já que adentrei no campo da escrita e de quão envolvente ela é nesse livro, é indispensável ressaltar dois aspectos. O primeiro deles é que o livro demonstra toda a evolução e maturidade da escrita da Lu, é realmente algo delicioso de se apreciar, ainda mais levando em conta a diferença temporal da escrita do primeiro para o segundo livro (mais de duas décadas). Em segundo lugar, a capacidade que ela tem em nos transportar para a mente de seus personagens, cada qual com suas próprias particularidades e perfeitamente imperfeitos, como todo ser humano o é. Em palavras que tomo emprestadas, a Lu é a rainha das reticências, com uma capacidade incrível em transformar os atos mais simples e pensamentos mais rotineiros em belas frases e comparações. E, mais importante, sem que o texto fique carregado, exacerbado, lento ou confuso. Tudo flui na narrativa, não importando o quão metafórica e poética ela seja. Trata-se, de fato, de uma linda imersão nas mentes dos personagens.

“Tudo parece ter adquirido um brilho novo por onde eu passo meus olhos. Eu agora enxergo em cores o cinza.”

“Saudade. Palavra que não existe em nenhuma outra língua. Sentimento que só pode ser descrito aqui, em meio as minhas investidas sobre sua boca.”

Talvez eu já tenha citado aqui no blog em alguma oportunidade, mas tenho verdadeira paixão pelo que se passa na mente dos personagens das histórias que leio e, assim, tenho uma tendência grande a adorar narrativas em primeira pessoa, que nos mostram muito mais do que um narrador, onipresente ou não, pode fazer pela história. Os pensamentos são capazes de revelar muito mais e, ao mesmo tempo, muito menos que uma visão exterior da história. Nos ajudam a compreender o cerne, o que move cada um deles, e Lu traz isso em Marcas na Inocência. Vemos profundamente cada um dos personagens protagonistas, revelando-se ora em doses moderadas, ora em grandes avalanches.

“Eu preciso ouvir de Francine o que o meu coração já diz. Eu preciso ouvir da sua boca que essa menina é nossa filha.”

Voltando um pouco para a história de Francine e Ivan – porque eu estava quase divagando… – , é possível dizer que a maior mensagem que o livro traz é exatamente a de quanto somos seres imperfeitos. Erramos tentando acertar várias vezes e, com tantos sentimentos, muitas vezes aparentemente contraditórios, as escolhas que podem parecer as mais acertadas, acabam sendo as que mais nos flagelam ao longo da vida. Consequências. Sempre haverão consequências para cada palavra não dita, para cada palavra dita, para cada ato realizado, para cada coisa que nos negamos e propomos a fazer. E, claro, para tudo que decidimos acreditar quando estamos feridos, para tudo que preferimos acreditar antes de assumir a própria culpa nos desenrolares da vida.

“Vamos, Francine! Traga de volta o momento em que Helena veio ao mundo! Se você for capaz de trazer isso, talvez eu a perdoe um dia…”

“Onde está minha respiração? Onde está o ar? Meu coração parou de bater.”

E isso acontece com os personagens da trama, são momentos que uma simples palavra poderia ter sido o gatilho para que toda uma história fosse diferente. Mas, assim como na vida, não foi. O que se faz necessário, então, já que ninguém tem o poder de voltar no tempo e reescrever a história? Perdão, é claro. Uma das mais nobres capacidades humanas e, também, uma das mais difíceis. O livro trata exatamente sobre isso, não apenas do quanto o amor é capaz de superar e seguir em frente, mas o quanto somos capazes de perdoar – a nós mesmos e aos outros – quando alguns atos soam, de uma maneira ou de outra, imperdoáveis, inesquecíveis e intransponíveis.

“O meu perdão tem que vir do coração e não da minha cabeça. E eu preciso deixá-lo decidir. Sempre.”

No meio disso tudo, temos mais uma dose do que Doce Inocência nos proporcionou: crescimento. Não apenas em termos de idade. Todos os personagens passam por provações e transformações que o levam ao patamar seguinte de suas vidas, eles constroem a cada dia mais quem verdadeiramente são quando se desapegam daquilo que os faz mal e se permitem viver com o que de bom a vida lhes trouxe. Não vemos apenas Francine crescer. A luta não é só dela e, esse livro mostra isso, o quanto imaturidade não está atrelada somente a idade, mas ao tipo de crescimento que cada um se permitiu ter durante a caminhada da vida.

“Nem sempre estamos fadados a ficar com a mulher da nossa vida. A vida não é um filme de amor com trilha sonora. É real. Nem sempre as coisas são do jeito que a gente quer…”

“Levo a última carta de encontro ao meu peito. E solto meus soluços que ainda estão contidos. Deito no chão sobre os cacos de vidro feitos de papel. Eles cortam a minha pele e penetram a minha carne. Navalha. Navalha na carne.”

Depois de todo esse testamente tenho um último ponto para falar sobre a história. Assim como em Doce Inocência, temos uma importante questão trazida à tona: a violência contra a mulher. E, em Marcas na Inocência, temos o tema novamente abordado, tanto de maneira principal como secundária na trama. Só posso dizer o quanto é importante conscientizarmos sobre o tema e lembrar a todos que esse mal deve ser combatido, denunciado. Ninguém deve fechar os olhos ou ignorar quando ciente de tal ocorrência. A violência, seja física, psicológica, sexual ou material nunca deve ser vista como um problema apartado da sociedade. É problema de todos nós.

“Quem sou eu além de um mero expectador nessa máquina do tempo?”

“Perder alguém para a vida é difícil, mas perder para a morte é imensurável.”

Fatos rápidos e aleatórios que quero destacar:

  • Temos referências a lindas músicas durante o livro e, para quem adora esse tipo de referência como eu, é um prato cheio.
  • Eu acabo de adicionar uma quarta maldição a lista de três Maldições Imperdoáveis, porque esse foi meu sentimento quando Francine escondeu a gravidez de Ivan. I.m.p.e.r.d.o.á.v.e.l. Eu fiquei do lado dela várias e várias vezes, até quando ela estava sendo imatura, infantil e demonstrando claramente não estar pronta para um relacionamento tão sério, para se casar, inclusive. Porque eu dizia para mim mesma, “porra Ivan, você é a pessoa mais madura nessa relação… tenha dó… três dias e já desistiu…” e, no fim das contas, esse ato dela foi tão indefensável para meus princípios e, conhecendo mais Ivan nesse livro, eu só posso dizer: Fran, não deixa esse cara escapar! rsrs Eu coloquei os erros em uma balança e esse me pesa de um jeito que eu não consigo explicar. Ela misturou o desgosto de um relacionamento acabado com o direito da paternidade. Por mais que sejam coisas que possamos estar habitualmente acostumados a ver atreladas, são distintas e é muito possível que sejamos bons em um deles e não no outro. E já estou divagando mais uma vez…
  • Lu, esse recado é direto para você: Obrigada, de coração. Não preciso repetir tudo que já escrevi para você, de um modo nem tão sucinto assim, no WhatsApp da vida. Como você disse, eu já era uma FRANática e só não sabia disso ainda.
  • Sim gente, meu nome está lá nos agradecimentos de Marcas na Inocência e eu fiquei toda inflada com isso!
  • E não posso deixar de dizer que amei ver Daniel e Elena mencionados no texto, personagens da outra querida, C. M. Carpi, autora da dualogia Por Trás Daqueles Olhos, vol. I e II.
  • Eu tinha um número incontável de quotes para colocar aqui… mas não coube tudo… rs

“Se alguém me perguntasse hoje o que é a vida… Eu diria que a vida é uma oportunidade.”

O Ebook de Marcas na Inocência, da autora parceira do blog, Lu Muniz, está disponível para compra através da Amazon.br.

“E eu não estou mais aqui. Eu não pertenço mais a esse mundo. Estou parado no tempo dentro da doce inocência do seu olhar.”

All we need, all we need is hope And for that we have each other

Rise Up / Andra Day

Que a Força esteja com vocês!

xoxo

Ouvindo: Rise Up da Andra Day na minha cabeça e assistindo a Batman Begins

  • Paula Guimarães

    Em 12.03.2017

    Caramba! Eu estou sem palavras… e olha que nem sou a autora. MI marca a gente para sempre. Lu Muniz é uma pessoa maravilhosa. Amei o seu texto. Eu vou falar pouco, por que a pessoa chorou aqui. Parabéns pela resenha.

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Só de você escrever “por que a pessoa chorou aqui”, já valeram as horas de trabalho pra escrever, Paula!!! Obrigada mesmo!!! Adoro a Lu e a escrita dela encanta, não tem como não ser marcada por MI! <3
    xoxo

  • Aline Miguel

    Em 12.03.2017

    O que falar sobre seu post? TÃO INCRÍVEL….
    Vc domina as palavras de um jeito que nos encanta… vc parece ler nossos pensamentos e descreve eles em suas resenhas….
    Essa duologia é maravilhosa… ela toca nosso coração de uma forma intensa… nos transporta para dentro de cada letrinha la escrita… e vc soube pontuar cada parte dela de forma plena….
    Amei… obrigada por dividir com a gente suas leituras….
    bjuxxxx

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Muito obrigada Aline! Não sabe o tanto que fico feliz com suas palavras e com todo carinho! Eu tento sempre fazer jus ao livro quando escrevo uma resenha e a duologia da Lu faz a gente se apaixonar por cada linha! <3 <3 <3
    xoxo

  • Priscila

    Em 12.03.2017

    Extraordinário o que você relatou sobre esse livro. Ainda não tive oportunidade de ler a sequência de Doce Inocencia, mas o que você escreveu me deixou muito emocionada, a ponto de duvidar se realmente estou preparada para o desfecho que Ivan e Francine. Você “falou” com o coração. Amei!!!

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Obrigada Priscila, tento sempre passar todos os sentimentos que a leitura me proporcionou e fico feliz que você tenha sentido isso na resenha! <3 Bora ler Marcas na Inocência também! <3
    xoxo

  • Carla Longaray

    Em 12.03.2017

    Lu foi maravilhoso… linda essa duologia, ótima a resenha. Você vai colher muitos bons frutos com este trabalho incrível criaste.
    Parabéns e sucesso!!!!

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Lu sempre faz a gente se apaixonar mais pela mesma história de amor, né?! <3 <3
    xoxo

  • Maite Martins

    Em 12.03.2017

    Renata sempre arrasando nas resenhas!!! MA.RA.VI.LHO.SA!!! Vc deveria fazer como essas autoras que escrevem um livro de contos, sabe?! Mas deveria fazer um livro de resenhas!!!

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Obrigada linda! Nós vamos dar um jeito de colocar essa ideia doida em prática, pode deixar, Maitê!!! <3 ehehehe

  • Karoline Coimbra

    Em 12.03.2017

    Olá!!

    Primeiro, UAU!!!! que resenha incrível, que resenha cheia de sentimentos e que resenha maravilhosa. Eu só tenho a agradecer por você me transportar de novo para a história desse livro, por me lembrar de diversas emoções que tive ao ler. UaU!! Claro que não posso esquecer dessas fotos encantadoras. Bom, assim como você li esse livro super rápido, pois me prendeu de uma tal maneira que não conseguia para de ler. A escrita da autora é sem duvida muito cativante e poética, mas é como você relatou não é um poético chato, lendo e sim uma escrita que prende que a cada capitulo você quer mais e mais. Em relação aos capítulos alternados também concordo com você, achei que foi na medida certa no memento certo, pois foi o momento do leitor mergulhar nos personagens e conhece-los melhor. Resumindo AMEI de verdade cada linha, cada página, cada paragrafo, capa capitulo foi e será o meu livro preferido com toda a certeza. Sou fã dessa autora!!! Parabéns pelo blog! 🙂

    Beijos

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    A Lu tem um jeito muito particular da escrita, que encanta mesmo a gente!!! Fico feliz que a resenha tenha mostrado um pouco de todo o amor que cultivamos pelos personagens e pela história enquanto lemos!!! <3 Obrigada pelo carinho! <3
    xoxo

  • Jéssica Miguel

    Em 12.03.2017

    Você é ridícula com essas suas resenhas.. sério! Tô aqui igual idiota chorando! Bruxa! Má!
    Não sei quem é pior, a Lu por escrever essa história e me destroçar me levando aos limites mais extremos, ou você me fazendo remoer tudo de novo, rs

    Parabéns, Re! Sou sua fã! Você escreve e analisa as histórias de forma única!
    ADORO VOCÊ! <3

    Agora vou recolher minhas lágrimas que tá demais, rs
    Beijos, Jé

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Muahahaha (foi uma risada do mal tá!!! kkk) Adoro fazer pesoas chorar, chuchu, é um dos meus passatempos favoritos!!! eheheh
    Obrigada por tudo linda! <3

  • Josy Souza

    Em 12.03.2017

    Olá!!
    Arrasou mais uma vez na produção das fotos, hein? Já me chamou atenção pelas fotos quando você postou no instagram, mas agora pela resenha e pelas citações fofas, fiquei completamente apaixonada por tudo!

    Beijos

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Obrigada Josy! Adorei fazer essas fotos, e fico toda toda quando o pessoal gosta delas!!! <3 E o livro é super recomendado! <3
    xoxo

  • Thaís Bueno

    Em 12.03.2017

    Já tinha visto o livro na Amazon mas agora fiquei muito curiosa para saber mais detalhes sobre esta história. Como sempre arrasando nas fotos e na resenha, parabéns!

    Beijos,

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Obrigada Thaís, tento sempre fazer fotos para valorizar esses livros lindos! Pode ler que é um romance lindo! <3
    xoxo

  • Camila Carvalho

    Em 12.03.2017

    Oi, Re.
    Parece um livro do qual gostaria muito.
    Gosto quando sinto a humanidade nos personagens.
    Acho que choraria alguns baldes rs.
    Beijo

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    As lágrimas estão garantidas então, Camila! Pode s esbaldar nos livros lindos da Lu! <3
    xoxo

  • Gilvana Rocha

    Em 12.03.2017

    Oi Re, Você arrazou nesta resenha, perfeita! Mais que nunca eu preciso ler esses livros, já tenho ele no meu Kindle, só falta um tempinho disponível…Suas fotos são maravilhosas…Parabéns por tudo! Bjs

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Os livros da Lu são muito amor, tenho certeza que você não vai se arrepender! <3
    xoxo

  • Anne Schuler

    Em 12.03.2017

    Voce escreve maravilhosamente bem!! Achei impressionante a forma como voce retratou… voce coloca alma no texto, sabe?!
    Está tudo perfeito! Me deu uma baita vontade de ler (nao só a sequencia, mas todos os livros que tiverem da autora).
    Eu já adoro seu blog, depois desse post entao… me apaixonei ainda mais! <3

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Ahhhh me derreti aqui com seu comentário!!! <3 Obrigada! Eu tento sempre expressar em palavras tudo que o livro me passou durante a leitura e, os livros da Lu Muniz são puro amor, super recomendo mesmo! <3
    xoxo

  • Amanda

    Em 12.03.2017

    Olá! Achei interessante a indicação, apesar de esse ser o segundo volume e eu não conhecer o primeiro para poder opinar melhor. Vou procurar melhor!

    Beijos!

  • Retipatia

    Em 12.03.2017

    Oi Amanda! Tem resenha do primeiro aqui também e ambos estão disponíveis na Amazon! Com certeza são ótimas leituras!! <3
    xoxo

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